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terça-feira, 19 de novembro de 2013

VI Encontro da Rede Um Grito Pela Vida - Brasilia.

Nos dias 15 a 17 de novembro representações dos núcleos da Rede Um Grito Pela Vida do Brasil  estiveram reunidos com o objetivo:
Compartilhar a caminhada dos núcleos por Regiões e das Redes;
Fortalecer a articulação e atuação em REDES de enfrentamento ao tráfico de pessoas;
Lançar o livro "Um Grito Pela Vida";
Realizar um painel temático sobre nosso compromisso de enfrentar o tráfico de pessoas;
Lançar e planejar as ações da campanha "Jogue em favor da Vida"que será realizada antes e durante a copa de 2014;
Projetar a continuidade da caminhada da Rede "Um Grito Pela Vida".
O encontro contou com 62 participantes representantes dos grupos de todo o Brasil, foi um tempo forte de partilha das ações realizadas nos núcleos, projeção da caminhada, onde coletivamente somamos forças para o enfrentamento ao tráfico humano.
Contamos com a participação das Redes internacionais, Rede Kawsay, Rede Ramá, Rede Renate e Talitha Kum, muito contribuíram com a partilha de suas experiencia na certeza de ampliarmos a rede internacional de enfrentamento ao tráfico de pessoas.
O Lançamento do Livro "Um Grito Pela Vida" que traz profundos textos e experiências que contribuirão com a vida da Rede.
E o lançamento da Campanha da Copa 2014 "Jogue a favor da Vida" que será trabalhado a prevenção ao tráfico de pessoas em tempo de copa do mundo.




sexta-feira, 15 de novembro de 2013

VI Encontro Nacional da Rede Um Grito Pela Vida.

 Teve inicio na manhã do dia 15.11.2013 o VI Encontro da Rede Um  Grito Pela Vida. Religiosas, Religiosos vindos de todo Brasil, um grupo de 62 participantes. 
Contamos com a presença de religiosas representantes das Redes internacionais Talitha Kum, Renate, Kawsay e Rede Remá.
Celebração de abertura do encontro coordenada pelo núcleo de Salvador.
Fortalecendo a Rede Um Grito Pela Vida.
Sementes que se espalham e dão vida.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

I Encontro das coordenações das Redes em América Latina e Caribe

No dia 14 de Novembro, em Brasília - DF,  reuniram-se as três coordenações das Redes da Vida Consagrada da America Latina comprometidas no enfrentamento ao tráfico de pessoas: Rede Um Grito pela Vida (Brasil), Red Kawsay (Cone Sul) e Red Ramá (America Central).  O encontro contou com a participação da coordenadora da comissão contra o tráfico de pessoas da CLAR (Conferência Latino Americana dos Religiosos) e uma representante de Talitha Kum, a rede internacional da Vida Consagrada comprometida no enfrentamento ao tráfico de pessoas.
Objetivo do encontro foi o conhecimento reciproco, a partilha e o fortalecimento da atuação em Rede.

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Escravidão atinge 29 milhões de trabalhadores em todo o mundo

http://g1.globo.com/globo-news/noticia/2013/11/escravidao-atinge-29-milhoes-de-trabalhadores-em-todo-o-mundo.html


