quarta-feira, 10 de julho de 2024

O Gibi

O Gibi - 1ª Edição


Contra o Tráfico de Pessoas: a história de André e Alana.
Rede Um Grito Pela Vida - CRB Nacional


Junho de muitas atividades em Autazes (AM)


O mês de junho foi marcado por uma série de atividades promovidas pela Rede Um Grito Pela Vida em Autazes, Amazonas. No dia 10, a Ir. Margarida realizou visita à Aldeia Indígena Murutinga, que pertence à Paróquia de São José, na Vila de Novo Céu.

Durante a visita, Ir. Margarida conduziu uma formação na Escola Manoel Miranda, abordando temas como o tráfico de pessoas e o abuso sexual de crianças e adolescentes.

"Consegui passar nos três períodos, reunindo os alunos de duas em duas salas. No final do período matutino, reuni professores e funcionários. Houve boa participação e interesse, pude perceber isso através dos vídeos e panfletos que utilizei. Acredito que estas ações tenham despertado a todos para essa problemática, que tem se mostrado fortemente presente em Autazes", relatou Ir. Margarida.

Além disso, o grupo também esteve na Escola Raimundo Sá, em Autazes, onde realizou uma palestra para os alunos sobre o trabalho infantil, ressaltando a importância da conscientização e do combate a essa prática.

Essas atividades refletem o compromisso da Rede Um Grito Pela Vida em promover a educação e a conscientização sobre questões sociais críticas, visando à proteção e ao bem-estar das comunidades locais.



segunda-feira, 8 de julho de 2024

Intervenção Social marcou a saída dos barcos para o Festival de Parintins


No dia 26 de julho, uma ação de intervenção social  levou mais conscientização às pessoas que embarcaram em Manaus (AM) rumo ao Festival de Parintins. Com o tema "Vamos caprichar e garantir o cuidado com a vida. Não ao tráfico de pessoas", a iniciativa chamou a atenção para a importância da prevenção ao tráfico humano, exploração sexual e outras formas de exploração, prezando pelo cuidado com a vida.

A ação contou com a participação ativa da Pastoral da Aids, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e da Vida Religiosa, todos em parceria com a Rede Um Grito pela Vida. A Irmã Rosa Elena Ciprés Dias, representante da  CRB Nacional que visitou Manaus, participou do ato.

Juntos, os grupos reforçaram a mensagem de conscientização e proteção, buscando sensibilizar os viajantes e a comunidade sobre os riscos a erradicação do tráfico de pessoas.

Os participantes distribuíram materiais informativos, promoveram diálogos e forneceram orientações para identificar e denunciar situações suspeitas. A intervenção foi bem recebida pelos passageiros.








Núcleo de Salvador presente na Romaria da Terra e da Água


A Rede Um Grito Pela Vida - Núcleo de Salvador (BA), esteve presente na 47ª Romaria da Terra e das Águas, em Bom Jesus da Lapa, cujo tema central foi: "De mãos dadas por justiça socioambiental para salvar a Casa Comum" e o lema "Farei uma nova aliança com meu povo" (Jeremias 31:31).

Selma Sena e Edson Oliveira, integrantes do núcleo de Salvador  participaram ativamente deste evento. Em parceria com o grupo Igreja em Saída, a Rede animou o Plenarinho Fé e Política, contando com a assessoria de Daniel Seidel, da equipe Justiça e Paz e do grupo Fé e Política. O foco foi o fortalecimento da articulação de "Encantar a Política", especialmente relevante em um ano de eleições municipais, destacando a importância de compreender os motivos pelos quais votamos em cada candidato.

Dada a grande participação de pessoas, integrantes da Rede realizaram uma Intervenção Social, distribuindo diversos materiais de comunicação da Rede e compartilhando sua missão de enfrentar o tráfico humano através do diálogo.

É muito importante para nós reconhecer o fortalecimento de nossa atuação, especialmente junto aos nossos jovens!







sexta-feira, 5 de julho de 2024

Rede Um Grito Pela Vida presente na Festa do Divino Pai Eterno


A cidade de Trindade (GO) está em festa nestes dias com a celebração da Festa do Divino Pai Eterno, atraindo uma grande presença de público durante todos os dias da novena.

