sábado, 19 de setembro de 2020

Regional Bahia acerta os detalhes para mobilização para o 23 de setembro

Durante encontro realizado no último dia 16 de setembro, a Rede Um Grito Pela Vida, núcleo da Bahia, acertou os últimos detalhes para a mobilização de 23 de setembro - Dia Internacional contra a exploração sexual de crianças e mulheres. A ação levará conscientização como prevenção ao Tráfico Humano. O grupo acertou ainda os detalhes para a produção artística do card que representará o grupo no concurso nacional que a Rede Um Grito Pela Vida promoverá.


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Grito virtual: Regional da Bahia promoveu ação no Grito dos Excluídos/as

Em grande parte do Brasil, o tradicional evento do Grito dos Excluídos/as deixou as ruas para ocupar o espaço virtual, por conta da pandemia do novo coronavírus. Foi assim que a Rede Um Grito Pela Vida, regional de Salvador (BA), fez para levar a mensagem da “vida em primeiro lugar”.

Em 2010, o evento teve como lema “Basta de Miséria, preconceito e repressão! Queremos trabalho, terra, teto e participação”. Em vídeo, a Irmã Marta deixou o recado por mais vida, justiça, moradia e saúde.

Confira:



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sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Live: Exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças


23 de setembro é dia de luta! Em todo o mundo se celebra o Dia internacional contra a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças. Juntamente com a Conferência dos Religiosos/as do Brasil, a CRB Nacional, a Rede Um Grito Pela Vida promove uma live para debater o tema.

A transmissão acontecerá no dia 21 de setembro, com transmissão via facebook e youtube da CRB Nacional.

Compartilhe esse convite!

Núcleo do Rio Grande do Sul promove mobilização virtual

Com a proximidade do Dia internacional contra a exploração sexual e o tráfico de mulheres e crianças, em 23 de setembro, o núcleo gaúcho da Rede Um Grito Pela Vida promove uma campanha virtual de esclarecimento e prevenção aos casos de tráfico humano.

Nos dois primeiros vídeos, as Irmãs Maria helena Lorscheider, idp, e Michele da Silva, icm, abordam a história e atuação da Rede Um Grito Pela Vida, bem como o grave problema do trabalho escravo.

Assista


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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Grito em foco debateu a realidade brasileira


A Rede Um Grito Pela Vida no sudeste brasileiro – São Paulo e Minas Gerais - promoveu, de forma virtual, o Grito dos Excluídos/as 2010. Transmitido pelas redes sociais,  o “Grito em foco”, debateu a realidade brasileira. Participaram do debate: Irmã Cirley Covatti, Frei Marcelo, OFM Cap, Pe. Arlindo Dias e a Irmã Maria Antônia.

Assista a íntegra do “Grito em foco”:


terça-feira, 8 de setembro de 2020

Rede Um Grito Pela Vida marcou presença no Grito dos Excluídos (as) em Curitiba/PR


"A vida em primeiro lugar " é o tema do Grito dos Excluídos e Excluídas, que neste ano chegou a 26° edição. Em Curitiba, capital do Paraná, as pastorais sociais e entidades envolvidas, entre elas, a Rede Um Grito Pela Vida, celebraram a data com uma missa.

Devido à pandemia, o evento foi diferente. As reflexões do Grito dos Excluídos nortearam a Celebração Eucarística presidida pelo arcebispo Dom Antônio Peruzzo, na Catedral Basílica da Arquidiocese. Não houve o tradicional protesto.

“Pela valorização da vida, da dignidade da pessoa humana, da construção do bem comum e da justiça social, a Rede Um Grito Pela Vida se fez presente neste missa” disse a Irmã Marfiza Marcelino da Silva, idp, que participou do evento juntamente com a leiga Elizete Santana.





Assista a íntegra da celebração:

MANAUS: Grito dos Excluídos/as clama pelo fim da Miséria, do Preconceito e da Repressão


 O 26º Grito dos Excluídos e Excluídas mobilizou pastorais sociais da Arquidiocese de Manaus na tarde do feriado do dia 07 de setembro. A Rede Um Grito Pela Vida marcou presença.

O ato aconteceu na Orla do Rio Negro, no Bairro São Raimundo, com algumas lideranças das diversas pastorais, movimentos sociais e organismos. Considerando o momento de distanciamento social, o evento também foi transmitido virtualmente pela Rádio Rio Mar e redes sociais.

