quinta-feira, 30 de junho de 2022

Rede Um Grito Pela Vida - 15 anos | Regional Nordeste

 Todo dia 30 é dia de celebrar os 15 anos da nossa Rede Um Grito Pela Vida!

Em junho, o Regional Nordeste nos ajuda a refletir e celebrar as especificidades da nossa missão: enfrentar o Tráfico de Pessoas em suas múltiplas formas. Nós gritamos a favor da vida! E você? Vem gritar conosco?

No Grito da Vida Nasce a Esperança!

quarta-feira, 29 de junho de 2022

Live: Ciranda dos 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida

Participe pelo youtube da CRB Nacional. Compartilhe e participe conosco! Motive seu núcleo para estar presente nesta linda Ciranda programada pela Região Nordeste. Esperamos você e seus convidados.


segunda-feira, 27 de junho de 2022

Rede Um Grito Pela Vida no Vaticano

Vocês viram? Hoje, 26/06, teve a bandeira comemorativa dos 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida na Praça de São Pedro, no Vaticano.


Presentes em Roma para ao Capítulo Geral da Congregação das Missionárias do Sagrado Coração de Jesus, ordem religiosa fundada por Santa Francisca Xavier Cabrini, as Irmãs Denise Morra e Roseni Teresinha Gonçalves; e as leigas e leigos Luana Nogueira, Carlis Vasquez e Maria Oliveira, de Teresina, Piauí, participaram do Angelus com o Papa Francisco. Na oportunidade, fizeram a bandeirada Rede Um Grito Pela Vida tremular com a nossa mensagem: NO GRITO DA VIDA NASCE A ESPERANÇA!

Sinal de nossa comunhão com o Santo Padre e seu constante apelo pela erradicação do Tráfico Humano.



sábado, 21 de maio de 2022

Formação online: "Abuso - é preciso conhecer para combater"


Em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Rede Um Grito Pela Vida, núcleo de Curitiba, em parceria com a Conferência dos Religiosos/as do Brasil – CRB Paraná, promoverá o encontro online “Abuso: é preciso conhecer para debater”.

A formação será transmitida via zoom, na próxima terça-feira, 24 de maio, a partir das 19h30min. A sala será aberta 10 minutos antes. 

Para participar, basta entrar no link e digitar as credenciais abaixo: 

https://us02web.zoom.us/j/84390503193?pwd=ekYwSERuMFg3VVZQaGdRd1dEV3dSQT09

ID da reunião: 843 9050 3193

Senha de acesso: 598354


segunda-feira, 16 de maio de 2022

Roda de Conversa Online: Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


Diante do sucesso da edição do ano passado, a Rede Um Grito Pela Vida – Região Nordeste, promoverá, mais uma vez, a Roda de Conversa Online  sobre o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

"É necessário garantir à toda criança e adolescente o direito ao seu desenvolvimento de forma segura e protegida, livre de abuso e da exploração sexual", destaca mensagem do regional.

O evento online será transmitido via Zoom, no dia 18 de maio, às 19h30min (horário de Brasília), com acesso e senha descrito abaixo. Facilitarão a roda de conversa as psicólogas Gleide Messias e Pastrícias Milanez. A mediação do debate ficará a cargo das pedagogas Mária Rodrigues  e Vânia Santos, de Salvado, Bahia.

Participe e Faça Bonito! Proteja as nossas crianças e adolescentes!

Entrar na reunião Zoom

https://us02web.zoom.us/j/83091669260?pwd=S0t5ZWVDRlpqalRSR2VlNmphZkdIUT09

ID da reunião: 830 9166 9260

Senha de acesso: 183901


Participe!


Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Faça Bonito! Proteja as nossas crianças e adolescentes!






sábado, 30 de abril de 2022

Mensagem da Irmã Máriam Ambrósio

 REDE, GRITO E VIDA!

Hoje é dia 30! Dia de celebrar os 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida!
Fazemos isso com a mensagem da Irmã Máriam Ambrósio, religiosa da Divina Providência, consultora da Congregação para a Vida Consagrada, que também foi presidente da CRB Nacional entre 2007-2013, e grande incentivadora da nossa Rede Um Grito Pela Vida desde a origem. Assista ao vídeo!


segunda-feira, 11 de abril de 2022

Mensagem da Irmã Glória Caixeta

Testemunha da nossa história, Ir. Glória Caixeta, mscj, direto da África, enviou sua saudação pelos 15 anos de vida e missão da Rede Um Grito Pela Vida.


sábado, 2 de abril de 2022

15 anos da Rede Um Grito Pela Vida - Mensagem da Irmã Roseli Consoli

 .: 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida - No Grito da vida nasce a esperança!

Testemunha da história nascente da Rede Um Grito Pela Vida.
Recebemos a mensagem e a saudação da nossa querida Irmã Roseli Consoli do Padro, religiosa das Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor, direto de Madrid, na Espanha, por ocasião dos 15 anos da nossa Rede.

Mensagem da Irmã Gabriella Bottani - 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida

 
.: 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida - No Grito da vida nasce a esperança!