A Rede Um Grito Pela Vida marca presença no evento promovendo a mensagem de prevenção e erradicação do tráfico de pessoas.

Durante o movimentado desfile dos carros de boi, um dos momentos mais aguardados, religiosas do núcleo de Goiânia promoveram uma intervenção social. Em parceria com a Pastoral da AIDS, foram distribuídos folhetos informativos, visando conscientizar os participantes sobre a gravidade do tráfico humano e a importância da prevenção.

Que o Divino Pai Eterno interceda pela vida de todas e todos que sofrem com o tráfico de pessoas, e suscite em muitos o desejo de participar da luta pela dignidade humana e por uma vida sem tráfico de pessoas.



Rede Um Grito Pela Vida chega a Santo Antônio de Içá (AM)


Com muita alegria anunciamos: Chegamos em Santo Antônio de Içá (AM).

Nosso grito vai ecoar pelo rio, pelas ruas e por todos os cantos dessa linda cidade.

Após uma formação com líderes da Paróquia Santo Antônio de Lisboa em 24 de junho, a comunidade iniciou a articulação de um novo núcleo da Rede Um Grito Pela Vida. A atividade contou com a participação da coordenadora da Região Amazônica, Irmã Michele da Silva, ICM.

O grupo está empolgado em abraçar a luta pela erradicação do tráfico de pessoas e já definiu a data oficial para a inauguração do núcleo: 28 de julho próximo.

Santo Antônio do Içá, localizado no estado do Amazonas, tem cerca de 23 mil habitantes (IBGE, 2021) e está situado na região norte do Brasil, fazendo fronteira com a Colômbia. Além de sua população, o município é conhecido por sua vasta biodiversidade e pela presença de comunidades indígenas.






Núcleo de Salvador participa do lançamento da Campanha Coração Azul

Ir. Altair, Márcia Rodrigues (Coordenadora da Rede - Núcleo de Salvador), Trícia Calmon (Superintendente de Apoio e Defesa aos Direitos Humanos da SJDH), Alessandra e Sara (Representantes do Projeto Força Feminina).


O Núcleo de Salvador da Rede Um Grito Pela Vida participou, no dia 04 de julho,  do lançamento oficial da Campanha Coração Azul, de prevenção e combate ao tráfico de pessoas, promovida pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia.

Ao longo deste mês, na capital e interior, ações serão desenvolvidas na capital e no interior com foco no esclarecimento da população.

A campanha Coração Azul foi lançada pela Organização das Nações Unidas (ONU) como uma iniciativa global para aumentar a conscientização e combater esse crime hediondo. A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos da Bahia (SJDH), tem organizado todo ano um evento com as/os parceiras/os na defesa da vida e dos Direitos Humanos.

A Rede Um Grito Pela Vida foi representada por Márcia Rodrigues (Coordenadora do Núcleo) e Ir. Altair Messias. A Rede vem trabalhando assiduamente na prevenção e no combate ao tráfico de pessoas através de intervenções sociais, de formação e informação contínua para as comunidades e grupos das mais variadas áreas da sociedade. 

A partir do tema “Liberdade não se compra. Dignidade não se vende”, a SJDH divulgará a mensagem de enfrentamento ao crime nos estádios de futebol, em rodas de diálogo nas escolas e em universidades, estações de metrô, em eventos populares e em outros pontos de grande movimentação, com a distribuição de materiais informativos, iluminação de prédios públicos, durante o mês todo, com a cor azul, além de fortalecer campanhas de mídia digital nas páginas de governo.




segunda-feira, 1 de julho de 2024

Roteiro Orante - Julho

Julho é um mês importante para a nossa luta. No dia 30 celebraremos o Dia Mundial de Prevenção ao Tráfico de Pessoas. A Campanha Coração Azul é a ação que nos une nas atividades de visibilidade da causa.

Neste sentido, a Rede Um Grito Pela Vida convida a rezar e agir a partir da inspiração desse dia especial. Com a produção feita pelo Núcleo de Belo Horizonte, publicamos o Roteiro Orante de Julho.

“Essa campanha é um convite à reflexão e à renovação do compromisso com a defesa e o cuidado da Dignidade e da Integridade de todas as pessoas. Homens, mulheres e crianças são comprados e vendidos como escravos pelos novos mercadores de seres humanos. Diante dessa realidade somos convidados a nos colocar diante do Senhor, na confiança de que Deus vai no ajudando a acender as luzes necessárias pelo caminho.”, destaca o texto.