Como tem acontecido em muitas cidades do Brasil, Manaus celebrava o Grito dos Excluídos em um evento fechado, com representantes das pastorais sociais e a presença do arcebispo, Dom Leonardo Ulrich Steiner. O evento, que aconteceu na beira do Rio Negro, foi momento para escutar o grito da juventude, que clamava por educação, por direitos, por ser ouvida; o grito da terra, que a través da Comissão Pastoral da Terra, denunciava a concentração da terra e o êxodo rural; o grito da população que vive na rua, ainda mais invisibilizada e esquecida neste tempo de pandemia; o grito dos operários, que perderam seus direitos com a reforma trabalhista e a reforma da previdência, e hoje estão sofrendo as consequências de um modelo trabalhista cada vez mais explorador.


O Brasil é um país onde o preconceito se faz presente, algo que traz os elementos que geram a morte, situações contra as que se faz preciso gritar. Um grito que deve ser lançado contra a violência, que atinge especialmente as mulheres e as crianças no Amazonas, que atinge os povos indígenas e comunidades tradicionais, como tem acontecido no Rio Abacaxis, nos municípios de Borba e Nova Olinda do Norte, uma situação denunciada pelos movimentos e pastorais sociais, também pelos bispos do Regional Norte 1 da CNBB.

A pandemia tem sido um momento em que escrachou uma realidade de miséria presente no Brasil, onde mais de 60 milhões de pessoas recebem o auxílio emergencial, o que demostra que muitas pessoas vivem do trabalho informal. Em um mundo onde a concentração de renda só aumenta, nos deparamos com pessoas que nasceram miseráveis e morrerão miseráveis, não terão nenhuma possibilidade de mudar de vida, como foi denunciado pelo Vice-presidente da Cáritas da Arquidiocese de Manaus. Estamos diante de uma situação desumana, com um estado que não cuida do seu povo, segundo o padre Alcimar Araujo, que apelava a fazer algo para mudar essa realidade, insistindo em que a gente não pode ficar calado.

 

O Grito dos Excluídos tem a força da presença de Jesus, não podemos esquecer isso, segundo Dom Leonardo Ulrich Steiner, afirmando que “o fazemos porque é expressão da nossa fé”. O arcebispo de Manaus vê o grito como “tentativa de reconciliação, essa tentativa de ajudar a abrir os olhos, de despertar as pessoas para a gravidade das relações deturpadas em que nós nos encontramos”. Para Dom Leonardo estamos diante de uma oportunidade de “ir ao encontro das pessoas, ir ao encontro dos irmãos e irmãs e oferecer reconciliação, e oferecer harmonia, e oferecer a fraternidade, e oferecer a justiça”. Isso é algo que “fazemos como Igreja, é por isso que não temos medo de fazer o Grito dos Excluídos e tentarmos ajudar as pessoas para abrir os olhos para um momento grave em que nós nos encontramos, onde estão os pecados na nossa sociedade, onde nós estamos completamente desencontrados na nossa sociedade”.



Com o Grito dos Excluídos, segundo o arcebispo de Manaus, “estamos percebendo, e ajudando as pessoas a perceber, que é possível ter um novo céu, uma nova terra”, algo que Dom Leonardo identificava com o bem viver. Ele afirmava que “terra e céu é tudo, é a totalidade, que está desarmonizada, que está sendo agredida, violentada”, fazendo um apelo a “acordar as consciências para uma necessária reconciliação”. Mesmo sem resultados, se assim o fizermos, “nós estaremos apenas reafirmando que Ele está no meio de nós, que Ele continuará sempre no meio de nós, e nós continuaremos a trabalhar, a fazer o Grito dos Excluídos, a fazer sempre o grito daqueles que são excluídos e marginalizados”.

O Grito dos Excluídos em Manaus tem sido momento para lançar um manifesto à sociedade por parte das pastorais sociais da Arquidiocese, um grito pela ética, por justiça e por verdade, em uma sociedade em que a mentira se tornou “o modo de fazer política e de governar”. Um grito contra o pseudo patriotismo, mas que privatiza tudo e “condenada a nascer, viver e morrer na miséria”. Um grito de compromisso concreto com saúde da população, mas que vê como o SUS é objeto de corrupção.