Acolhemos, com alegria, a mensagem da Irmã Gabriella Bottani, que já integrou a nossa Rede Um Grito Pela Vida, e hoje coordena internacionalmente a Rede Talitha Kum, que congrega todas as redes da Vida Religiosa que assumem a missão  da prevenção, combate e erradicação do Tráfico de Pessoas. Obrigada, Irmã Gabriela, pela mensagem de apoio e incentivo! Estamos juntas na missão!

Grita pela Vida na esperança de um mundo melhor

 


Deus ouviu o clamor de seu povo no Egito e enviou um libertador. Acreditamos em um Deus que não é alheio ao sofrimento do povo, que não olha para o outro lado diante das injustiças, que acolhe, abraça e cuida das vítimas, mas que faz isso através da gente.

15 anos atrás nasceu a Rede um Grito pela Vida, uma iniciativa da Vida Religiosa no Brasil para acompanhar as vítimas de um crime ignorado secularmente: o tráfico de pessoas e a exploração sexual de crianças e adolescentes.

Tem sido uma caminhada nem sempre fácil, que desde 2011 também está presente na Amazônia, rota de tráfico de pessoas e local de exploração sexual de crianças e adolescentes, muitas vezes disfarçada, provocando situações gritantes que tem como consequência o sofrimento de muitas vítimas inocentes.



No Grito da Vida nasce a Esperança”, foi o lema escolhido pela Rede um Grito pela Vida para comemorar seus 15 anos de caminhada. São palavras que devem nos levar a tomarmos consciência da necessidade de não ficarmos calados diante de situações que geram morte, que acabam com os sonhos de tanta gente.

Um grito que tem que ser coletivo e que deve ser assumido como consequência da nossa condição de cidadãos e cidadãs, mas também da nossa fé, do nosso compromisso com um Deus libertador, solidário, compassivo, misericordioso. A fé nos ajuda a ir além, a superar os medos que muitas vezes nos acomodam e nos impedem assumir as causas do povo que sofre. A fé no Deus de Jesus Cristo nos leva a sair de nós e nos colocarmos no lugar do outro, dos invisibilizados, dos descartados por uma sociedade construída em base da exploração dos pequenos.

O Evangelho nos leva a gritar, a anunciar a Boa Nova, que se traduz em gestos e atitudes concretas em favor da vida plena para todos e todas, também para aqueles que sempre foram colocados na margem da história.



O que é que está apagando nossa voz? O que está nos impedindo de nos comprometermos na defesa da vida? Por que aos poucos a gente vai perdendo a esperança de lutar por um mundo melhor para todos e todas? O que faz com que a gente se encerre dentro de si e esqueça que bem próximo de nós tem pessoas que são vítimas da exploração sexual e do tráfico humano?

As comemorações tem que ser momentos para nos impulsionar e nos fortalecer, para colher forças que nos ajudem a continuar na luta. A vida continua nos chamando e nos desafiando a ir além, a olhar as vítimas e dizer para elas que estamos dispostos a ficar do seu lado, a acompanhar seu sofrimento e continuar apostando na vida.

Esse é um chamado para a gente, para mim, para você, para todos e todas nós. Não olhe para o outro lado, não pense que não tem nada a ver com a gente. Tem sim, se convença disso, assuma seu compromisso e se torne um libertador, uma libertadora, que tire do sofrimento as pessoas que hoje continuam sendo escravizadas por uma sociedade cruel, sem sentimentos, que olha para as pessoas como objetos e não como portadoras de vida plena.



Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1 - Editorial Rádio Rio Mar

Do Grito da Vida nasce a Esperança: entrevista com a irmã Valmí Bohn

 Padre Modino - CELAM



A Rede um Grito pela Vida está completando 15 anos, como a gente poderia definir esse caminho assumido principalmente pela Vida Religiosa do Brasil?

A gente pode resumir de uma forma de louvor e agradecimento, por toda a caminhada feita. A gente sempre parte de uma mística, nosso trabalho sempre é feito a partir de uma mística que é inspirada no projeto de Jesus, que convida para abrir as portas, para sair, para atravessar as portas, para atravessar o rio, para atravessar as nossas fronteiras pessoais e ir ao encontro dos outros.

Essa saída, esse colocar-se a caminho nos leva a querermos sempre de novo ajudar a resgatar as vidas que estão sendo ameaçadas. Também temos muito presente os carismas congregacionais, os carismas que cada pessoa também traz dentro de si, nessa defesa de uma posição de indignação, de compaixão, de profecia, essa defesa dos direitos humanos, a gente vai tentando resgatar a vida que está aí.

Nesses 15 anos, a gente fez um pouco esse papel de se colocar nesse caminho junto com as mulheres, crianças, adolescentes e pessoas que são traficadas e exploradas. É um tempo de muita graça, de muito louvor por toda a caminhada que foi feita durante esses 15 anos nos diferentes estados dos nosso país. A gente está no momento em 22 estados, com 28 núcleos. É um espaço pequeno em alguns lugares, mas que faz nos voltar à proteção, ao resgate das vidas ameaçadas.