Acesse o arquivo, baixe, leia, reflita e reze na Igreja, na comunidade religiosa, em grupo, nas reuniões dos núcleos, dos sindicatos, nos grupos.

Clique aqui e baixe o roteiro orante

sexta-feira, 21 de junho de 2024

Atividade de Formação em Santo Antônio do Içá (AM)


A Rede Um Grito Pela Vida foi parceria  do evento de capacitação promovido pela Prefeitura de Santo Antônio do Içá, no Amazonas, com a finalidade de abordar o tema do tráfico de pessoas.

A capacitação contou com a participação de trabalhadores das equipes do CRAS, CREAS e Rede de Proteção (Educação, Saúde, Ministério Público) e insere-se no contexto da formação, ação essencial para a informação e prevenção ao tráfico humano.

A atividade foi assessorada pela Irmã Michele da Silva, referencial  da Região Amazônia, que abordou o conceito, modalidades do tráfico, formas de denúncia e enfrentamento, além disso, Irmã Michele provocou os presentes a somarem nessa missão pela vida e dignidade das pessoas.


quarta-feira, 19 de junho de 2024

Comissão Episcopal Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano em saída

Foto: Cláudia Pereira


Por: Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1

De 17 a 23 de junho de 2024, a Comissão Episcopal Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano (CEPEETH) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), está realizando uma missão no Estado de Roraima, na fronteira com a Guiana e a Venezuela. Uma comissão que segundo seu presidente, dom Adilson Pedro Busin, bispo da diocese de Tubarão (SC), tem entre seus objetivos “a conscientização, a incidência política e eclesial”.

Integrante da comissão, a Rede Um Grito Pela Vida participa da ação.

Tráfico de pessoas, uma realidade escondida

A missão ajuda a “trazer a temática do tráfico humano, que ele é escondido, inclusive as vítimas são escondidas”, ressalta o bispo. Estamos diante de um problema social mundial, que o Papa Francisco tanto insiste. A incidência deve ser dupla, segundo dom Busin, “ad intra da própria Igreja, para nós tomarmos consciência desse problema grave, dessa chaga da humanidade, como diz o Papa Francisco, e da sociedade”.

Diante da realidade de Roraima, com uma ebulição migratória e tantas “fronteiras porosas”, a visita da comissão quer com que “essa temática do tráfico humano seja exibido, visibilizado, seja sentido, que chegue ao coração, à mente das pessoas, no mundo da política e na sociedade, com políticas públicas que venham a enfrentar o tráfico de pessoas”, destaca o presidente da comissão.


Roda de conversa na Guina – Foto: Cláudia Pereira

Fronteira Brasil-Guiana: vulnerabilidades comuns

Na fronteira entre o Brasil e a Guiana, o fluxo de venezuelanos, cubanos e haitianos é constante. Os migrantes chegam muitas vezes em situação de extrema pobreza, sendo muito grande a demora para conseguir documentação, que é tramitada em Boa Vista, com uma lista de espera de mais de cem migrantes em Bonfim, que pelo fato de não ter documentação são vítimas fáceis das redes de exploração. Tanto em Bonfim (Brasil), como em Lethem (Guiana), uma região com predominância de indígenas Wapichana, os povos originários não se submetem às fronteiras dos brancos, a Igreja católica dá assistência aos migrantes, sempre de portas abertas para dividir o pouco que eles têm.

Na região de fronteira, as vulnerabilidades são comuns, uma delas é o tráfico de mercúrio, usado no garimpo ilegal, com vínculos estreitos com fações do crime organizado, que produz graves doenças e diversas explorações na população local e nos migrantes, e que nos leva a refletir sobre o tema da 39ª Semana do Migrante, “Migração e Casa Comum”. Para superar as diversas vulnerabilidades, a CEPEETH, fiel a Jesus de Nazaré, que quer vida em abundância para todos e todas, apresentou materiais que sistematizam o trabalho da Igreja do Brasil no enfrentamento ao tráfico de pessoas, que é crime e tem que ser denunciado, somando com diversas instâncias eclesiais, em vista de incidir nas mudanças estruturais que levem o poder público a assumir sua função, a criar políticas públicas, que muitas vezes surgem a partir da mobilização.