Um relatório recém-divulgado pela fundação Walk Free aponta que 29 milhões de pessoas no mundo ainda trabalham sob o regime de escravidão. Segundo o diretor da organização Anti-Slavery International, três fatores contribuem para o problema. “O primeiro deles é a vulnerabilidade. Algumas vezes, significa que você é apenas mais fraco do que o outro, que quer explorá-lo. A segunda questão é a exclusão social. Os grupos que tendem a ser escravos são discriminados na sociedade. O terceiro fracasso tem a ver com o Estado de Direito. O Estado é responsável por proteger as pessoas e, quando os governos falham, há uma grande chance de os três fatores se unirem e haver escravidão”, aponta Aidan McQuade.
Para o cientista político Leonardo Sakamoto, que é coordenador da ONG Repórter Brasil e membro da Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo, a escravidão ocorre quando a dignidade ou a liberdade são aviltadas. “Você também tem trabalho escravo quando viola as condições. Condição degradante é aquilo que rompe o limite da dignidade. São negadas a essas pessoas condições mínimas mais fundamentais, colocando em risco a saúde e a vida”, diz.
Mauritânia lidera ranking da escravidão
A Mauritânia ocupa o primeiro lugar do ranking de escravidão global, que analisou 162 países e leva em consideração o casamento infantil e os níveis de tráfico humano. HaitiPaquistão e Índia vêm em seguida. Lucrativa, a escravidão moderna movimenta mais de US$ 32 bilhões, segundo a Organização Internacional do Trabalho. Estimativas da OIT também apontam que há 5,5 milhões de crianças escravas no mundo.
No Brasil, 125 anos após a abolição da escravatura, milhares de pessoas ainda são submetidas a trabalhos em situação degradante. A análise do relatório da fundação Walk Free indica que a escravidão contemporânea no país aparece principalmente em plantações de cana-de-açúcar, na exploração madeireira e na mineração. Nas grandes metrópoles, como São Paulo, a exploração é de mão-de-obra de confecções de roupas, principalmente de bolivianos e paraguaios.
No entanto, há avanço na erradicação da prática. A primeira política de contenção do trabalho escravo é de 1995 e, de lá para cá, 45 mil pessoas foram libertadas de locais onde havia exploração desumana da mão de obra. “Um governo reconhecer a persistência desse tipo de prática, mesmo com todos os problemas econômicos que isso pode causar, é o primeiro elemento forte no combate”, avalia Sakamoto.
Brasil quer endurecer a lei
Tramita no Congresso Nacional uma Proposta de Emenda Constitucional para endurecer a lei. “Ela é chamada de PEC do Trabalho Escravo e prevê o confisco de imóveis em que o trabalho escravo for encontrado e sua destinação para reforma agrária ou para o uso habitacional urbano”, explica o cientista político. Ele destaca que o Brasil é citado globalmente como exemplo porque trabalha no tripé de combate à impunidade, à pobreza e à ganância.
Neste ano, os Estados Unidos celebram os 150 anos do fim da escravidão. A data está sendo usada por organizações de defesa dos direitos humanos para lembrar a presença de novas formas de escravidão. O Departamento de Estado Americano calcula que o tráfico de pessoas leva 18 mil vítimas ao país anualmente.
O historiador Eric Foner, da Columbia University, estuda a história da escravidão americana. “No passado, ela era legalizada, reconhecida como instituição. Era escancarada, lícita e muito importante, a base da economia da época. Não é o que acontece hoje. A escravidão dos dias de hoje não é a base da ordem econômica”, diferencia.

Seminário de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - Brasilia, novembro de 2013.


Nos dias 07 a 09 de novembro de 2013 foi realizado o Seminário: O papel da Sociedade e da Igreja no Enfrentamento ao Tráfico Humano, com o objetivo de contribuir para uma compreensão integral do tráfico humano (raízes e causas);

Subsidiar as ações dos agentes multiplicadores/as, com informações e ferramentas;

Apoiar a mobilização das comunidades para a vigilância e o enfrentamento. 

O Seminário contou com 70 pessoas, vindas de 20 Estados, foi um tempo forte de estudos, trocas de experiencias e construção de metodologias para o trabalho em Rede.

Tráfico de pessoas é uma prática de violação de direitos humanos, presente nos dias de hoje que se expressa nas modalidades do Trabalho escravo urbano e rural, da exploração sexual, no tráfico da venda órgãos, na adoção ilegal, dentre outros

 



Porto Alegre,RS Realiza Seminário Estadual.



terça-feira, 5 de novembro de 2013

Novas formas de escravatura: Conferência internacional no Vaticano

Iniciou hoje, 2 de Novembro, na Casina Pio IV, na Cidade do Vaticano, uma Conferência internacional sobre o tráfico de seres humanos, conferência organizada pela Pontifícia Academia das Ciências Sociais, juntamente com a Federação Mundial das Associações Médicas Católicas.
A situação actual do tráfico de seres humanos e a escravatura moderna, bem como um plano de acção para combatê-las - são os dois principais aspectos no centro desta conferência.

A Organização Internacional do Trabalho estima que entre 2002 e 2010, foram cerca de 21 milhões as vítimas do trabalho forçado, entendido também como exploração sexual. Todos os anos cerca de dois milhões de pessoas são vítimas de tráfico sexual, 60% das quais são meninas, enquanto que o tráfico de órgãos humanos atinge quase os 11% do total. Quem recorda estes dados horripilantes é Dom Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, numa entrevista à colega da RV Francesca Sabatinelli.