Poderíamos dizer que a Rede um Grito pela Vida é uma expressão de uma Igreja samaritana, assumida pela Vida Religiosa. O que isso tem representado na caminhada da Vida Religiosa no Brasil?

Podemos dizer que é um espaço que a Vida Religiosa assumiu como Conferência dos Religiosos do Brasil, e a partir daí esse processo de realmente abraçar a causa da defesa da vida das mulheres e crianças. Claro que nem toda a Vida Religiosa abraça isso, porque tem também outras causas desafiantes para abraçar e assumir.

Porém, é sempre um desafio para a Vida Religiosa, cristã, assumir esse processo de se lançar e de se colocar a caminho, de promover gestos concretos de defesa da vida dentro da Vida Religiosa, em todos os sentidos, e em todas as circunstâncias, porque o tráfico humano, ele tira toda a dignidade do ser humano, e um dos grandes papéis da Vida Religiosa é ajudar a resgatar essa dignidade para que a pessoa possa se reestruturar e possa reiniciar uma vida mais digna dentro de uma sociedade cruel, que explora muito hoje o ser humano em todas as dimensões.

Em que mudou a sociedade brasileira e a realidade do tráfico humano nesses 15 anos?

Com a visibilidade que a Rede vai conquistando em cada espaço, em cada instância social nos diferentes Estados, essa conquista desse espaço vai se tornando cada vez mais visível a necessidade do ser humano de assumir o seu papel de cuidar da vida de outro ser humano, de não ficar somente ao redor de si, mas também de ter um olhar além.

As redes sociais hoje dificultam isso também, porque a rede social, se a pessoa não cuida, ela se volta a si mesma e esquece quem está ao seu redor. A visibilidade que a gente consegue, de alguma forma dar em nível de Brasil, da América Latina e internacionalmente da Rede, vai ajudando também as pessoas a tomarem consciência da necessidade dessa abertura, de poder olha para o outro como um ser humano, como alguém que precisa de ajuda, como alguém que precisa de uma relação próxima para poder também ser um portador de vida para com as pessoas com que ela convive.

O tráfico humano sempre foi uma realidade escondida. Até que ponto a Rede um Grito pela Vida e outras iniciativas similares no Brasil e no mundo estão ajudando a tomar consciência sobre isso e se realmente na Igreja e na Vida Religiosa do Brasil são realizados esforços para que esse crime seja mais visível e combatido com mais força?

Diante desses 15 anos de atividades, no começo era muito invisível o crime do tráfico humano. Hoje já, com 15 anos de atividades da rede, nos diferentes Estados, com as muitas e variadas atividades e ações concretas, tanto em nível de Vida Religiosa, como também na sociedade civil, que é um espaço que foi se conquistando aos poucos, a gente consegue marcar uma presença e tornar muito mais visível esse crime, que precisa ser olhado com muito carinho, que precisa ser olhado com muita misericórdia, com muita compaixão, para poder ajudar essas pessoas que são necessitadas e que sofrem violência das mais diferentes formas. Não só da violência do tráfico humano, mas também os outros tipos de violência que hoje rondam o tempo todo à pessoa humana.

Em nível de Brasil, a gente tenta, da melhor forma, mesmo sendo grupos pequenos, a gente tenta dar uma visibilidade maior, também com a participação e mobilização em encontros da sociedade, e também diante de incidências políticas. Hoje o espaço da incidência política se torna mais enfraquecido devido às circunstâncias e situações do nosso país atual, em todos os sentidos, economicamente, politicamente. Com toda a crise econômica que está aí, a Covid também enfraqueceu essa questão do espaço das políticas públicas.

Há necessidade de a gente reaver essa efetivação das políticas para poderem ter novamente um espaço maior e quebrar um pouco esse crime do tráfico humano, da exploração, do abuso, das diferentes formas.

O Papa Francisco assumiu o combate ao tráfico humano, os refugiados e outros temas que preocupam a Rede um Grito pela Vida estão muito presentes na vida do Papa Francisco. Como isso tem ajudado no trabalho da Rede nos últimos anos?

O Papa Francisco conseguiu trazer para a sociedade mundial esse desafio, esse problema da exploração, do abuso, do tráfico humano, de pessoa vendendo pessoa, que é um dos crimes mais hediondos conforme a fala dele. Para nós, como Rede um Grito pela Vida, e mesmo todas as redes que a partir da Rede Talitha Kum, em nível mundial, em nível da América Latina, em nível do Brasil, que trabalham na prevenção do tráfico humano, o Papa Francisco é um exemplo de pessoa inspirada por Deus a vida nessas circunstâncias e em todas as circunstâncias.

O Papa Francisco é um ponto de referência para a partir das orientações pastorais sobre tráfico humano, que foi divulgado em 2019, são pontos centrais que nos orientam e que nos ajudam. O Papa Francisco é uma pessoa que se torna um elo entre todos os grupos que trabalham na prevenção do tráfico humano.

Diante da atual conjuntura no Brasil e no mundo, com a experiência vivida nesses 15 anos, quais os desafios que se apresentam no caminho da Rede um Grito pela Vida?