 São histórias de sofrimento, relatadas por aqueles que lhes acolhem e acompanham, que também são vivenciadas pelos migrantes que passam nesta fronteira, abandona pelo poder público. Diante disso, uma das demandas é a presença da Polícia Federal na fronteira, uma dificuldade diante da falta de pessoal no Estado, mais uma expressão do Estado mínimo, que quer ser instaurado em tantos países, segundo insistiu o bispo de Roraima, dom Evaristo Spengler. Se faz necessário estreitar laços transfronteiriços, juntar forças, buscar propostas concretas, gerar processos conjuntos, uma dinâmica que pode contar com a colaboração da comissão. Ao mesmo tempo não é fácil enfrentar alguns problemas comuns, dada a legislação diferente em cada país, o que demanda maior mobilização popular que crie consciência e possibilite mudanças.

Foto: Cláudia Pereira

 Ir ao encontro dos invisíveis

Olhando para dentro da Igreja, dom Adilson Busin insiste em “tomarmos consciência desse problema que faz parte da Igreja que vai ao encontro dos últimos e desses invisíveis, vítimas do tráfico humano”. Para a Igreja do Brasil, na perspectiva do enfrentamento ao tráfico humano, teve grande importância a Campanha da Fraternidade de 2014, “Fraternidade e Tráfico Humano”, um grande marco na conscientização das comunidades, paróquias e dioceses, que amadureceu a criação do grupo de trabalho que depois deu passo à comissão, a quem muitas vezes, dentro da Igreja, é delegado o enfrentamento dessa realidade.

O bispo de Tubarão insiste em “não deixar esquecer, porque as vítimas são esquecidas”, mesmo sabendo que “o tráfico é presente, está na nossa sociedade em suas diversas modalidades”, citando o tráfico de órgãos, a exploração sexual de crianças e adolescentes, o trabalho análogo à escravidão. O bispo faz um chamado a nos conscientizarmos da Doutrina Social da Igreja, ver as vítimas do tráfico humano como “uma das tantas categorias que são vulneráveis, e ao mesmo tempo, uma das categorias mais invisíveis, porque ele é tão sutil, e é difícil de alcançar por causa de toda a problemática que envolve o tráfico de pessoas”.

 A tentação de culpar o estrangeiro

Refletindo sobre a Campanha da Fraternidade 2024, “Fraternidade e Amizade Social”, que tem como lema “Vós sois todos irmãos e irmãs”, dom Adilson Busin afirma que “uma das tentações do mundo atual, não só no Brasil, é a polarização que nós vemos, as guerras, a violência, uma sociedade irada, onde nós nos sentimos acuados”. Lembrando que no decorrer da história encontramos os bodes expiatórios, o bispo ressalta que “neste momento em muitos países, e nós temos tentação também no Brasil, de culpar a quem é estrangeiro, quem vem de fora”.

Nessa perspectiva, o presidente da comissão denuncia que “a xenofobia é o ápice da irracionalidade”, fazendo um chamado a olhar a Campanha da Fraternidade de 2024 e o convite do Papa Francisco ao cuidado da casa comum, que o leva a dizer que “não tem ninguém de fora, as fronteiras estão ali, como limites políticos, geográficos, mas é uma contradição do Evangelho olhar o irmão como um problema”. Nessa perspectiva, o bispo sublinha que “os problemas estão aí para que nós como Igreja, como sociedade, como governos e como Nações Unidas, tratemos os migrantes não com esse olhar infeliz de achá-los culpáveis, como causa dos problemas”.

Frente a isso, afirma que “eles estão aí porque são a parte mais frágil de nossas economias, do nosso mundo, das mudanças climáticas”, vendo os migrantes, sobretudo os pobres, como “essa ponta em que aparece mais uma humanidade frágil, e diante de uma humanidade frágil, a Igreja tem que ser profeta e a partir deles buscar a acolhida e diferentes soluções dignitárias para esses problemas”.

