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domingo, 26 de setembro de 2021

Ação de Prevenção contra o Tráfico Humano em Itacoatiara (AM)


Foi com ação de prevenção que a Rede Um Grito Pela Vida em Itacoatiara (AM) marcou o dia 23 de setembro - Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

As integrantes do grupo visitaram a Instituição Mãos Solidárias, entidade que atende mulheres e crianças em situação de vulnerabilidade social. No local, com as mulheres participantes da Aula de Aerodance, foi feito um momento de formação e conscientização sobre o tráfico humano.

“Foi muito produtiva a ação. Esclarecemos situações, como se prevenir e proteger a família e filhos. Participaram desta ação:  Ana, Irmã Joemia, Rosa, Dona Jesus e Edina”. No vídeo abaixo, confira um pouco do trabalho do grupo.

A Rede Um Grito pela vida com o apoio da Prelazia de Itacoatiara, na pessoa do bispo, Dom José Ionilton.





Rede Um Grito Pela Vida de São Paulo promoverá encontro online


A Rede “Um Grito pela vida” é um espaço de articulação e ação profética e solidária da Vida Consagrada do Brasil, pertence a CRB e integra a Rede Internacional Thalita Kum criada pela UISGUI (União das Superioras Gerais), que reúne e une a Vida Religiosa Consagrada de amis de 30 países na missão de enfretamento ao tráfico de pessoas.

Embora seja uma iniciativa da Vida Religiosa Consagrada, nos últimos anos a Rede Um grito pela Vida conta também com a participação leigas e leigos comprometidos com essa desafiante realidade.

Com o Lema “Enfrentar o Tráfico de pessoas, é nosso compromisso”, procuramos desenvolver uma consciência crítica pessoal e comunitária.

Teremos uma formação (on-line) de apresentação da identidade e missão da Rede, para novos participantes no próximo dia 29 de setembro, das 19h às 21h.

sábado, 25 de setembro de 2021

Manaus/AM: Rede um Grito pela Vida vai à rua para conscientizar contra a Exploração Sexual e Tráfico


A vida religiosa assumiu o enfrentamento do tráfico de pessoas como uma das suas prioridades. Sobretudo as religiosas gastam a sola do sapato indo ao encontro das vítimas e conscientizando a população para evitar cair nas redes do tráfico e descobrir a necessidade de denunciar esse crime.

O Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, que acontece todo 23 de setembro tem sido oportunidade para que as integrantes da Rede um Grito pela Vida em Manaus, em parceria com outras pastorais, como a pastoral da sobriedade e a pastoral da AIDS, e do núcleo da Rede da Tríplice Fronteira, se fizessem presentes nos terminais de ônibus da cidade, distribuindo informação que pode evitar sofrimento em muitas pessoas.

Entre elas estava a irmã Santina Perin, que aos 80 anos não mede esforços para acompanhar a vida dos migrantes, especialmente os haitianos, ela foi missionária no Haiti por mais de 20 anos, e as vítimas do tráfico de pessoas. A religiosa insistia em que a presença na rua “ela é muito importante, porque o nosso povo, que está sofrendo, nosso povo que não tem consciência da gravidade da situação, se ele vê que alguém fala, que explica, que se empenha, ele vai tomando consciência”.

A irmã Santina destaca que “o povo acolhe e agradece”. Segundo ela, “quando estão sentados, que dá para falar, a gente explica que hoje é o Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, eles pegam e agradecem”. A religiosa da Congregação do Imaculado Coração de Maria, diz que “vale a pena, acolhem e a gente também se entusiasma com esse trabalho”.

Ao ser perguntada se a vida religiosa está comprometida com essa causa, a religiosa afirma que “a vida religiosa toda acredito que indistintamente, toda faz opção pelos pobres, e o pobre é aquele que está sofrendo”. Para a irmã Santina, “graças a Deus, neste momento, os responsáveis pela vida religiosa estão se empenhando para incentivar o trabalho nessa área”.

Ao mesmo tempo, a integrante da Rede um Grito pela Vida diz que “infelizmente também temos na vida religiosa, na vida sacerdotal, na vida dos bispos, que está temática ainda não entrou, ainda não conseguiram se dar conta de que a vida de Jesus Cristo foi essa, estar na rua, no meio dos mais pobres”.