R. - Na origem de tudo está o Santo Padre que já tinha conhecimento destes problemas. Logo após a sua eleição, recebeu-nos em audiência, nós da Pontifícia Academia das Ciências Sociais. Na carta de agradecimento que lhe foi enviada mais tarde, os conselheiros também tinham perguntado se desejava que nos ocupássemos de algo em particular e ele, imediatamente, com o mesmo envelope respondeu: "Marcelo, quero que se estude o problema das novas formas de escravatura e do tráfico de pessoas, incluindo o problema da venda de órgãos". Assim, a Academia começou a trabalhar. Vimos, porém, que era necessário envolver os médicos e por isso chamámos os médicos católicos, porque o presidente da Federação Internacional das Associações Médicas Católicas, José María Simón de Castelvì, quis colaborar; e em seguida, também a Academia de Ciências, porque as soluções também podem ser de carácter científico. Assim nasceu a iniciativa.

O fenómeno do tráfico, ou escravidão moderna, é analisado sob quais aspectos?

R. – Em todos os aspectos. O que nós queremos é perceber a real dimensão do fenómeno, que um pouco já se sabe, mas contudo queremos ter dados mais precisos. Queremos também alcançar uma ideia comum para a Igreja, para as Conferências Episcopais. Existem Conferências Episcopais, como a inglesa por exemplo, ou a de Guatemala, que elaboraram alguns documentos, mas creio que a Igreja como um todo não tem suficiente consciência do problema. E depois, queremos encontrar orientações concretas: pedimos a todos os convidados, aos observadores bem como aos relatores, para nos enviarem propostas concretas, e agora estamos a avaliá-las. Tem uma muito interessante apresentada por um médico, que sugere para preservar o DNA de crianças desaparecidas, juntamente com o dos pais que denunciam o seu desaparecimento, e confrontá-lo: de facto, a primeira coisa que os traficantes fazem é cancelar as suas impressões digitais.

Sabemos que na origem do tráfico, estão as condições de extrema pobreza, guerras, conflitos internos ... Há uma parte do mundo que explora tudo isso ...

R. – E vamos dizer isso . Começando por aqueles mesmos Países que têm leis que fazem um jogo duplo : por um lado, falam de vida humana, por outro lado as suas próprias instituições não querem ver este problema, ou até mesmo o favorecem . Por exemplo, peguemos naquilo que aconteceu na Bósnia , que envolveu alguns americanos, e não só, num tráfico de escravas, denunciado por uma mulher americana, posteriormente demitida por causa disto por uma subsidiária da ONU (o caso de Kathryn Bolkovac, N.d.R.). Por este motivo, pareceu-nos oportuno envolver os médicos, porque também eles estão comprometidos, as instituições que deveriam defender são as mais afectadas . Portanto, por um lado, estamos diante de uma situação dramática, não se quer falar deste problema, não se quer ver o que está a acontecer; por outro lado faz-se o jogo duplo. Depois, estão aqueles Países que reconhecem a prostituição como um trabalho: também eles criam o mercado do tráfico. Na Alemanha, por exemplo, este problema é terrível. Mas não apenas na Alemanha, também em outros Países do Norte. Portanto, o Estado por um lado diz que se deve intervir, enquanto que por outro faz lucros. O Papa, desde o tempo em que ainda era arcebispo, tinha já intuído este grave problema social que atinge precisamente a alma do mundo social, das ciências sociais. Nós ficámos impressionados por não termos entendido antes.

Neste caso, com as actas desta conferência, o que a Igreja quer fazer?

R. – Nós queremos fazer este primeiro encontro; depois faremos outros, mas este é já um primeiro passo para irmos ao encontro dos desejos do Papa. Tentaremos fazer o melhor possível, não temos a presunção de ter encontrado a solução do problema, mas pelo menos é um passo em frente. Pedimos a Santa Sé para não aderir ainda ao Protocolo de Palermo (Protocolo das Nações Unidas sobre a prevenção, supressão e perseguição do tráfico de seres humanos, especialmente mulheres e crianças (N.d.R.), e ainda não tivemos resposta, pediram-no os próprios nossos académicos. Isso quer dizer que ainda não há uma política comum. Certamente o Papa quer pôr clareza nestas coisas. Deve-se fazer um elogio ao Papa: com a sua sensibilidade levou a nós da Academia - que discutíamos de coisas um pouco abstractas - à estrada concreta da realidade desta globalização que traz consigo aspectos terríveis, entre os quais - como ele mesmo disse em Lampedusa - a indiferença. As pessoas são vendidas, mas ninguém se importa da pessoa humana, a única coisa que importa é o dinheiro, ou melhor: ganha-se dinheiro com as pessoas como se fazia há tempos com a escravidão, e de certa maneira é ainda pior! Sobretudo se consideramos o aspecto sexual, em que estão envolvidos e comprometidos meninas e também meninos. E’ uma das coisas mais trágicas do mundo global, juntamente com a imigração, cujos efeitos vimos em Lampedusa.


