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terça-feira, 13 de março de 2018

Comisión contra la Trata de la Conferencia Episcopal Brasileña constata la dramática situación de los inmigrantes venezolanos

La situación por la que pasan los inmigrantes venezolanos dispersados en el estado de Roraima es dramática, de auténtica calamidad. Esa es la conclusión a la que han llegado los miembros de la Comisión Episcopal Pastoral Especial para el Enfrentamiento a la Trata de Personas, CEPEETH, por sus siglas en portugués, después de una misión en la región de 28 de febrero a 4 de marzo, encabezados por su presidente, Monseñor Enemesio Lazzaris, y otro de los obispos que forman parte de la Comisión, Monseñor Adilson Busin, a los que se han unido el obispo local, Monseñor Mario Antonio da Silva y su homólogo del otro lado de la frontera, Monseñor Felipe González, obispo del Vicariato Apostólico de Caroní, que tiene su sede en Santa Elena de Uairén.
El objetivo de la visita ha sido encontrar propuestas sobre las contribuciones que la Iglesia brasileña puede llevar a cabo, buscando una mayor incidencia, asistencia y denuncia, después de conocer la situación por la que pasan los inmigrantes venezolanos, a partir del diálogo con diferentes organizaciones de la sociedad civil y de las Iglesias que les están atendiendo, así como desde una presencia solidaria junto a los propios inmigrantes.

Las ciudades de Pacaraima y Boa Vista concentran la mayor parte de los venezolanos, que en un número de unos 1.200, según datos de la Policía Federal brasileña, encargada del control de entradas y salidas del país, atraviesan cada día la frontera entre los dos países. La mayoría se hacinan en albergues improvisados, que en muchos casos poco se diferencian de los campos de refugiados presentes en tantos lugares del planeta. Otros muchos deambulan por las calles o son encontrados caminando, bajo un sol de 40 grados, a lo largo de los 200 kilómetros de la carretera que separa las dos ciudades, lo que les convierten en fáciles víctimas de todo tipo de explotación.
En Pacaraima la atención de los inmigrantes corre a cargo de una fraternidad ecuménica, junto con la parroquia local, donde es párroco el misionero español Jesús López Fernández de Bobadilla, y en cuya casa parroquial se sirven diariamente más de 800 desayunos, para muchos el único alimento que se llevan a la boca a lo largo del día. El centro de acogida de la ciudad reúne a los indígenas Warao, que actualmente son más de 500, en un local pensado inicialmente para 200.



El encuentro ha servido para constatar algunos desafíos que la situación está provocando. Desde la comisión se reconoce que es necesaria una mayor articulación entre las diferentes instancias para mejorar el atendimiento a los inmigrantes, llevado a cabo de forma muy precaria desde que llegan a la frontera, pagando precios muy elevados por los alimentos o por el transporte hasta la capital.
Junto con eso, los centros de acogida soportan un número muy por encima de su capacidad en condiciones de lo más precario, la policía y el ejército llevan a cabo abusos de autoridad, parte de la población local rechaza a los venezolanos, a los que se acusa de cualquier episodio de violencia, se constata la existencia de trata de personas, tráfico de drogas y armas, explotación sexual de niños y adolescentes.

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segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Vazante - Escravidão, exploração sexual e casamento infantil


O filme Vazante, primeiro vôo solo da premiada Daniela Thomas, explora as vicissitudes das relações entre raças e gêneros nas violentas margens do Brasil Colonial. Brancos, negros nativos e recém-chegados da África sofrem as mazelas derivadas da incomunicabilidade em uma área devastada pela exploração predatória de diamantes. 

Sinopse via cinemadobrasil.org.br

segunda-feira, 24 de julho de 2017

Rede realiza abordagem preventiva contra o tráfico de pessoas e exploração sexual na Rodoviária de Oiapoque

As referenciais da Rede realizaram, no dia 19 de julho, uma abordagem preventiva na Rodoviária de Oiapoque/AP com a distribuição de folders sobre o tráfico de pessoas e suas modalidades. As pessoas que por ali passavam também foram orientadas quanto ao abuso e a exploração sexual.