Uma luta comum, que precisa do compromisso de todos, e que aos poucos a Igreja como um todo vai tomando consciência da necessidade de se envolver. O exemplo da vida religiosa, inclusive daquelas mulheres que com o passar dos anos não desistem em seu empenho, representa um estímulo para nossa vida como discípulos e discípulas, sempre chamados a ir ao encontro daqueles que são vítimas de uma sociedade que explora.  




























Por: Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte 1

sexta-feira, 24 de setembro de 2021

A vida não é mercadoria: "Compromisso de cuidar da vida onde ela é ferida"


 Por Padre Modino - CELAM

É de se perguntar o que pode acontecer na mente de uma menina de 8 anos que é abusada e traficada? O que uma mulher maltratada por traficantes que a forçam a se prostituir, que passa fome, pode pensar? O que elas pensam, o que sentem, mas também o que está sendo feito para superar a mercantilização da vida?

O Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, celebrado neste dia 23 de setembro foi uma oportunidade para refletir sobre uma realidade presente na sociedade de hoje, da qual mulheres e meninas representam 72% das vítimas, e para rezar pelas vítimas. Organizada pela CLAR, a Rede Clamor e as redes da vida consagrada da América Latina e do Caribe contra o tráfico humano, mais de 70 participantes se encontraram virtualmente, em um dia em que a Campanha "A vida não é mercadoria, é tráfico humano" foi encerrada.

À luz da Campanha e do Evangelho deste dia, Ir. Liliana Franco afirmou que "ver Jesus é a condição para transformar nossas vidas, para nos colocarmos ao lado das vítimas". A presidente da Confederação Latino-americana de Religiosos e Religiosas (CLAR), insistiu que "as opções têm que ser povoadas por rostos e têm que ser povoadas por histórias".

A Campanha serviu para ouvir os gritos das vítimas, mas também para denunciar aqueles que querem comercializar o mal, como disse a religiosa. Diante disso, o desafio é "ver Jesus nas vítimas, trabalhar juntos", exigindo a promoção da intercongregacionalidade e da interinstitucionalidade. O objetivo deve ser "gerar nichos afetivos nos quais a vida e a dignidade das pessoas sejam restauradas, que o que vemos nos descomponha e nos ajude a defender a dignidade humana", insistiu a Irmã Liliana.

Diante de um fenômeno que triplicou nos últimos 15 anos, como é o número de vítimas entre as crianças, cada vez mais capturadas através de redes sociais, onde se tornam vítimas fáceis, o encontro serviu para mostrar a necessidade de "uma geopolítica da esperança", para entender os territórios como lugares para defender e dar novo sentido à vida, tornando as crianças embaixadoras de um mundo melhor. Um sentimento que estava presente, como foi demonstrado nos testemunhos de dezenas de crianças, que falaram de seus sonhos, mas também de seus medos.

Como a Irmã Carmen Ugarte García denunciou, a exploração sexual existiu ao longo da história, mas é algo que está crescendo a cada dia. É mais um fruto de uma sociedade que estabelece diferenças marcantes entre homens e mulheres, que incentiva "a objetivação das mulheres, o que contribui para uma cultura global de exploração", algo a ser enfrentado a fim de promover a dignidade e a igualdade de todas as pessoas.

A representante da CLAR na Rede Talitha Kum, denunciou as "barreiras visíveis e invisíveis contra as mulheres que impedem a igualdade e a equidade", algo que está presente no mundo do trabalho e na própria Igreja. Ugarte destacou os esforços do Papa Francisco para aumentar a presença das mulheres nos órgãos eclesiais de tomada de decisões. Na verdade, segundo a religiosa, a Palavra de Deus mostra o papel da mulher na preservação da vida e a atitude de Jesus em defesa da mulher em uma sociedade marcadamente sexista.

O trabalho que a vida religiosa faz, com muitas pessoas dando suas vidas para que as vítimas possam recuperar sua dignidade roubada e as causas estruturais do tráfico sejam abordadas, foi motivo de gratidão por parte de Elvy Monzant. O secretário executivo da Rede Clamor lembrou os frutos de uma campanha realizada durante 8 meses, citando os frutos tangíveis (antologia poética, fotografias, audiovisuais) e os frutos intangíveis (experiência de comunhão entre organizações que trabalham contra o tráfico).