domingo, 3 de novembro de 2013

Primeiro Encontro da Igreja Católica na Amazônia legal

Com a coordenação da Comissão Episcopal para a Amazônia, presidida pelo Cardeal Cláudio Hummes, OFM realizou-se primeiro encontro dos seis regionais da CNBB que formam a Amazônia Legal nos dias 28 a 31.10.2013. Abrange 61% do território nacional. Estiveram presente 57 Bispos e Arcebispos, padres, religiosas/os coordenadores/as de pastoral, leigas e leigos comprometidos com a igreja.




Foi realizado entre diversos temas o painel sobre tráfico de pessoas, quilombolas e povos indígenas, Irmã Henriqueta e Irmã Roselei Bertoldo, integrante da Rede Um Grito Pela Vida, Manaus/Roraima, trabalharam  a temática do tráfico humano, chamando atenção para a grande problemática na região amazônica e a necessidade de enquanto igreja trabalharmos na sensibilização e prevenção a este crime, que tem como pilares: a miséria, ganancia e impunidade, se não tornarmos este crime que atua na clandestinidade, visível, será muito dificil combate-lo e fazer com que as pessoas denunciem. Um apelo foi feito a todos os bispos para que possam contribuir efetivamente na campanha da fraternidade que trás a temática: Fraternidade e Tráfico Humano.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Oficina de prevenção ao Tráfico de Pessoas com refugiados e solicitantes de refúgio. Manaus

Na noite da segunda-feira, dia 21 de outubro, o Tráfico de Pessoas foi tema de oficina formativa com refugiados e solicitantes de refúgio no Brasil. O encontro realizado em Manaus foi assessorado pela Irmã Roselei Bertoldo, ICM e pela representante da Cáritas da Arquidiocese de Manaus, Andrea. As assessoras também integram a Rede Um Grito Pela Vida.

Segundo Irmã Roselei, o grupo relatou histórias de vida e exploração que são vividas nos diferentes países da América Latina: “Para mim foi uma rica experiência onde compartimos muitas histórias de vida que são comuns e vivenciadas em países diferentes”.





I CONFERÊNCIA ESTADUAL PARA O ENFRENTAMENTO AO TRÁFICO DE PESSOAS DO ESTADO DO PARANÁ

Nos dias 7 e 8 de outubro passados, aconteceu em Foz do Iguaçu, a Primeira Conferência Estadual para o Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas do Estado do Paraná, promovido pela Secretaria de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos (SEJU).  O evento foi organizado pelo Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, órgão vinculado a SEJU.
Esta primeira conferência que contou com o apoio do Ministério da Justiça, teve  a participação de vários representantes da sociedade civil e governamental, como por exemplo: Policia civil, Conselho Tutelar, Agentes de Pastoral da Igreja Católica, Representantes do Ministério da Justiça, Estudantes universitários, etc.  Estiveram presentes pela Rede Um Grito Pela Vida (Núcleo Curitiba) o Fr. Luiz Carlos Batista, Ir. Anyr Mezzomo e a Sra. Rosilei Bastos Pivovar, ademais de representantes da Arquidiocese de Curitiba, a Ir. Maria de Lourdes Soares Gomes (Ir. Lourdinha) pela Secretaria de Pastoral e Sra. Maria Inês da Costa pela Comissão da Dimensão Social.
Frei Luiz C. Batista, coordenador da Rede (Núcleo de Curitiba), durante o Painel formado por grupos que atuam nos diferentes campos de enfrentamento ao tráfico de pessoas, destacou o papel da Igreja Católica no Brasil a favor dos migrantes e das pessoas vítimas do tráfico, falou da próxima Campanha da Fraternidade de 2014, assim como da Rede Um Grito pela Vida, organismo da CRB Nacional que desenvolve várias ações pelo Brasil na prevenção, alerta, denúncia e apoio as vítimas do tráfico humano.
O Núcleo de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no Paraná tem apenas um ano de criação e ainda esta por serem constituídos um comitê e um plano de ação no enfrentamento ao tráfico de pessoas, que deverão começar a serem executados após este evento e que  poderá contar  com o apoio da sociedade civil, sendo que a Rede Um Grito Pela Vida pretende contribuir neste planejamento através da participação ativa de um dos seus membros.

