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terça-feira, 19 de junho de 2018

APRENDER A SER: ONDE A VIDA GRITA, A REDE SE FAZ PRESENTE!

Neste Porto de esperança e luta, que segue o rítio das águas e se compromete com a vida, A Rede se fez presente dizendo NÃO ao Trafico de Pessoas em PORTO VELHO.
Esta presença marcante de jovens, adultos crianças,  religiosas aconteceu no Projeto de Inclusão Social Aprender a Ser, realizado na comunidade São Francisco de Assis - Vila Princesa, porque APRENDER A DIZER NÃO AO TRAFICO DE PESSOA É NOSSO COMPROMISSO.























Esse é o objetivo do projeto Aprender a Ser :contribuir com a comunidade para que possa dar passos na integração de crianças, jovens e adultos, fortalecendo a esperança de que são capazes de lutar por melhor qualidade de vida com vistas a tornar a Vila Princesa um local onde se vive feliz primando pela inclusão social e o cuidado com o ambiente.
Nossa gratidão a todas as religiosas e leigas envolvidas nesta atividade de prevenção e proteção à vida.Que um Grito pela Vida seja sempre a nossa bandeira. APRENDER A SER, para melhor proteger e cuidar da Vida;esta é missão da REDE UM GRITO PELA VIDA!


























terça-feira, 12 de junho de 2018

A violência contra a mulher e o tráfico humano: desafios e consequências.



O encontro de formação da Rede um Grito pela Vida em Belo Horizonte com as temáticas: A violência contra a mulher e o tráfico humano: desafios e consequências, mostrou que a violência contra a mulher e o trafico de pessoas é um GRITO PELA VIDA, onde ela se encontra mais fragilizada e ameaçada.





A iniciativa dos núcleos de São Paulo e Belo Horizonte, mais uma vez mostrou o compromisso de religiosas, religiosos, leigas e leigos, que na fidelidade ao clamor do Evangelho, no horizonte belo deste movimento a favor da vida e de enfrentando ao tráfico humano fortaleceram sua caminhada. 


A Luz e as pequenas luzes, mais uma vez, brilham e iluminam no meio da escuridão. Uma luz pequena, mas significativa na vida de tantas pessoas, mulheres, crianças, meninas e meninos... que vivem em situação de violência. Assim é a REDE: com suas pequenas luzes, que a participação de cada um e cada uma no combate a esta forma terrível de escravidão moderna. A Ir. Belén, coordenadora nacional,  abordou de forma breve e concisa a trajetória da Rede um Grito pela Vida nos seus 10 anos de existência, assim como o crescimento desta no pais e os desafios que enfrentam no momento presente.

O FEMINICÍDIO  e a condição de ser MULHER



A continuação, duas advogadas populares: Thais Firmato e Mariana Maciel, membros do coletivo Margarida Alves, conduziram com dinâmicas e dados atais o feminicídio no país. Ambas destacaram como o feminicídio está intimamente ligado à condição de ser mulher. O mapa da violência recentemente publicado revela um aumento do 40% de situações de violência contra a mulher.
Ir. M. Helena Morra,  iniciou a temática de Educação, Direitos Humanos e tráfico de pessoas, ilustrando a temática à partir de uma análise da trajetória de 6 mulheres traficadas. Somos religiosas, religiosos, leigos e leigas comprometidos com a vida, somos pequenos "focos de luz" a iluminar o caminho daqueles e daquelas que, devido a crueldade do coração de alguns seres humanos, são vistos como mercadoria, e a VIDA não é uma mercadoria, a VIDA é um DOM SAGRADO DE DEUS! 


























Parabéns aos Núcleos de São Paulo e Belo Horizonte por mais este trabalho de formação e partilha de vida.