O manifesto denuncia que “a vida dos seres humanos e do meio ambiente encontram-se em perigo”, afirmando que “a vida em primeiro lugar é o grito das populações vulneráveis (indígenas, pobres da periferia, moradores de rua, migrantes)”, vítimas da desigualdade socioeconômica. Também denuncia a situação que vivem as populações indígenas, os pobres que moram nas periferias, a população de rua, os migrantes, coletivos para quem o manifesto reclama dignidade. Junto com isso, o Grito dos Excluídos tem sido momento para denunciar a destruição da beleza natural da Amazônia, vítima de saques criminosos. É um grito que quer “garantir que a presente e as futuras gerações possam gozar da beleza da Amazônia viva”.

MANIFESTO GRITO EXCLUIDOS 2020







Por Pe. Luis Modino – Colaboração para o site Arquidiocese de Manaus


UNODC e parceiros lançam campanha nos aeroportos para reduzir o tráfico de pessoas

 O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), o Brasil e outros parceiros, lançaram a iniciativa Liberdade no Ar, que vai sensibilizar funcionários de companhias aéreas e aeroportos para que sejam capazes de detectar potenciais casos de tráfico humano.

O transporte aéreo doméstico e internacional é um método utilizado pelos traficantes de pessoas para transferi-las para as cidades e países onde serão exploradas para fins lucrativos.

Os funcionários de companhias aéreas e aeroportos têm papel fundamental a desempenhar na detecção de potenciais casos de tráfico, na assistência às vítimas e na ajuda às investigações, o que poderia levar ao desmantelamento das redes criminosas envolvidas ou à condenação dos principais perpetradores.

Segundo a procuradora do Ministério Público do Trabalho, Andrea da Rocha Carvalho Gondim, é essencial sensibilizar os assistentes de bordo, o pessoal em solo nos aeroportos e os passageiros para o tráfico de pessoas. A procuradora, que processa casos de tráfico de pessoas relacionados à exploração do trabalho, explicou que teve a ideia do projeto após ler sobre uma comissária de bordo americana cujas ações levaram ao resgate de uma adolescente, acompanhada por um traficante no voo.

“Essa campanha é dirigida a potenciais vítimas, que são brasileiros que deixam o país, voando para outra cidade no Brasil ou estrangeiros que chegam ou transitam pelo nosso país”, acrescentou.

Nesse projeto, que tem duração de quatro anos, os aeroportos de todo o Brasil irão transmitir vídeos e distribuir folhetos e histórias em quadrinhos.

Esse material multilíngue explica os truques dos traficantes, as razões pelas quais as pessoas se tornam vítimas desse crime e como o pessoal dos aeroportos e das companhias aéreas ou os passageiros podem tomar as medidas adequadas.

A Associação Brasileira de Defesa da Mulher, da Criança e da Juventude (ASBRAD) forneceu assessoria técnica na produção do conteúdo com base em sua experiência no campo do tráfico de pessoas.

As histórias apresentadas na campanha são inspiradas em casos reais e mostram ofertas falsas de trabalho doméstico bem remunerado, um contrato de modelagem internacional e uma carreira como jogador de futebol que resultam em exploração sexual e trabalhista no Brasil e no exterior.

Para a pesquisadora da ASBRAD, Graziella Rocha, é impossível dizer realmente quão difundido é o tráfico de pessoas no Brasil, porque faltam estudos oficiais atuais sobre esse tema. “Entretanto, o maior número de casos identificados pelo governo são para fins de exploração de mão de obra em setores como a agricultura, a produção de vestuário e a construção civil”.

“Os trabalhadores migram das regiões mais pobres do país para os estados mais ricos. Também temos notícias de migrantes bolivianos e haitianos sendo explorados no Brasil, bem como de mulheres chinesas”, acrescentou.

Na próxima fase da campanha “Liberdade no Ar”, os funcionários da indústria aeronáutica brasileira receberão treinamento do UNODC sobre como identificar casos de tráfico de pessoas, intervir, alertar as autoridades aeroportuárias nos países de destino e encaminhar os casos para as autoridades competentes.

“Temos cooperado com companhias aéreas e aeroportos na identificação de vítimas, desde 2016, e realizamos treinamento em toda a América Central e do Sul”, disse o oficial da seção de tráfico de pessoas e contrabando de migrantes do UNODC, Carlos Perez.