A irmã Rose Bertoldo recolheu em uma cuia, como expressão de tantas mulheres e homens, de tantas redes, que "ajudaram a conectar nos momentos de dor sofridos pelas vítimas do tráfico humano". A representante da Rede Um Grito pela Vida destacou que "encerramos a campanha com mais força e com a certeza de continuar o trabalho porque a violação da vida continua". É um "compromisso de cuidar da vida onde ela é ferida, das mulheres e crianças que são vítimas deste crime".

Irmãs da Divina Providência na luta contra o Tráfico de Pessoas

23 de Setembro Dia Internacional Contra a Exploração Sexual e o Trafico de Mulheres e Crianças .

Irmãs da Divina Providência apoia, soma nesta defesa a favor da vida em parceria com a Rede Um Grito Pela Vida.

"A VIDA não é Mercadoria: Vamos DEFENDER e PROTEJER  a vida de Mulheres e Crianças.


quinta-feira, 23 de setembro de 2021

Tráfico de Pessoas para exploração sexual

 

A vida não é mercadoria. Vamos combater o Tráfico de Pessoas para exploração sexual

No dia Internacional contra a exploração sexual e tráfico de mulheres e crianças, divulgamos o vídeo Tráfico de Pessoas para fins de exploração sexual. 

As mulheres e crianças são os grandes alvos do tráfico de pessoas para exploração sexual. 

Este mercado é mantido por um sistema que precisa ser enfrentado e combatido. 

Apoio: Comissão Episcopal Especial Pastoral de Enfrentamento ao Tráfico Humano – CNBB, Rede Clamor, Rede Eclesial Pan-Amazônica, Rede Um Grito pela Vida e Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Infância e da Juventude – ASBRAD.

☎️ Denuncie. Disque 100.

Dia Internacional contra a exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

23 de Setembro é o Dia Internacional contra a exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças. Nesta data, reafirmamos o nosso compromisso com a vida ameaçada. Assista a mensagem da Ir. Valmi Bohn, sdp, coordenadora nacional da Rede Um Grito Pela Vida.

Rede Um Grito Pela Vida
Facebook: facebook.com/redeumgritopelavida

terça-feira, 21 de setembro de 2021

Atividade de prevenção contra o tráfico de pessoas leva informação para estudantes em Manaus


Na Semana de mobilização pelo Dia Internacional contra a exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças, a Rede Um Grito Pela Vida, núcleo de Manaus, tem uma agenda intensa de visitas e formações promovida com os alunos da rede pública da capital do Amazonas.

Nas visitas, os/as integrantes da RUGPV transmitem aos alunos e alunas – adolescentes em sua maioria – as informações sobre o que é o tráfico de pessoas, as diferentes modalidades do crime, formas de aliciamento, como se prevenir e denunciar a ocorrência de casos. Os estudantes também recebem material informativo.













  


Mulher: principal alvo do tráfico humano


De acordo com as Nações Unidas, em publicação de fevereiro deste ano, as vítimas do sexo feminino continuam sendo os alvos principais. Quase metade das vítimas identificadas em nível global eram mulheres adultas e 20% meninas. Outros cerca de 20% eram homens adultos e 15% meninos. 

Nos últimos 15 anos, o número de vítimas aumentou e alterou o perfil. A proporção de mulheres adultas caiu de mais de 70% para menos da metade. Em relação às crianças, a alta foi de cerca de 10% para mais de 30%.

Saiba mais acessando o link https://bit.ly/3ENQY1V 

domingo, 19 de setembro de 2021

Live - Dia Internacional contra a exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças

 Anote na agenda e participe conosco!

Com o tema “Conhecer e prevenir”, a Rede Um Grito Pela Vida, núcleo de Belo Horizonte, promoverá live formativa em alusão  ao Dia Internacional contra a exploração sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

O evento online será transmitido pelo Facebook e Youtube (link abaixo). A live terá a participação da defensora pública em direitos humanos; Dra. Rachel Passos; Davidson,  Presidente dos conselheiros tutelares de Minas Gerais; Dra. Elza Melo, do Hospital das Clínicas Belo Horizonte e da Irmã Ivone Maria Perasse, da Pastoral Nacional de Rua.