Rede Um Grito Pela Vida (Núcleo Curitiba)


domingo, 20 de outubro de 2013

Porto Velho: Seminário sobre migrações, trabalho escravo e tráfico de pessoas

por ir. Gabriella Bottani

O dia 19 de outubro de 2013, no auditório da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), a Pastoral do Migrante promoveu um Seminário para discutir e aprofundar a realidade das migrações em Rondônia e violação de direitos.
Ir. Orila Travessini, coordenadora da Pastoral do Migrante e membro da Rede Um Grito pela Vida em Porto Velho, abriu o seminário.
Significativa foi a colocação sobre a história das migrações no Estado feita pelo bispo emérito Dom Antônio Possamai.
A Rede Um Grito pela Vida foi representada por ir. Gabriella Bottani, que foi convidada para falar de Tráfico de Pessoas e violação de direitos humanos.
Participaram do evento muitos estudantes, acadêmico e alguns religiosos.
A avaliação conclusiva feita pelos participantes foi muito boa. O seminário deixou o gosto de conhecer mais sobre os temas propostos.



sexta-feira, 18 de outubro de 2013

O MJ apresenta o Relatório sobre tráfico de pessoas em fronteiras

Foi apresentado na tarde desta sexta-feira, 18, em Brasília (DF) o “Diagnóstico Sobre Tráfico de Pessoas nas Áreas de Fronteira no Brasil” (ENAFRON)

Link para ler a pesquisa na integra 

http://issuu.com/justicagovbr/docs/diagnostico_trafico_pessoas_frontei#/signin

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Seminário: Migrações, tráfico de pessoas e trabalho Escravo

A Pastoral do Migrante de Porto Velho em Parceria com a Rede Um Grito pela Vida, CPT, Arquidiocese de Porto Velho e UNIR organiza o Seminário: Migrações Tráfico de pessoas e Trabalho Escravo.
O Seminário será realizado no dia 19 de outubro de 2013 das 8h às 12h, na UNIR (Universidade Federal de Rondônia) Centro, Av. Presidente Dutra, 2965. Inscrições podem ser feitas por e-mail: SPM-travessini@hotmail.com ou pastoralpvh@gmail.com
Os participantes receberão um certificado expedido pela UNIR.



domingo, 6 de outubro de 2013

A Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roaima realiza encontro de formação sobre TP

Encontro de formação sobre Tráfico de Pessoas. 05.10.2013
Local: Faculdades Metropolitanas FAMETRO

A Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roaima realizou mais um encontro de formação com o tema tráfico de pessoas.
Tendo em vista a Campanha da Fraternidade Pe. Zenildo- Secretário executivo da CNBB Amazonas, trabalhou o a temática tendo um olhar teológico sobre está problemática e nosso compromisso enquanto cristãs e cristãos.

A Coordenadora do núcleo de prática jurídica da UEA Dra. Adriana Almeida, trabalhou aspectos da Legislação sobre Tráfico de Pessoas. E Dr. Renan Bernardi Kalil Procurador do Trabalho, Coordenadoria sobre Trabalho, trabalhou a temática do tráfico de pessoas para fins de trabalho escravo.
Foi um encontro muito produtivo, onde o grupo teve oportunidade e conhecer e aprofundar aspectos da legislação e a realidade do trabalho escravo, bem como se apropriar de elementos fundamentais para trabalhar na prevenção ao TP no Estado do Amazonas.
 









sábado, 5 de outubro de 2013

Rede Um Grito Pela Vida - Regional Belém realiza atividades no Dia Internacional de Enfrentamento ao TP.

Dia 23 de Setembro dia Internacional de Enfrentamento a Exploração Sexual e Tráfico de Pessoas.
A Rede Um Grito Regional Belém, realizou atividades de sensibilização e prevenção ao TP  na Praça do Operário próximo a Rodoviária de Belém.
Momento de Oração e Partilha.
Rezando pelas Vitimas do Tráfico de Pessoas, e pelo fortalecimento da Rede Um Grito pela Vida
Levando informação ao Público- Local-Rodoviária de Belém.
Irmã Josi e Irmã Rosa

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

São Paulo: Campanha contra o Tráfico de Pessoas na Praça da Sé

A Rede um Grito pela Vida, da Conferência dos Religiosos do Brasil, regional São Paulo (CRB-RS), em parceria com a Associação N. Sra. do Bom Par, celebrou o dia 23 de setembro – Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e  Tráfico de Pessoas - com  programação no marco zero, na capital paulista. O ato chamou a atenção de populares para a causa do tráfico humano:  prevenção, denúncia e enfrentamento.