Segundo ele, quando as vítimas são traficadas por meio de companhias aéreas, o controle do traficante pode ser direto ou indireto. “Ou o traficante viaja com a vítima em um voo comercial ou há um controle indireto. Isso significa que a vítima foi ameaçada de alguma forma, segue instruções precisas durante a viagem, tem medo de alertar as autoridades e, no destino, é atendida por um membro da rede criminosa”, explicou.

Em alguns casos, os criminosos fornecem documentos fraudulentos para a viagem e os verdadeiros ou mesmo dinheiro são retidos pelo traficante na condição de que eles só serão devolvidos quando a vítima chegar.

O UNODC México já produziu um folheto para explicar os indicadores do tráfico de pessoas, que foi compartilhado em aviões e em aeroportos.

Tais sinais incluem indicadores de que os movimentos de uma pessoa estão sendo controlados, ele ou ela tem uma interação social limitada ou é incapaz de se comunicar livremente com outras pessoas.

O pessoal de check-in de voo e os funcionários da alfândega são incentivados a procurar sinais de que um passageiro não sabe o endereço de sua casa ou local de trabalho ou não está de posse de seus documentos de viagem, que estão sendo mantidos por outra pessoa.

O UNODC planeja estender a distribuição desse material a outros países no futuro.

Regional Bahia Sergipe planeja atividade

Em vista do 23 de setembro – Dia Internacional contra a Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças – o regional Bahia/ Sergipe da Rede Um Grito Pela Vida promoveu reunião virtual para planejar as ações para a data. A equipe planeja ações que levem informação como ação de prevenção ao Tráfico Humano.




quinta-feira, 3 de setembro de 2020

Rede Um Grito Pela Vida tem nova coordenação no Rio Grande do Sul

O Núcleo da Rede Um Grito Pela Vida no Rio Grande do Sul tem nova coordenação. Em reunião virtual, realizada no dia 1º de setembro, o grupo também projetou ações para o mês de setembro, que tem no dia 23,  Dia Internacional de Combate à Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

O grupo também acolheu novas integrantes que somarão forças na missão. Juntas com a Igreja e com as diversas entidades de defesa da vida no planeta, o grupo rezou em sintonia com o tempo de cuidado da criação.

Foi avaliada a live realizada pelo Núcleo, por ocasião do Dia Mundial de Combate ao Tráfico de pessoas, em 30 de julho. A atividade virtual foi positiva, como também o vídeo produzido pela equipe. Assista aos vídeos ao fim desta matéria.

Já para o mês de setembro o núcleo gaúcho participará da formação geral virtual no sábado, dia 05, cujo tema é “Cuidando de quem cuida”. Além disso, está programada a live “Dia Internacional contra o Tráfico de Mulheres e Crianças”, que será realizada no dia 21 de setembro, às 20h, via facebook da CRB Rio Grande do Sul.

“Será encaminhado um roteiro de oração para o dia 23/09. O grupo também decidiu elaborar um Card, vídeos curtos com os Materiais da Rede, sobre diversas temáticas relacionadas ao Tráfico de Pessoas, sendo distribuídas as tarefas entre as participantes” disse a Irmã Maria Helena Lorscheiter, idp.

ELEIÇÃO DA NOVA COORDENAÇÃO

A reunião virtual também elegeu a nova coordenação da Rede Um Grito Pela Vida no Rio Grande do Sul. Antes, o núcleo foi coordenado pela Irmã Maria Bernardete Macarini, ICM, hoje integrante da coordenação nacional da Rede. Assim ficou constituída:

Coordenadora: Michele da Silva, ICM

Secretária: Irmã Angélica de Oliveira, ICM.

“Muita gratidão à Ir. Bernardete por estes anos de trabalho, junto a toda equipe, que permaneceu firme nos últimos anos. Alegria com a nova Coordenação e pelas novas integrantes do Núcleo. Juntas continuaremos contribuindo no enfrentamento ao tráfico de pessoas!” apontou a Irmã Maria Helena Lorscheiter.

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Núcleo de Curitiba planeja ações para setembro

Mesmo em tempo de distanciamento social, os núcleos da Rede Um Grito Pela Vida seguem firmes na luta contra o tráfico de pessoas, especialmente na articulação das próximas ações.

Um dos exemplos é o Núcleo de Curitiba, no Paraná. No final de agosto, os/as integrantes da RUGPV, entre religiosos/as e parceiros, participaram de uma reunião virtual.