Os desafios são muitos e sempre estão aí. Nós como Rede temos esse objetivo de enfrentamento ao tráfico humano, defendendo a vida, especialmente de crianças e jovens, mulheres que são vítimas do tráfico. Essa nossa missão de sensibilizar, de capacitar, de informar, de denunciar, de ir tecendo redes e parcerias nessa luta por justiça e por políticas em prevenção do tráfico humano, os desafios são muitos.

No Brasil é um desafio a grande extensão geográfica, toda a situação governamental do país hoje, a tirada das conquistas das políticas públicas que defendam a mulher e a criança nessas situações. Um outro desafio muito grande é o aumento da vulnerabilidade a partir da pobreza, do desemprego, a infraestrutura muito precária, principalmente das pessoas que moram nas periferias, que são as vítimas mais fáceis para o tráfico humano.

Temos também os desafios dos grandes projetos de desenvolvimento, a possível exploração da Amazônia, onde acaba se tornando um espaço que provoca o tráfico humano, especialmente para a exploração sexual. Essa abertura da possibilidade exploração de garimpo, da questão das grandes fazendas. Toda a questão também dos grandes processos migratórios, trazendo presente a Guerra da Ucrânia, com pessoas de lá que já chegaram no Brasil. São situações e desafios muito grandes que nos envolvem.

Outro grande desafio é que no nosso país, não existe uma casa de acolhida de pessoas que são resgatadas do tráfico humano, que possam ficar um tempo determinado para poder se restabelecer e retomar avida de outra maneira. A partir desses desafios tem outros em cada Estado, de forma diferente, devido à realidade diferente de cada Estado.

Como Coordenadora Nacional da Rede um Grito pela Vida, qual seria sua mensagem para a Vida Religiosa e para a Igreja do Brasil em vista de tomar uma maior consciência sobre essa problemática e o envolvimento cada vez maior no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes e o tráfico de pessoas?

Quando a coordenação pensou um pouco essa data do dia 30 de março, trazendo toda a caminhada que foi feita, nós pensamos um logo e um tema específico para celebrar esses 15 anos, que é “Do Grito da Vida nasce a Esperança”. Exatamente pelo fato de sermos pessoas que precisam ser portadoras de esperança para quem grita pela vida.

Nesse logo, a gente colocou alguns pontos centrais. No desenho aparece o ramo verde, aparece a mão coma palma em forma de coração, aparece os 15 anos e também aparece o logo. Esse coração enraizado, que Deus coloca dentro de nós e nos provoca a uma opção pela promoção da vida, nasce esse ramo do verde como esperança. Das mãos abertas, esse trabalho de profecia na diferente história de cada pessoa, os dedos com cores diferentes, trazendo presente os dons diferentes da história, da vida, das raças, das culturas, e que vão criando raízes de paz, de justiça, de fraternidade.

É um logo que a gente pensou nesse ramo de esperança do novo que brota para o alto, devido a toda circunstância de desalento que hoje as pessoas sofrem diante de tantas crises que existem, e pela luta, pela sobrevivência que as pessoas estão vivenciando.

quarta-feira, 30 de março de 2022

Live Comemorativa - 15 anos da Rede um Grito pela Vida

Começa hoje a nossa celebração dos 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida! Assista a nossa live, logo mais, às 19h30min, com transmissão ao vivo pelo facebook e youtube!

15 anos da Rede Um Grito Pela Vida

 Hoje é o nosso dia!
Parabéns pelos nossos 15 anos de vida e missão!
Esta é a nossa Rede e a nossa Missão!


terça-feira, 29 de março de 2022

Curitiba: Presença da Rede Um Grito pela Vida no Curso de Coordenadores/as de Comunidades Religiosas


A Rede Um Grito Pela Vida marcou presença durante o Curso de Coordenadores/as de Comunidades de Religiosos/as, promovido pela Conferência dos Religiosos do Brasil, regional Curitiba, no Paraná.

O evento, realizado entre os dias 16 a 18 de março, contou com grande presença de religiosos e religiosas de várias congregações e institutos. 

Na oportunidade, a Rede promoveu ação de conscientização e sensibilização, divulgou as ações realizadas e convidou a Vida Religiosa Consagrada ali presente a aderir a esta causa profética. 





15 anos da Rede um Grito pela Vida: “Tecida por muitas mãos, por muitas vidas, por muitos rostos”


A celebração dos 15 anos da Rede um Grito pela Vida, que acontece no dia 30 de março de 2022, é momento para “poder fazer memória de um caminho percorrido”, segundo a Ir. Rose Bertoldo, que coordena o Núcleo de Manaus da Rede um Grito pela Vida junto com Diana Fernandes.

A Rede um Grito pela Vida, nascida em 30 de março de 2007, iniciou sua caminhada no Regional Norte 1 em 2011, momento em que foi criado o Núcleo de Manaus. Posteriormente foram criados os núcleos de Itacoatiara, Roraima, Tefé e Anori. A Rede um Grito pela Vida também contribuiu na criação da Rede de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, que trabalha no Brasil, na Colômbia e no Peru.