O evento foi realizado na Praça da Sé e contou com a participação de quase mil pessoas. Quem passou pelo local foi convidado a ‘mostrar seu grito contra o tráfico de pessoas’. Uma faixa com mais de quatro metros trouxe a pergunta: "Qual o seu grito contra o tráfico de pessoas?"

Quem passou pelo espaço e sentiu-se motivado, escreveu no painel, deixando sua mensagem e somando nesta importante luta.

Também foram exibidas outras cartazes e banners alertando sobre a rentabilidade e a realidade do trafico que tem como consequência a exploração sexual, trabalho escravo, adoção ilegal e a venda de órgãos.

“A repercussão  foi boa. Podemos dizer que foi um dia de informação e formação. Nós, da Rede, acreditamos que muitas pessoas foram informadas sobre o tráfico de pessoas e, após essa participação,  vão ter forças para assumirem gestos proféticos de denuncia. Basta de tráfico humano”

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Dia 23 de setembro em Porto Velho

No dia 23 de setembro a Rede Um Grito pela Vida panfletou folhetos informativos sobre o tráfico de pessoas, na zona Sul da Cidade. Participaram religiosas, religiosos, grupos da Pastoral da Juventude, representantes da Cáritas Arquidiocesana e agentes de pastoral das Paróquias de São José Operário e Santa Luzia. Contamos com a presença de pe. Jaime, coordenador de pastoral e de ir. Beth, presidente da CRB de Porto Velho. A Radio Caiarí deu cobertura total do evento. Foi uma tarde de festa, de encontro e sobretudo de formação e sensibilização sobre tráfico de pessoas na cidade de Porto Velho.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

A Rede Um Grito Pela Vida - Cachoeira do Itapemirim.

O dia 23 de setembro  na cidade de Cachoeira de Itapemirim a Rede realizou um dia na praça, foi muito bonito  e marcou o comprometido e solidariedade com nossos irmãos e irmãs indefesos que passam por está triste realidade do tráfico de pessoas.
A Rede um Grito pela Vida ficou na Praça Central das 8:30 até as 17 hs.
Dois mil panfletos foram distribuídos pelas/os religiosos, e crianças do Projeto Villagindo para ser feliz.
As crianças em dois turnos faziam apresentações: música, violão, capoeira e vendiam produtos confeccionados por eles (é a preventividade).  A gaiola (Um metro e meio X Um metro e meio), ficou em lugar estratégico sempre com duas ou 03 pessoas dentro, boca e mãos amarradas, bem como o banner da Amanda, jovem de 15 anos,  de Castelo, município vizinho,  há 01 ano desaparecida. Além das faixas, recortes de jornais, banners, os pais  de Amanda  estiveram presentes o dia todo.
Os MCS da cidade  deram toda a cobertura. Às 16:30m, D. Dario Campos, com os religiosos presentes (18), coordenou  o encerramento com orações, canto da Rede e numa ação coletiva levantou-se a gaiola e as adolescentes foram libertadas.
Foi um momento muito forte despertando curiosidade e reflexão junto aos passantes. 

Apesar de nossa rede se reunir mensalmente,  dia 23 de setembro foi novidade para a maioria das pessoas.
Valeu a visibilidade, informação e, conscientização. 
Abram o Face: villagindo para ser feliz e verão todas as fotos. (pastoralvillagindo)
Ir. Rita, pelo grupo







quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Rede Um grito pela Vida da CRB/SP realiza atividade no dia Internacional de combate ao tráfico de pessoas


23 de setembro  -  Dia Internacional de combate ao Tráfico de Pessoas na Praça da Sé/SP
Faça chuva ou faça Sol – nossa voz não se cala, não luta não para
Quando os corações desejam manifestar amor por uma causa justa e solidária, pode acontecer de tudo até tempestade que parece desabar o mundo mais a esperança supera tudo. Na noite de 23 São Paulo parecia como que um dilúvio de tanta água e os telefones começaram a tocar: como vamos fazer, onde colocar a faixa de 4X3, 20, os cartazes e agora. Mas o Deus “Goel”, dos pobres, dos lascados fez a sua voz soar mais alto e se manifestou num dia lindo, ensolarado, alegre e parecíamos ver a face de Deus estampada na natureza e nas pessoas como que uma brisa a refrescar a nossa frente. Tudo foi lindo, as pessoas puderam se manifestar escrevendo o seu grito contra o tráfico de pessoas neste pano com tranquilidade e leveza. Apresentavam-se pessoas: idosas, crianças, jovens, adultos, catedráticos, religiosas/os, outros movimentos, grupos, línguas, etc. E o mais impressionante: não tínhamos carro de som, tenda para nos proteger, mas tínhamos o nosso testemunho de fé, esperança e bravura refletindo, explicando para as pessoas que ali passavam o que é o Tráfico de Pessoas e suas consequências para a humanidade tudo isso está registrado neste pano mas com certeza ficou gravado nos corações das pessoas que o TSH é uma causa de política pública e com participação de todos. “Trafico nunca mais”.
Ir. Alice Duarte
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terça-feira, 24 de setembro de 2013