Essas informações dão visibilidade a esses crimes e abrem os olhos da população, para que não caiam nas armadilhas oferecidas através de falsas promessas de uma "vida melhor".

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Roda de conversa com professores de Manaus - Sensibilização sobre abuso, exploração sexual e tráfico de pessoas

A Rede Um Grito Pela Vida promoveu uma roda de conversa com os professores da Escola Estadual Waldir Garcia, no bairro Alvorada (Manaus/AM).

Foram trabalhadas as temáticas do abuso, da exploração sexual e tráfico de pessoas, na qual também foi abordado o funcionamento da Rede de Proteção, desde a escuta e o preenchimento da ficha de notificação, até os devidos encaminhamentos. Os professores deram um Feedback muito bom, afirma Sandra Loyo, articuladora da Rede. 


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Casa Bethânia - Atendimento a meninas vítimas de abuso, exploração sexual e tráfico de pessoas em Macapá

#RedeUmGritoPelaVida visita a Casa Bethânia, que atende meninas vítimas de abuso, exploração sexual e tráfico. Atualmente, a casa abriga 21 meninas na faixa etária de 7 a 17 anos. As meninas são acompanhadas pelas mães sociais.

São três pequenas casas onde são abrigadas e realizam, em conjunto, todas as atividades da casa. Cada casa abriga 7 meninas, que em um turno vão à escola e no outro assumem as atividades e os estudos. Elas são acompanhadas por assistentes sociais, psicólogas e irmãs.

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Sensibilização sobre o tráfico de pessoas no Shopping Sumaúma e oficina com mulheres da Associação das Donas de Casa do Estado do Amazonas


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No dia 17 de junho, a Rede Um Grito Pela Vida, juntamente com o CRESS e a FRENPAC, estiveram presentes no shopping Sumaúma, localizado na zona norte de Manaus, como parte das atividades da SemanECA, promovida pelo Comitê Estadual de Enfrentamento da Violência Sexual contra crianças e adolescentes. Foi realizada uma oficina com mulheres da Associação das Donas de Casa do Estado do Amazonas e os temas abordados foram o #ECA, os cuidados com a criança e o adolescente e o #TráficodePessoas.



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Enfrentamento ao tráfico de pessoas - Dinâmica de sensibilização com crianças e adolescentes na comunidade do bairro Infraero - Oiapoque/AP

17/07/2017  
A imagem pode conter: céu, barco, atividades ao ar livre, água e naturezaAs referenciais da rede e as três irmãs que moram no Oiapoque (Ruth, Teresinha e Zenilda) visitaram o CRAS, CREAS e o CRAM - Centro de Referência e atendimento à Mulher. Foi uma manhã muito rica, onde foi possível ter uma visão da rede de proteção da infância e das mulheres. Uma realidade de muitas violações de direitos, drogadição, álcool e violência sexual. Muitas meninas acabam entrando no ciclo das explorações desde a infância; existem muitas boates que funcionam 24h e dá para ver a olho nu as jovens circulando no entorno. Uma realidade muito chocante, visível a todos e todas, e que, infelizmente, é naturalizada, ressalta Sandra Loyo (articuladora da Rede Um Grito pela Vida).


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À noite a visita ocorreu no DPAC (Associação de Desenvolvimento, Prevenção, Acompanhamento e Cooperação) da fronteira, instituição que trabalha com acolhida às pessoas migrantes e vítimas de violência. Ouvimos muitos relatos de situações de violência de mulheres, principalmente sobre as vítimas do tráfico de pessoas para fins de exploração sexual e as pessoas que saem fugidas ou deportadas da Guiana Francesa, vindas dos garimpos. O grupo também realiza um trabalho de prevenção junto às mulheres profissionais do sexo e vão até as muitas boates na cidade, fazendo o trabalho de prevenção às DST. 

18/07/2017
Pela manhã, as referenciais da Rede Um Grito pela Vida se reuniram novamente com as três irmãs para visitar uma comunidade do bairro "Infraero", que fica próximo à pista de pouso. Uma comunidade de aproximadamente 300 famílias, considerada área de risco e muito violenta, que também se caracteriza por ser uma comunidade onde as famílias são chefiadas por mulheres, pois a maioria dos homens vão para os garimpos, ficando muito tempo fora; outros nunca mais retornam. 