Após um momento de oração, foi feita uma partilha de vida e  dos trabalhos dos membros em época de pandemia. 


“A reunião prosseguiu tratando sobre algumas ações do Núcleo para o Dia Internacional de Combate à Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças a ser celebrado no dia 23 de setembro.” destaca  mensagem do núcleo. 




terça-feira, 1 de setembro de 2020

Setembro - O dia de luta contra o Tráfico de Pessoas




 
A nossa luta pela vida acontece todo dia, porém, em setembro, temos a mobilização especial em 23 de setembro - Dia Internacional de Combate à Exploração Sexual e o Tráfico de Mulheres e Crianças.

Mesmo com restrições às atividades presenciais, somos convocados e convocadas a promover ações de conscientização e prevenção aos novos casos, sobretudo no modo virtual.

A pandemia e suas consequenciais, entre elas, o agravamento da vulnerabilidade social das vítimas em potencial, tende a aumentar o número de casos. 

Seu regional, núcleo ou grupo fará alguma mobilização para este dia?

Compartilhe com a gente: comunicargpv@gmail.com.


Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação

 


Junto com a Igreja, povo de Deus, vivenciamos o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação.

“A desintegração da biodiversidade, o aumento vertiginoso de catástrofes climáticas, o impacto desproporcionado que tem a pandemia atual sobre os mais pobres e frágeis são sinais de alarme perante a avidez desenfreada do consumo.” disse o Papa Francisco.

A nossa oração nos coloca em ação. E somente assim, comprometidos/as com a vida no planeta e na luta pela dignidade de cada homem e mulher, é que a nossa oração alcança o coração de Deus. Somos seus colaboradores/as!

Rezemos e lutemos juntos/as!

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domingo, 30 de agosto de 2020

Mulheres são maioria em trabalho indigno na área têxtil em São Paulo


Mulheres imigrantes são as maiores vítimas dos casos registados de trabalho análogo à escravidão, em São Paulo. E nessa realidade, o setor têxtil é o que concentra grande parte dos casos. É o que aponta a reportagem de Luiza Souto, publicada no sábado (29), pelo Universa, plataforma do portal Uol.

A reportagem traz um levantamento feito pelo Ministério Público do Trabalho paulista, a pedido do Universa. Segundo os dados, a escravidão moderna tem rosto das mulheres imigrantes. 

No ano passado, 139 pessoas foram resgatadas do trabalho em condições análogas ao trabalho escravo. Entre as vítimas, 44 eram mulheres. Entre as mulheres, 43 trabalhavam em oficinas de costura. Apenas uma atuava como doméstica. Os dados do MPT-SP abrangem as regiões do grande ABC Paulista (formado por sete municípios) e Baixada Santista (formada por nove municípios).

Os dados de anos anteriores confirmam a predominância tanto das vítimas potencial e do setor econômico. Em 2017, das 168 queixas sobre casos de trabalho escravo recebidas, 52 eram contra a área têxtil, seguido da construção civil (17) e setor de restaurantes (4).  Já em 2018, das 194 denuncias, 50 referiam-se ao setor têxtil, enquanto outros seis casos foram registrados na construção civil.

Os imigrantes são as maiores vítimas e chegam a ser submetidos a uma jornada de trabalho de 12h. Além de socialmente vulneráveis, pouco ou nenhum acesso à educação e informação, dificuldade com o idioma,  desconhecimento da legislação brasileira e a distância da família os fazem ser os maiores alvos da escravidão moderna. Bolivianos são maioria, seguido de imigrantes do Paraguai e, mais recentemente, da Venezuela.

Reportagem relembrou casos

A publicação do Universa lembrou que em 2018, a grife Amíssima foi condenada a indenizações de R$ 533 mil por manter duas oficinas  de confecção cujo  “funcionários” trabalhavam em condições análogas à escravidão. Foram libertados 14 trabalhadores, a maioria de origem boliviana. Na loja, uma calça custa cerca de R$ 3 mil.

Em 2019, a famosa grife Animale, do Grupo Soma, teve seu nome colocado na Lista Suja do Trabalho Escravo pelo Ministério da Economia. A empresa subcontratou 10 costureiros bolivianos e os submeteu a jornadas de mais de 12 horas por dia. "Além disso, os trabalhadores dormiam nas oficinas, dividindo o espaços com as baratas  e instalações elétricas com risco de incêndio." A empresa alegou que foi "um caso isolado". Clique aqui e leia mais sobre o caso.