Foto: Cláudia Pereira

Fonte: https://cepastcnbb.org.br

Rede apoia luta para o assassinato de Julieta Inés Hernández seja reconhecido como feminicídio


Na segunda-feira, 10 de junho, a Rede Um Grito Pela Vida se somou ao movimento de mulheres na intervenção social que reivindica que assassinato de artista circense  Julieta Inés Hernández, conhecida como Miss Jujuba seja reconhecido como feminicídio.

Segundo o portal G1, Julieta desapareceu no dia 23 de dezembro, em Presidente Figueiredo, no Amazonas. O corpo foi encontrado dia 6 de janeiro, duas semanas depois. Absurdamente, o crime foi enquadrado como latrocínio.

A ação, liderada pela família da artista lidera uma campanha pelo reconhecimento do feminicídio. A Rede Um Grito Pela Vida, representada pela Irmã Michele da Silva, icm, participou do ato, reforçando seu compromisso na luta contra toda e qualquer forma de violência contra as mulheres, além de defender justiça para Julieta.


 A irmã de Julieta, Sophia Hernández, argumenta que a violência sofrida pela artista, incluindo estupro e queima do corpo, caracteriza misoginia e xenofobia, merecendo a reclassificação para feminicídio.



Julieta era fundadora da Rede Venezuelana de Palhaças e viajava pelo Brasil de bicicleta quando foi assassinada. O Ministério das Mulheres apoiou a reclassificação, destacando a importância de tratar crimes de gênero de forma adequada. Especialistas e familiares ressaltam que reconhecer o crime como feminicídio é crucial para a justiça e a memória de Julieta e outras mulheres vítimas de violência.

Especialistas e familiares ressaltam que reconhecer o crime como feminicídio é crucial para a justiça e a memória de Julieta e outras mulheres vítimas de violência.

A mobilização passou pelo Tribunal de Justiça do Amazônia, OAB-AM, Assembleia Legislativa e na cidade de Presidente Figueiredo.






Com informações de Nexo Jornal.


Núcleo de Salvador debate o trabalho infantil em evento no Ministério Público da Bahia


A Rede Um Grito Pela Vida, Núcleo de Salvador, participou no dia 10 de junho, de evento alusivo ao Dia Nacional de Enfrentamento ao Trabalho Infantil - Fetipa em Rede Contra o Trabalho Infantil, realizado na Sede do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

O Evento do FETIPA abordou algumas Estratégias de Combate ao Trabalho Infantil no Estado, no Município e no Brasil.

Com Representantes de diversas Instituições, o encontro debateu metodologias e ações práticas para fortalecer o combate ao trabalho infantil na atualidade.


A Rede Um Grito Pela Vida foi representada pela Coordenadora do Núcleo de Salvador, Márcia Rodrigues, e a integrante da Rede, Selma Sena, o Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5) foi representado pela Gestora Regional do Programa de Combate ao Trabalho Infantil e Estímulo à Aprendizagem, juíza Viviane Martins, e a gestora Regional do Programa Trabalho Seguro da Justiça do Trabalho, juíza aposentada Rosemeire Fernandes, acompanhadas do chefe da Divisão de Sustentabilidade, Acessibilidade e Inclusão, Sandro Miccuci.

O evento contou com a presença de diversas autoridades do Estado e da Sociedade Civil que estão comprometidas com a causa.

Dentre os vários painéis, houve o que contou com a participação do advogado Felipe da Cunha, que contou com o debate entre a promotora de Justiça, Márcia Rabelo e a defensora pública, Gisele Aguiar, que interagiu com alunas/os presentes.

“É visível que a nossa sociedade tem necessidade de uma atuação mais efetiva e afetiva das diversas Instituições, que congreguem o máximo de esforços do Setor Público e da Sociedade Civil para proteção efetiva de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Essa parceria foi um dos pontos centrais discutidos nas demais palestras do evento.  Todas as pessoas que participaram do evento, destacaram que o sucesso do evento representa a união de esforços de diversas instituições para o enfrentamento do trabalho infantil, que afeta uma em cada dez crianças do mundo.”, destacou Márcia Rodrigues.







terça-feira, 11 de junho de 2024

Rede um Grito pela Vida em Crateús – Ceará.



No dia 06 de junho, aconteceu o seminário celebrativo “60 ANOS DA DIOCESE DE CRATEÚS”. Neste evento, a Rede um Grito pela Vida reacendeu a Esperança para o enfrentamento ao tráfico de pessoas e o trabalho análogo à escravidão neste chão de profecia.