No Regional Norte 1 da CNBB, uma das causas permanentes é: “migrantes e vítimas do abuso e exploração sexual e do tráfico de pessoas”, reafirmando a importância do trabalho da Rede um Grito pela Vida.

Para a secretária executiva do Regional Norte 1 da Conferência Nacional dos Bispos de Brasil, se trata de “uma rede que ao longo desses 15 anos foi tecida por muitas mãos, por muitas vidas, por muitos rostos". No momento em que a Rede um Grito pela Vida completa 15 anos, a Ir. Rose Bertoldo afirma que “queremos agradecer por cada pessoa, homem e mulher, que fez parte da Rede um Grito pela Vida, que faz parte, e tem contribuído nesse processo de prevenção às violências, do abuso, da exploração sexual e do tráfico de pessoas”.

A Ir. Rose Bertoldo disse que “guardamos em nossos corpos o rosto de muitas crianças, meninas, mulheres e homens, as quais fizeram parte desse processo de formação”. A religiosa do Imaculado Coração de Maria, destacou que “com o coração agradecido celebramos esta festa da Rede um Grito pela Vida”.

“Nesses 15 anos não podemos esquecer de promover o sentimento maior, que é de gratidão”, segundo Diana Fernandes. Ela destaca “como somos gratas”, afirmando que “sabemos que passamos por muitas escutas difíceis, por cada rosto de criança e de adolescente ao relatar um abuso, uma exploração sexual, como também de mulheres de tráfico de pessoas”.

As coordenadoras do Núcleo da Rede um Grito pela Vida de Manaus, lembraram o lema da celebração dos 15 anos: “15 anos, no Grito da Vida nasce a Esperança”. O Núcleo Manaus faz memória dos 15 anos com uma celebração na sede da Conferência dos Religiosos e Religiosas do Brasil, às 14 horas do dia 30 de março, que será transmitida pelo Facebook do Regional Norte 1 da CNBB.



Por: Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1


domingo, 27 de março de 2022

Mensagem da Coordenação Nacional - 15 anos da Rede Um Grito pela Vida

 Rede Um Grito Pela Vida - 15 anos!
Vamos começar a nossa celebração?
Nosso ponto de partida será uma live no próximo dia 30 - Dia do nosso aniversário! Confira o Convite da nossa coordenação!

Seminário de Formação sobre Tráfico Humano: um crime invisibilizado que “crucifica milhões de pessoas em todo o Planeta”

 Mais de 90 lideranças de todas as regiões do Brasil estão reunidas nos dias 24 e 25 de março para participar do Seminário Nacional (online) de Formação para o Enfrentamento ao Tráfico Humano. O evento conta com a organização da Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O Seminário foi aberto com uma Audiência Pública, onde em uma mesa de diálogo, que teve como tema “O papel da Igreja, da Sociedade, do Estado no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas”, representantes da Comissão dos Direitos Humanos do legislativo, Ministério Público do Trabalho e organizações da Sociedade Civil tem debatido, em um olhar amplo, aprofundando as realidades que promovem o tráfico de pessoas, os mecanismos de acompanhamento e a construção concreta de articulação e formação nas bases.

Estamos diante de um tema difícil, pois ele é “invisibilizado pela sociedade”, segundo Dom Evaristo Spengler. O Presidente da Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB lembrava a Campanha da Fraternidade de 2014, que abordou essa temática, que levou as paróquias, as comunidades a se perguntar se o tráfico de pessoas ainda é um problema. Cabe lembrar, segundo o bispo da Prelazia de Marajó, que a escravidão foi legal no Brasil até pouco mais de 100 anos atrás, e que “essa mentalidade ainda persiste em muitas pessoas ainda, e talvez na sociedade como um todo”.

O bispo falava de uma realidade que trata as pessoas como mercadoria e de como o tráfico de pessoas se reinventou com a pandemia, usando muito as redes sociais, buscando aumentar o lucro para pessoas gananciosas e sem escrúpulos. Nessa conjuntura em que o lucro domina, a pessoa vira um objeto, algo que se faz realidade de uma forma muito sutil. Dom Evaristo lembrou as palavras do Papa Francisco, em que diz que “o mundo não terá paz enquanto não houver uma cultura do cuidado”.



Frente a isso, ele falou da cultura da guerra, que começa pela competição, a concorrência, o fato de querer mais, educando para o vale tudo, o que demanda uma nova mentalidade de solidariedade, de cooperação, da cultura da paz que nos fala o Papa Francisco. O presidente da Comissão chamou a todos a contribuir, também a Igreja, segundo nos lembram os documentos do Concílio Vaticano II, algo que tem sido assumido pela Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB. A mesma atitude deve estar presente na sociedade e no Estado, em um trabalho em rede que leve a fazer realidade uma vida digna para todos.  

Os desafios para o combate ao tráfico humano no Brasil foram abordados por Natália Suzuki da Organização Repórter Brasil. A jornalista partiu da ideia de que estamos diante de uma questão que impacta a sociedade como um todo. Essa é uma realidade que “deve nos incomodar profundamente, deve nos provocar todos os dias a nos indignar e a lutarmos contra”. De fato, estamos diante de uma temática nova na Agenda Pública, que até poucos anos atrás era só abordado por grupos específicos. Aos poucos tem entrado dentro das políticas públicas, algo que ainda não é algo simples, segundo Suzuki.