Leia a íntegra da reportagem. Clique aqui.


quinta-feira, 27 de agosto de 2020

Grito dos Excluídos com mobilização virtual

Com o tema "Dando voz aos excluídos. Vida em primeiro lugar", o tradicional evento do Gritos dos Excluídos  2020 será virtual e unirá  os regionais de São Paulo e Minas Gerais.

A live será realizada no dia 06 de setembro, às 16h, pela página do facebook da Rede Um Grito Pela Vida – Região Sudeste. Para acessar, clique aqui.


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domingo, 23 de agosto de 2020

Tráfico Humano em tempo de pandemia

A pandemia agravou ainda mais a vulnerabilidade social. Em tempos de muitas dificuldades, os aliciadores aproveitam para captar novas vítimas, oferecendo a proposta do “emprego dos sonhos”, que pagam super bem, fora do estado ou mesmo em outro país.

Fique atento! Fique atenta! Denuncie casos suspeitos! #Disque100 #Disque180

Quer saber mais? Clica aqui https://bit.ly/2FLnjMt e aqui https://bit.ly/3hnxo01


domingo, 9 de agosto de 2020

Dom Pedro Casaldáliga – Profeta da Esperança

“Dá-nos a Paz que luta pela Paz.
A paz que nos invade com o vento do Espírito,
A Paz que se faz nossa, sem cercas e nem fronteiras
Paz que é perdão, retorno, abraço.
Dá-nos a Paz inquieta que não nos deixa em Paz”.

(Dom Pedro Casaldáliga)

A Rede Um Grito pela Vida se solidariza com a Congregação dos Claretianos e com todo povo de Deus, em especial seu povo da Prelazia de São Félix do Araguaia, que conheceu e conviveu com Dom Pedro – homem de profunda fé, inquieto, um pequeno grande homem que optou seguir e viver o Evangelho de forma radical e enraizada no chão dos mais pobres e oprimidos, levando muita esperança no coração. 

Que seu exemplo de vida, especialmente a sua luta incansável pelos Direitos Humanos e a luta por um Brasil melhor, nos fortaleça na luta por um mundo mais justo, mais humano e mais igualitário. Que ele continue eternamente ao lado dos mais necessitados e de todos os que lutam pela defesa da vida. Que sua vida ilumine a nossa vida sempre. Que seja nosso Profeta da Esperança.

Dom Pedro, Descanse na Paz do Senhor!

Em comunhão de preces e solidariedade,
Abraço Fraterno.

Coordenação Nacional da Rede Um Grito pela Vida

sexta-feira, 7 de agosto de 2020

Núcleo de Maceió participa de formação virtual

A reunião mensal da Rede Um Grito Pela Vida – Núcleo de Maceió (AL) foi mais uma oportunidade para mais conhecimento e capacitação do grupo.

No último dia 1º de agosto a reunião virtual deu início ao estudo do livro "Proteger a Infância", sobre prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes: “a partilha foi excelente e ficamos animados/as com essa iniciativa do grupo. Vamos continuar a nossa formação em cada reunião mensal. É uma preparação para futuramente oferecer oficinas de formação sobre o assunto” destaca mensagem do núcleo. 

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

Vídeo - Quanto vale a Vida?

A Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB, apresenta o vídeo sobre a triste realidade do Tráfico de Pessoas e a missão da Comissão no enfrentamento às violações contra a humanidade. A defesa da vida, através da comunicação, articulação e formação com as forças da sociedade e das lideranças eclesiais são essenciais para a mudança desta realidade.

A Rede Um Grito Pela Vida participa da comissão.

quinta-feira, 30 de julho de 2020

Talitha Kum: Levante sua voz!

Levante sua voz!
Não silencie! Denuncie o Tráfico de Pessoas!

Mensagem da coordenação nacional da Rede Um Grito Pela Vida



O lucro da escravidão deve parar agora! 

 Os corpos, os sonhos, a força da vida e a dignidade dos nossos irmãos NÃO ESTÃO À VENDA!
📣 No Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Seres Humanos, a mensagem da coordenação nacional da Rede Um Grito Pela Vida.
🔴 MOBILIZE-SE A FAVOR DA VIDA - Junte-se a Rede Um Grito pela Vida e vamos juntos combater esse mal que fere a vida e a dignidade de tantas pessoas.