CRB - MG realiza atividade no dia 23 de setembro

Dia 23 de setembro - dia Internacional de Combate a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças foi marcado pelo Ato Público na Praça Sete, organizado pela CRB/MG - Rede Um Grito pela Vida em parceria com a Pastoral da Mulher e ISTA (Instituto Santo Tomás de Aquino – Diretório Acadêmico).
No Ato, além da presença da Vida Religiosa, estavam presentes os jovens da Rede de Igrejas Evangélicas que lutam nesta causa (JOCUM), as crianças e educadoras do Projeto Padre Gailhac (Religiosas do Sagrado Coração de Maria) com seus tambores e seu grito pela vida, Secretária da ANEC, jovens do IPJ, simpatizantes e colaboradores (SINDIELETRO – Sindicato dos eletricistas de Minas Gerais).
Foi uma tarde de mobilização e conscientização através de panfletagem e gritos pela vida ameaçada. Valeu a iniciativa! Este Ato foi Nacional, aconteceu em todas as Regionais onde a Rede está organizada. Sigamos em comunhão.

Coordenação: Ir. Sirlei, Ir. Barbara e Ir. Eudinéa
 




Dia 23 de setembro em BH


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Dia Internacional contra o tráfico de pessoas

23 de setembro: Dia Internacional Contra a Exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

Ir. Gabriela Bottani

Esta data foi escolhida, em 1999, no Bangladesh, pelos países participantes da Conferência Mundial de Coligação contra o Tráfico de Pessoas, lembrando a promulgação da Lei Palácios no dia 23 de setembro de 1913, na Argentina.

A Lei Palácios foi o primeiro instrumento jurídico criado para punir quem promovesse ou facilitasse a prostituição e corrupção de menores de idade.  A lei inspirou outros países a protegerem sua população, sobretudo mulheres e crianças, contra a exploração sexual e o tráfico de pessoas.

Desde 1913, portanto, ao longo de 100 anos, foram assinados diferentes tratados internacionais sobre o tema:
         1904 - Acordo internacional para a Repressão do Tráfico de Mulheres Brancas
         1921 - Convenção Internacional para a Repressão do Tráfico de mulheres e Crianças
         1933 - Convenção para Repressão do Tráfico de Mulheres Adultas
         1949 - Convenção para a Repressão do Tráfico de Pessoas
         2000 - Convenção das Nações Unidas contra o Crime Transnacional – Protocolo adicional relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas (Protocolo de Palermo)  
O diferencial marcante que o Protocolo de Palermo trouxe está na adoção da primeira definição genérica do termo “tráfico de pessoas”, abrangendo todas as formas essenciais.
Art. 3, “a”: A expressão “tráfico de pessoas” significa o recrutamento, o transporte, a transferência, o alojamento ou o acolhimento de pessoas, recorrendo à ameaça ou uso da força ou a outras formas de coação, ao rapto, à fraude, ao engano, ao abuso de autoridade ou à situação de vulnerabilidade ou à entrega ou aceitação de pagamentos ou benefícios para obter o consentimento de uma pessoa que tenha autoridade sobre outra, para fins de exploração. A exploração incluirá, no mínimo, a exploração da prostituição de outrem ou outras formas de exploração sexual, o trabalho ou serviços forçados, escravatura ou práticas similares à escravatura, a servidão ou a remoção de órgãos.