Estamos diante de um crime que vem camuflado com outras coisas, dificultando os diagnósticos. Isso deve nos levar a entender que “o tráfico de pessoas, quase sempre está relacionado com alguma outra prática criminosa”, como algo que ajuda a entender onde está o problema, afirmou a jornalista. A isso se junta a escassez de recursos do Poder Público, o que demanda o envolvimento da sociedade civil e da Igreja, para ajudar a mudar o contexto, para mudar a vulnerabilidade dos indivíduos e reduzir a desigualdade. Para isso se torna de grande importância a incidência em nível local, trabalhar em rede, superar o que já sabemos e fazer diagnósticos novos que levem a uma política de combate ao tráfico de pessoas.

Uma expressão do tráfico de pessoas é o trabalho escravo, uma temática que foi abordada pelo Procurador Italvar Filipe de Costa Medina do Ministério Público do Trabalho, que começou sua fala definindo o trabalho escravo como um crime, segundo recolhe a legislação brasileira. No Brasil existem trabalhadores que são “tratados como uma coisa, desprovidos da sua dignidade”, segundo o Procurador. Ele mostrou as diferentes modalidades de trabalho escravo: trabalho forçado, jornada exaustiva, mostrando exemplos de como isso se torna realidade no país, recordando também os passos dados nas últimas décadas no combate ao trabalho escravo, onde a Igreja católica teve um papel decisivo.



A legislação brasileira recolhe os fatos que determinam o que constitui trabalho escravo, sendo reclamadas pelo Procurador políticas públicas que enxerguem essa realidade. Nesse sentido, relatou alguns dos passos que já foram dados e as atuações que estão sendo realizadas desde o Ministério Público e a Polícia Federal, insistindo na importância de que as pessoas sejam conscientes que essa realidade existe e que “as denúncias sejam levadas aos órgãos competentes para que o trabalho escravo seja combatido e definitivamente erradicado no país”.

O papel do Governo Federal no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas foi abordado pela deputada Erika Kokay, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados. O Brasil participa de uma história que “é permeada por um povo escravizado, são milhões de pessoas que foram arrancadas da sua própria existência e foram escravizadas aqui no Brasil”, segundo a deputada, que refletia sobre a coisificação e desumanização vivida por essas pessoas, algo que foi “carregado no corpo e na alma”.

Em suas palavras refletiu sobre a condição de sujeito e a liberdade como algo que determina a humanidade da pessoa, o que rompe o tráfico de pessoas, que promove a visão da pessoa como mercadoria. No Brasil desaparecem 226 pessoas por dia, muitas delas submetidas ao tráfico de pessoas, segundo a deputada, que também refletiu sobre a discriminação como causa da exploração sexual de crianças e adolescentes. Ela chamou a fazer um grande movimento no conjunto da sociedade, a construir redes, buscando condições de cuidado para todos e todas, e fomentar o protagonismo para evitar o tráfico de pessoas.



O papel da Sociedade Civil no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas foi a questão abordada pela Irmã Eurides Alves de Oliveira, ICM. A religiosa começou lembrado as palavras do Papa Francisco que afirma que “O tráfico de pessoas continua sendo uma ferida no corpo da humanidade contemporânea, uma chaga na carne de Cristo”. A membro da Comissão Episcopal de Enfrentamento ao tráfico de Pessoas e da Rede Um Grito pela Vida vê o enfretamento do tráfico de pessoas como um desafio urgente e necessário, um crime invisibilizado que “crucifica milhões de pessoas em todo o Planeta”.

A erradicação é missão de todos e todas, “que acreditamos na possibilidade de um outro mundo possível”, segundo a religiosa. Para isso se faz necessário a superação da indiferença e da alienação, reclamando o papel do Estado, inoperante, indiferente e totalmente silenciado nos últimos anos em relação com o tráfico de pessoas, inclusive em retrocesso, denunciou a Ir. Eurides.

A religiosa foi relatando os passos dados pela sociedade civil e pela Igreja, “presente onde o Estado não está ou não quer estar”, enfatizando a importância do trabalho de base e de incidência política. Nesse sentido destacou a missão da Rede um Grito pela Vida, da Comissão Pastoral da Terra, da Comissão Justiça e Paz, da Pastoral da Mulher Marginalizada, da Associação Brasileira de Defesa da Mulher, Infância e Juventude. Por isso, a Ir. Eurides insistiu em que “precisamos continuar incansavelmente dando visibilidade a isso em todos os espaços”, para denunciar as causas, capacitando pessoas e não recuando na dimensão profética, ainda mais diante de uma conjuntura que fez com que aumentasse e se diversificasse o tráfico de pessoas.

Os participantes da Mesa de Diálogo, desde as diferentes realidades onde cada um vive, foram acrescentando a reflexão dos palestrantes, denunciando situações de tráfico humano presentes no Brasil afora, uma dinâmica que vai estar presente ao longo do Seminário, que abordará em diferentes painéis ao longo dos dois dias as Estruturas que geram o tráfico de pessoas, como agir no enfrentamento ao Tráfico de Pessoas, e o Compromisso Pastoral no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.