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A imagem pode conter: 1 pessoa, nuvem, céu, árvore, planta e atividades ao ar livreNa comunidade também existe um quilombo formado pela família do pai Bene Furtado. Cerca de 100 pessoas vivem nesse lugar, dentre elas 48 crianças. A comunidade vive da tradição e da cultura matriz africana. Tentam manter os costumes e tradições no cuidado da vida e da natureza. Ao chegarmos no quilombo, nos encontramos com duas pessoas, cientistas sociais que estavam fazendo um estudo socioambiental sobre os possíveis impactos relacionaos à construção da usina de Clevelândia no Rio Oiapoque. O que nos chamou muita atenção: a consciência que eles têm em relação ao cuidado com o espaço onde vivem. Para eles, proteger a natureza é proteger a si próprio e os costumes, pois sabem que um depende do outro. Mantém uma religiosidade popular muito forte expressa através de três grandes festas: São Sebastião, da Entidade e do Tranca rua, onde mobilizam muitas pessoas. Oferece atendimento diário às muitas pessoas que o procuram pedindo ajuda e cultivam o culto religioso três vezes na semana. O líder é um homem de muita fé e experiência de vida não separa a fé da vida, pelo contrário, nos ensina. "Se o espírito estiver bem vai morrer bem, se estiver mal, vai morrer mal", ressaltou ele. Também se referiu à situação do país e o modelo econômico que destrói a vida e coloca acima de tudo o dinheiro; aí as pessoas se acostumam a explorar e ninguém mais vê a partir do olho humano e sim a partir do olho financeiro, então, me pergunto: o que é justiça nesse país? 

Eles têm consciência da importância do cuidado com a vida, da preservação do ambiente onde vivem, que é no meio da floresta, mas também sabem da dificuldade que enfrentam na falta de políticas voltadas para as comunidades tradicionais. Muitos abrem mão deste cuidado, em troca de motos, casa, pequenos objetos de primeira necessidade, o que dificulta o cuidado com a natureza. Vivem de uma forma simples; com as casas formando um círculo, colocam tudo em comum e cada um busca através de suas habilidades o sustento do quilombo.


Na parte da tarde, realizaram uma roda de conversa com 27 crianças e adolescentes, entre 8 a 18 anos. Através de dinâmicas trouxeram a realidade da comunidade, a partir do olhar dos seus olhares. Evidenciaram o que tem de bom na comunidade, ressaltando o rio, onde podem brincar; a escola e os terrenos com areia, onde podem jogar bola; mas identificaram muitos problemas que ferem a vida, destacando a violência, a falta de cuidado nas ruas, poluição do rios, brigas nas festas, bebidas alcoólicas, morte de jovens e também a violência contra as crianças e adolescentes que quase ninguém fala, o abuso e o estupro. 

O grupo foi orientado a como cuidar do corpo para que nenhuma violência aconteça. Relataram situações que acontecem na comunidade e a equipe orientou como se cuidar e denunciar. 


Na oficina com dez crianças, entre 3 a 7 anos, foi trabalhada a cartilha O Sumiço de Carolina, alertando as crianças para o cuidado com a vida. Elas expressaram através de desenhos como podem e devem se cuidar para que nenhum mal aconteça. Foi uma tarde muito linda de cuidado com a infância e adolescência.

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Sandra Loyo - Rede Um Grito pela Vida

sábado, 22 de julho de 2017

Encontro das Referenciais da Rede Um Grito Pela Vida com as lideranças das Pastorais Sociais em Macapá

No encontro das referenciais da Rede Um Grito Pela Vida foram socializadas as atividades da Região Norte e o conhecimento da triste realidade do tráfico de pessoas, abuso e exploração sexual. Foram apresentados os casos, as subnotificações e as rotas. O que chama atenção é que todas as pessoas relatam situações e casos de pessoas vítimas destes crimes.