No que se refere ao compromisso no enfrentamento ao tráfico de pessoas o Protocolo de Palermo aponta para três áreas de atuação fundamentais para que a ação seja mais efetiva e eficaz:

Ø  Prevenção
Ø  Repressão e Responsabilização
Ø  Atenção às vítimas e das pessoas em situação de Tráfico

Um dos empenhos dos países signatários do Protocolo de Palermo, entre eles o Brasil, foi promover leis específicas nacionais para o enfrentamento ao tráfico de pessoas. Vejamos, pois, a trajetória no Brasil:

         DECRETO Nº 5.017, DE 12 DE MARÇO DE 2004. Ratificação da Convenção das Nações Unidas contra o Crime Organizado Transnacional Relativo à Prevenção, Repressão e Punição do Tráfico de Pessoas, em Especial Mulheres e Crianças.
         DECRETO Nº 5.948, DE 26 DE OUTUBRO DE 2006. Aprovação da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e institui Grupo de Trabalho Interministerial com o objetivo de elaborar proposta do Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - PNETP
         DECRETO Nº 6.347, DE 8 DE JANEIRO DE 2008. Aprovação do I Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas - PNETP e institui Grupo Assessor de Avaliação e Disseminação do referido Plano.
         DECRETO Nº 7.901, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2013 II Aprovação do II Plano Nacional de Enfrentamento ao tráfico de pessoas que institui a Coordenação Tripartite da Política Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e o Comitê Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas – CONATRAP

A Vida Consagrada acredita que o dia 23 de setembro oferece a todos/as uma especial oportunidade para avaliar e refletir o caminho realizado no enfrentamento ao tráfico de pessoas, um tema ainda encoberto pela indiferença e silenciado.

Desde o ano de 2008 com o I Plano Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas em alguns Estados Brasileiros há Núcleos de Enfrentamento ao tráfico de pessoas, que realizam um trabalho de conjunto e promovem debates e propostas de leis e planos estaduais de Enfrentamento ao tráfico de pessoas. Em outros Estados, pouco se fala e se faz. O caminho que temos pela frente é grande e desafiador.

Pessoas traficadas sofrem sérias conseqüências, carregam feridas profundas que afetam todas as dimensões de seu ser: biológico, psicológico, espiritual, social e relacional; a pessoa, chamada ao encontro de alteridade, plano original de Deus, quando é explorada sob esta degradante forma, é destruída, reduzida a mercadoria descartável. Isto é tráfico de pessoas, uma vergonha para nossa sociedade!

Escutando a voz de Deus que nos chama e a dor do clamor das pessoas em situação de tráfico, nós, Rede da Vida Consagrada e os Membros do GT de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas-CNBB, não queremos sossegar até que a vida continua sendo explorada, reduzida a mercadoria, usada para produzir lucro e prazer.

O dia 23 de setembro nos lembra que as leis são instrumentos fundamentais para uma ação efetiva e eficaz contra o tráfico de pessoas, mas a experiência de anos de ação em Rede ou articulados com outras iniciativas da sociedade civil, ensina-nos que uma lei é um ponto de partida, importante, mas, apenas um ponto de partida. Nossas consciências não podem ficar tranquilas e adormecidas, pois as leis tem que ser implementadas pro todos e para todos e em todos os Estados do Brasil. Para isto é necessário levantar a voz e pedir que a todos/as seja garantido o direito à vida e à liberdade, pois o tráfico de pessoas nos joga na cara, que a escravidão ainda não terminou.

Convidados à Ação

Nesta data os 20 grupos da Rede Um Grito pela Vida, rede brasileira da Vida Consagrada comprometida no enfrentamento ao tráfico de pessoas, em parceria com o Grupo de Trabalho de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo, e com outras organizações eclesiais, governamentais e não governamentais organizam ações de sensibilização e preventiva ao tráfico de pessoas em todo o Brasil. 


Convidamos, pois, a todos e todas a participarem das atividades realizadas em diversas cidades, mas, além disto, desejamos motivar e incentivar a outras iniciativas nesta luta que não pode cessar até que não vejamos a vida efetivamente defendida, garantida, protegida. Para mais informações podem acessar o Blog www.gritopelavida.blogspot.com e se juntar à corrente de oração pelo fim do tráfico de pessoas no Brasil e no mundo inteiro. 

João Pessoa realiza atividade no dia Internacional de Enfrentamento ao tráfico de pessoas

No dia 23 de setembro o grupo da Rede Um Grito Pela Vida de João Pessoa, realizou  na praça central da cidade, das 09 às 17 hs, uma atividade, levando para a praça uma  grande gaiola, simbolizando todas as pessoas que são vitimas do tráfico.
O grupo fez panfletagem de (2.000 exemplares), e encerrou a atividade com um  ato de libertação das pessoas que são presas pela rede do tráfico de pessoas.

Encontro de formação sobre Tráfico de Pessoas - Manaus

A Rede Um Grito Pela Vida, Regional CRB Manaus Roraima, realizará no dia 5 de outubro de 2013 um encontro de formação sobre tráfico de pessoas dando enfoque a legislação sobre TP e trabalho escravo.