Luis Miguel Modino, assessor de comunicação CNBB Norte1

terça-feira, 22 de março de 2022

Seminário Nacional: O papel da Igreja, da Sociedade e do Estado no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.


A Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), realiza Seminário Nacional (online) de Formação para o Enfrentamento ao Tráfico Humano, dia 24 e 25 de março.  O Seminário terá abertura com Audiência Pública. A mesa de diálogo conta com representantes da Comissão dos Direitos Humanos do legislativo, Ministério Público do Trabalho e organizações da Sociedade Civil.

⭕ A audiência Pública será transmitida através do canal do YouTube da CNBB, dia 24/03 a partir das 10h.  Após a mesa de diálogo haverá painéis temáticos para os participantes convidados e inscritos no Seminário. 

📶 A audiência será transmitida pelo canal do YouTube da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) 


PROGRAMAÇÃO

24/03 das 10h às 12h30 – Audiência Pública 

Composição da mesa: 

✅ Saudação de abertura: Dom Evaristo Spengler, presidente da Comissão Episcopal Pastoral Especial de Enfrentamento ao Tráfico Humano da CNBB.

✅ Natália Suzuki da Organização Repórter Brasil, apresenta o panorama dos desafios para o combate ao Tráfico Humano no país. 

✅ A deputada federal Érika Kokay, da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados e deputadas aborda o papel do Governo Federal no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

✅ Procurador Italvar Filipe de Costa Medina do Ministério Público do Trabalho fará exposição a frente ao Enfrentamento do Tráfico de Pessoas e Trabalho Escravo. 

✅ Irmã Eurides Alves de Oliveira, membro da Comissão Episcopal de Enfrentamento ao tráfico de Pessoas e Rede Um Grito pela Vida, irá expor o papel da Sociedade Civil no Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

quarta-feira, 16 de março de 2022

Núcleo de Curitiba promoveu encontro


Firmes na missão, a Rede Um Grito Pela Vida, Núcleo de Curitiba/PR, promoveu encontro de avaliação e planejamento das atividades de 2022. O evento foi realizada no Provincialado das Irmãs da Divina Providência.

No momento de acolhida e oração inicial, foi relembrado o Dia Internacional da Mulher, o Dia de Santa Bakhita e o Dia Mundial de Oração e Reflexão Contra o Tráfico de Pessoas, que teve como tema: " A força do cuidado, mulheres, economia e o tráficos de pessoas."  Também foi lembrada e avaliada a live promovida pelo núcleo “Só Podia ser mulher – reconhecimento e visibilidade”.


Ainda na pauta, foi destacada  a live de celebração dos 15 anos da Rede Um Grito Pela Vida, que acontecerá no dia 30 de março, às 19h30min, com transmissão pelo facebook e youtube da Rede.

O desafio de reunir ainda mais forças vivas – pessoas, entidades, congregações - à rede não esmorece o ânimo missionário diante dos clamores da vida ameaçada. Seguimos firmes na defesa e promoção da vida.

domingo, 13 de março de 2022

Dia da Mulher motiva atividade em Lagarto - Sergipe


Na primeira atividade de 2022, a Rede Um Grito Pela Vida, em Lagarto, Sergipe, realizou ação em alusão ao Dia Internacional da Mulher. Na tarde do sábado, 12 de março, um encontro reuniu mulheres para conhecer e refletir o tema: “A força criadora da Mulher na superação de todos os dias”.

Aos poucos, o grupo de tem retomado a regularidade dos encontros, com os primeiros eventos tendo sido realizados ainda no fim do ano passado.

Fortalecer o empoderamento das mulheres, favorecer a acolhida, a formação, a convivência e a troca de saberes, são maneiras de promover o enfrentamento a todo tipo de violência e negação de direitos. Mulheres fortes, sociedade forte!








São Paulo: Mobilização pelo Dia da Mulher em São Paulo


Dentro da Semana de Mobilização pelo Dia Internacional da Mulher, a Rede Um Grito Pela Vida – Regional Sudeste, em São Paulo, levou a mensagem do enfrentamento ao Tráfico Humano e de outras tantas lutas das mulheres para uma roda de conversa no Centro Educacional São José,  Bairro Santana, em São Paulo.

O espaço, que pertence às Irmãs de São José, acolheu o evento no dia 09 de março, e transcorreu de maneira fraterna, participativa  e alegre.

“Agradecemos pela oportunidade e sigamos na luta pela valorização e empoderamento das mulheres, chamadas a restaurar a vida em nossa sociedade”, destaca mensagem assinada pelas Irmãs Eurides Alves de Oliveira, ICM e Irmã Cirley Covatti, CJ.



terça-feira, 8 de março de 2022

Dia Internacional da Mulher

 Memória, reconhecimento, gratidão e luta!
Viva todas as mulheres! Viva a força de vida e transformação do mundo!


quinta-feira, 3 de março de 2022

“Só podia ser mulher” – encontro online pelo Dia Internacional da Mulher


Numa parceria com a Conferência dos Religiosos/as do Brasil – CRB Curitiba/PR – a Rede Um Grito Pela Vida promoverá encontro online pelo Dia Internacional da Mulher.