 Não silencie! Denuncie o Tráfico de Pessoas

Dia de oração pelas vítimas do tráfico de pessoas


No dia 30 de junho de 2020, Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de pessoas, a Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano (CEPEETH), da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), convida você para um momento de silêncio, acender uma vela e fazer uma oração pelas vítimas do tráfico de pessoas.
Pede-se que tire uma foto da vela e publique em suas redes sociais com as hashtags:

Núcleo de Porto Alegre publica vídeo sobre o enfrentamento ao Tráfico Humano


No Rio Grande do Sul, a o núcleo da Rede Um Grito Pela Vida publicou mensagem em vídeo como ação virtual pelo Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas. Assista!

quarta-feira, 29 de julho de 2020

Live: “Quanto vale a vida?”

Este momento integra a campanha “Quanto vale a vida?”, que tem o objetivo de mobilizar e sensibilizar a sociedade brasileira para o enfrentamento ao tráfico de pessoas, na semana do Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, 30 de julho.

A campanha também pretende chamar a atenção do poder público para a promoção e inclusão social das vítimas e a garantia de seus direitos. Esta é uma iniciativa da Comissão Episcopal Pastoral Especial para o Enfrentamento ao Tráfico Humano (CEPEETH) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Os convidados para este momento são o bispo da prelazia do Marajó (PA) e presidente da CEPEETH, dom Evaristo Pascoal Spengler, a irmã Eurides Alves de Oliveira, que é membro da Comissão e da Rede Um Grito Pela Vida, e de Roberto Marinucci, do Centro Scalabriniano de Estudos Migratórios.

Acompanhe hoje, a partir das às 19h.

Saiba como não ser mais uma vítima do Tráfico Humano

Fique atento! Saiba como não ser mais uma vítima do Tráfico Humano.


Não silencie! Denuncie o Tráfico de Pessoas!

Live: Tráfico humano em tempo de pandemia em debate; assista!

Na semana do Dia Mundial de Enfrentamento ao Tráfico de Seres Humanos, que será no dia 30 de julho, a Rede Um Grito Pela Vida - Núcleo de João Pessoa/PB, promoveu uma live para a debater o tráfico humo em tempo de pandemia. 

A live acontecerá foi transmitida na noite da  terça-feira, 28 de julho, às 19h, pelo Facebook e Youtube da Conferência dos Religiosos (as) do Brasil, a CRB Nacional. Assista:

Tráfico Humano: Pandemia aumenta a vulnerabilidade social

 Estejamos alertas!

A pandemia aumento a situação de vulnerabilidade social. É nesse contexto que as redes de tráfico aliciam as vítimas com falsas promessas de emprego e ganho financeiro.



Ouça a mensagem a Irmã Salete Arcari, salvatoriana, da Rede Um Grito Pela Vida em Florianópolis, Santa Catarina.



Não silencie!  Denuncie o Tráfico de Pessoas!

segunda-feira, 27 de julho de 2020

Os números do tráfico humano

No vídeo de hoje, a mensagem do Pastor Marco Aurélio de Sousa, de Goiânia (GO).

Os bilhões de dólares que as redes de tráfico humano faturam estão manchadas de sangue e de sofrimento de milhões de irmãos e irmãs que são enganados, explorados e submetido às piores condições de vida! Você pode rever esse quadro!

Não silencie! Denuncie o Tráfico de Pessoas!

Tráfico Humano e migração

📌67 milhões de pessoas se deslocam pelo mundo em condição de violação de direitos.

Na esperança de alcançar uma vida melhor, acabam caindo nas mãos dos traficantes de pessoas. Suas dignidades são violadas e os sonhos viram sofrimento. Não podemos aceitar essa realidade!

Saiba mais sobre essa realidade na mensagem da Irmã Teresinha Scapin, CIIC, do Núcleo da Rede Um Grito Pela Vida do Acre.

Tráfico Humano e o tráfico de órgãos

Você sabe que o Brasil é um dos cinco países que mais registram transplante ilícito de doadores vivos? Nossa luta é contra o tráfico de órgãos, que também é uma das modalidades de Tráfico Humano!
Junte-se a nós na luta pela vida!

Não silencie! Denuncie o Tráfico de Pessoas!