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14 de julho - Sandra Loyo

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Uma viagem pelas periferias do mundo - Igreja em saída, presente nas periferias, na luta contra o tráfico de pessoas



Ajudar o povo a tomar consciência das situações de vida que fazem parte do seu cotidiano é o primeiro passo para construir um mundo melhor para todos, mas sobretudo para mudar a vida dos povos, de pessoas concretas que sofrem as consequências de uma sociedade onde tudo virou mercadoria, onde tudo tem preço, onde a vida vale pouco ou nada.


Mais uma vez a Rede Um Grito pela Vida, seguindo o chamado que o Papa Francisco faz a ser Igreja em saída, que se fez presente nas periferias do mundo, chegando num desses lugares onde bem pode ser chamado de “terra sem lei”. A fronteira entre o Amapá e a Guyana Francesa é lugar de passagem de pessoas que querendo uma vida melhor acabam perdendo o controle da própria vida, que fica nas mãos de gente sem escrúpulo que escraviza inocentes.

Neste ano em que a Rede Um Grito Pela Vida comemora dez anos de caminhada, quer conhecer uma realidade de fronteira onde ainda não tem um núcleo da Rede e animar a vida religiosa consagrada para que pense na possibilidade de um trabalho em rede. Por isso as referenciais da Rede Um Grito Pela Vida na Região Norte, decidiram como marco dos 10 anos fazerem a experiência, nos dias 09 a 23 de julho de 2017, nesta região. Estiveram presente as irmãs: Isabel do Rocio Kuss, Irmãs Catequistas Franciscanas, Acre; Roselei Bertoldo, Irmãs do Imaculado Coração de Maria, Amazonas; Valmí Bohn, Irmãs da Divina Providência, Amazonas; Maria de Jesus Borges Costa e Josineide Maria da Silva, Irmãs de Notre Dame de Namur e Irmã Rosangela dos Santos, Irmãs Missionárias de Maria, Xaverianas.

Os encontros com a Vida Religiosa e as Pastorais Sociais no Amapá, onde foi apresentado o trabalho da Rede e a realidade do Tráfico de Pessoas na Região Norte, tem mostrado o apelo de acompanhar a vida das vítimas do abuso, exploração sexual e o  Tráfico de pessoas.

Conhecer o trabalho que está sendo realizado, como na Casa da Hospitalidade onde as irmãs, atendem 85 pessoas apartir do nascimento, portadores de deficiência, abusadas sexualmente e abandonadas; e a casa  Bethania, em Macapá,  também atendidas por irmãs que acolhem atualmente 21 meninas, onde relatam os casos de violência, têm ajudado a descobrir que o abuso, exploração sexual e o tráfico de pessoas estão cada vez mais presente na sociedade e no Estado. Diante disso, urge iniciar um trabalho organizado en rede.

Chegar no Oiaopoque é uma verdadeira aventura, uma viagem em que o risco toma conta das pessoas. O descaso dos poderes públicos se traduz em constantes atoleiros que fazem que ninguém saiba quando nem como vai chegar no destino, que uma viagem de oito horas se converta numa de vinte e oito. Nada que preocupe a quem anda de avião e engana o povo com promesas que nunca serão cumpridas.

Muitas vezes são mulheres indígenas as vítimas dessa violência irracional. Diante dessa realidade as mulheres caciques e lideranças querem encontrar os meios para proteger as aldeias e evitar que as pessoas se tornem vítimas desses crimes. Os relatos das mulheres que participavam da oficina na aldeia do Manga ajuda a sentir a vida sofrida de pessoas concretas, histórias que se repetem nas visitas a diferentes comunidades de um e outro lado do Rio Oiapoque, em território brasileiro e da Guyana Francesa, onde os euros dos cidadãos franceses constroem grandes mansões, que atraem mulheres e adolescentes pobres, que se tornam vítimas de estupros e abusos e que em muitos casos desaparecem para sempre.