Será no dia 08 de março, a partir das 18h, via zoom. O encontro terá como tema: “Só podia ser mulher - reconhecimento e visibilidade”.

O evento contará com a assessoria da professora Sirley Machado Maciel, do Instituto Intrepeds. A mediação do encontro será feita pela Irmã Marfiza Marcelino, IDP.

O encontro é aberto. Para participar, basta acessar o link. Clique aqui

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Rede CLAMOR realiza Assembleia Geral


A Rede CLAMOR celebra esta semana, de 15 a 17 de fevereiro, sua Assembleia Geral, na qual conta com a presença de 46 pessoas de 20 países da América Latina e Caribe. A Rede Um Grito pela Vida, da Conferência dos Religiosos/as do Brasil,  CRB Nacional, participa do evento com a participação da Irmã Rose Bertoldo, ICM.

Um projeto que inclua todos

Cada dia da Assembleia, que pretende refletir sobre as palavras do Papa Francisco em Fratelli tutti, onde nos diz que "a Cultura do Encontro significa que, como povos, somos apaixonados por tentar encontrar-nos, procurando pontos de contato, construir pontes, projetar algo que inclua todos”, tem um lema que vai marcar o trabalho.

Na terça-feira, dia 15, " Voz de Deus, voz do migrante " marcará o andamento dos trabalhos, que após algumas palavras de boas-vindas do presidente da Rede CLAMOR, Dom Gustavo Rodríguez Vega, a verificação do quórum e uma dinâmica de integração, terá um momento de retiro, que deverá ajudar os participantes da Assembleia a encontrar em Deus a luz que marca o caminho a seguir no trabalho com migrantes e refugiados na América Latina e no Caribe.


Padre Fabio Baggio, secretário da Seção de Migrantes e Refugiados da Santa Sé, apresentará a comunicação “O contexto migratório e seus desafios”. A isto se somará um olhar sobre a realidade do continente latino-americano e caribenho, com os participantes da Assembleia sendo convidados a ouvir testemunhos de vida de migrantes. A partir da apresentação do religioso Scalabriniano e das vozes dos migrantes, será a oportunidade para os participantes fazerem ressoar em grupos o que ouviram. O primeiro dia terminará com a apresentação da nova Caixa de Ferramentas Didáticas da Rede CLAMOR e a celebração eucarística.

“Identidade, Visão, Missão e Estrutura da Rede CLAMOR”

O segundo dia, com o lema "Nosso Ser", começará com uma oração pelas vítimas do tráfico. Neste dia terá lugar o que pode ser considerado o ponto central da Assembleia, a apresentação e aprovação do Documento “Identidade, Visão, Missão e Estrutura da Rede CLAMOR”. Será o momento de apresentar e aprovar os Estatutos, bem como eleger as Equipes de Serviço: Secretaria Executiva, Coordenadores e membros das Comissões de Trabalho, Equipe Dinamizadora e Comitê de Ética. Antes da Eucaristia, o vídeo sobre os Quatro Verbos na Rede CLAMOR será apresentado.

Na quinta-feira 17, último dia da Assembleia, girará em torno de “Nossa Tarefa”. Após um vídeo promocional, Mauricio López, coordenador do Centro de Redes e Ação Pastoral do CELAM, apresentará o trabalho "Desafios da Assembleia Eclesial Latino-Americana e o Sínodo sobre a Sinodalidade e suas implicações para nossa missão", que será seguido por uma ressonância em grupos.

As orientações gerais para a construção do Plano Operacional 2022-2024 e um primeiro contacto para o Plano de Trabalho das Comissões serão realizados neste dia, algo que será apresentado no plenário da Assembleia, onde serão apresentados os acordos alcançados pelas várias comissões. Tudo isto antes da celebração mariana e da Eucaristia com que se encerrará a Assembleia Plenária da Rede CLAMOR.





Arcebispo de Manaus participa de reunião da Rede Um Grito Pela Vida


No primeiro encontro do ano, realizado em 09 de fevereiro, a Rede Um Grito Pela Vida – Núcleo de Manaus/AM – recebeu a visita de cortesia do Arcebispo de Manaus, Dom Leonardo Ulrich Steiner. A presença do metropolita foi acolhida com alegria, além de ser vista como uma confirmação à missão realizada pela Rede.

“Primeiro encontro do ano de 2022 da Rede Um Grito Pela Vida, com a presença de Dom Leonardo, nosso Arcebispo. Foi um momento de partilha da caminhada da Rede, onde podemos compartilhar sonhos, desafios e esperanças. Seguimos confiante e animadas na missão do cuidado com a vida.”, declarou Irmã Rose Bertodo.

Na oportunidade, o grupo retomou o planejamento do ano, acolhendo as novas integrantes que chegam para somar na missão de enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.

“Temos um longo caminho e seguimos confiantes” finalizou Irmã Rose.






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