O acontecimento fez parte da programação jubilar, em preparação à comemoração dos 60 anos da diocese, e também da 19ª Feira da Agricultura Familiar de Crateús. O seminário contou com a participação de 160 pessoas, representantes das diversas paróquias da diocese, pastorais, grupos, movimentos e instituições, tais como: conselho tutelar, conselho de assistência social, conselho de educação, universidades, polícia militar, guarda municipal e outras.



Metodologicamente, o programa do evento dividiu-se em tendas temáticas, sendo:

Tenda I “Nas Trilhas da Defesa da Vida: as faces e cicatrizes do Tráfico Humano e Trabalho Escravo. O que é, como surgiu, como se organiza a RGPV? Qual a missão da Igreja diante desse desafio?” Assessoria: Ir. Sirleide – Coordenação Nacional da Rede.

Tenda II - “Nas Trilhas da Defesa da Vida: A incidência política da ação da RGPV e da Campanha de Olho Aberto para não virar Escravo”. Assessoria: Chiquinho – Coordenação da CPT Ceará e membro da RGPV.

Tenda III - “Corresponsabilizar o Poder Público e Sistema de Justiça na defesa da Vida: efetivar as Políticas Públicas para garantir direitos e cidadania”: Assessoria: Jamina Teles - Coordenadora do Programa Estadual de Atenção ao Migrante Refugiado e Enfretamento ao Tráfico de Pessoas (NETP-PAAHM e Vládia Mourão - Técnica da Coordenadoria de Políticas Públicas dos Direitos Humanos à frente da Política de Enfrentamento e Erradicação ao Trabalho Escravo da Secretaria dos Direitos Humanos do Estado do Ceará.

Na abertura do seminário, o bispo Diocesano, Dom Ailton Menegussi, destacou a importância do tema e o quanto é relevante o nosso trabalho como Igreja. Falou sobre Santa Bakita e disse: “precisamos torná-la conhecida, nossas paroquias precisam tê-la como padroeira”. Acrescentou ainda que esse é um primeiro passo nessa discussão sobre o tema, e que continuará aprofundando o tema com a possibilidade até mesmo da criação de um núcleo na diocese.

Após o almoço, seguimos para a praça do pirulito, onde aconteceu a 19ª Feira Regional da Agricultura Familiar e Economia Popular Solidária de Crateús.

No espaço foi reservado uma barraca para exposição do material da Rede um Grito pela Vida, sobre o tráfico de pessoas, o trabalho educativo e de prevenção. Na oportunidade, abordamos e conversamos com os transeuntes, visitantes, feirantes, distribuímos materiais flays, cartilhas, folderes sobre a RGPV.

Estiveram presentes como articuladoras deste seminário, os técnicos da Cáritas Diocesana de Crateús, na pessoa de Sra. Dulce, Sra. Fatinha Veras, do Conselho diocesano de Pastoral e Pastoral dos Pescadores, William da CPT, Ir. Vivian da Congregação Missionárias da Imaculada – PIME, Ir. Cristiane da Fraternidade Esperança, Ir. Luziete das Irmãs da Providência. 

Seguimos confiantes de que a semente da Rede um Grito pela Vida foi plantada, que surtirá efeitos.

Como RGPV, que possamos voltar à Diocese de Crateús para oficializar a criação de um novo núcleo. As pessoas envolvidas na realização do seminário têm total interesse em continuar aprofundando a temática e amadurecendo a aspiração de ter uma espécie de grupo de trabalho, ou seja, um núcleo da rede.

Nossa gratidão ao Dom Ailton, à equipe articuladora e organizadora do evento, Dulce, Fátima, William, às irmãs: Vivian, Cristiane, Luziete e a Ir. Elizabeth – Núcleo da Rede de Fortaleza que contribuiu para que pudéssemos chegar a esse momento profético diante de pauta tão desafiadora como tráfico de pessoas e trabalho escravo e que nos interpela como Rede um Grito pela Vida que “Enfrentar o tráfico de pessoas é nosso compromisso”.



Ir. Sirleide – Coordenação Nacional
Chiquinho – CPT – Ceará e RGPV - Sobral.