O trabalho tem que começar pelas crianças, vítimas potenciais e reais de situações de abuso, como acontece com as meninas e meninos das muitas aldeias e comunidades. As oficinas ajudam as crianças e os adolescentes a se protegerem, através de materiais que mostram histórias de abuso, exploração sexual e do tráfico, como “O Sumiço de Carolina”.

O sofrimento ultrapassa as fronteiras e o trabalho de prevenção, realizado pelas irmãs que moram no Oiapoque, também tem que ir além dessas divisões que muitas vezes favorecem àqueles que se aproveitam das vítimas. As promessas de trabalho nos garimpos da Guyana Francesa são na verdade desculpas para a exploração sexual, de onde algumas mulheres conseguem fugir, enquanto muitas são exploradas até morrer.

As margens do Rio Oiapoque têm se convertido em lugar onde a violação dos direitos, drogadição, alcoolismo, violência sexual são realidades que a gente vê a olho nu. Uma realidade muito chocante, mas que infelizmente tem se naturalizado e que faz que crianças e adolescentes sejam exploradas em prostíbulos que funcionam 24 horas, lugares de morte e destruição de vidas inocentes que sofrem as consequências de uma sociedade que olha para o outro lado.

Mesmo diante de situações de opressão nunca podemos perder a esperança, pois isso nos ajuda a não desistir na lutar por um mundo melhor para todos. Nosso compromisso cristão faz que mude a vida de pessoas concretas, que descobrem no olhar misericordioso de Deus uma possibilidade de retomar uma vida plena e seu cuidado cheio de Amor.
Por Luis Miguel Modino - Jornalisa
e Roselei Bertoldo - Rede Um Grito Pela Vida.



terça-feira, 23 de maio de 2017

Rede realiza sensibilização na CAMPANHA FAÇA BONITO em Curitiba/PR

18 DE MAIO – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Para esta importante e delicada Campanha que visa a prevenção, proteção, denúncia e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes, a Rede Um Grito Pela Vida, Regional de Curitiba, iniciou seus trabalhos desde o início do mês de maio. Foram repassados 1.800 folders da Campanha Faça Bonito ao Conselho Tutelar de Curitiba, material que foi reproduzido com o dinheiro da própria Rede, a serem entregues nas nove regionais dos Conselhos Tutelares de Curitiba para a panfletagem no dia 18 de maio. 


Os folders foram repassados pela colaboradora e Conselheira Sra. Rosilei Bastos Pivovar. Também foram repassados aos padres, 150 folders da Campanha durante a Formação Permanente do Clero da Arquidiocese de Curitiba, no dia 11 de maio. Além dos folders também foram repassados via e-mail o texto explicativo sobre a importância da Campanha do Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes do Governo Federal. 

O cartaz e o texto foram encaminhados por e-mail ao Centro Pastoral da Arquidiocese e para a CRB – Regional de Curitiba, para que repassassem às Paróquias da Arquidiocese da Arquidiocese e as Casas religiosas do Estado do Paraná. Colaboraram nesta tarefa as irmãs Lucimar do Centro Pastoral e a Ir. Luciane da Executiva da CRB de Curitiba. No sábado, dia 13, Frei Luiz C. Batista entregou folders à Coordenação da Catequese da Paróquia N. Sra. da Cabeça, para ser trabalhado o tema na Catequese, que tem 400 pessoas entre crianças e catequistas. 

Outro importante grupo que recebeu o material foram os alunos do Curso de Filosofia, Pedagogia e Psicologia da Faculdade dos Franciscanos Menores, conhecida como FAE, onde estudam os Seminaristas Agostinianos, e o seminarista Gleydson Luiz de Oliveira dos Santos, do Centro Acadêmico que colaborou na divulgação da Campanha. 

Frei Luiz C. Batista, que é vigário paroquial na Paróquia N. Sra. da Cabeça, tratou do tema da Campanha Faça Bonito nas suas homilias durante as missas do final de semana dos dia 20 e 21 de maio, nas Capelas da Comunidades N. Sra. de Fátima, Nossa Senhora da Guia e Santa Mônica, onde aproximadamente umas 400 pessoas tomaram conhecimento sobre o assunto. 

A temática também foi trabalhada no grupo de adolescentes da Paróquia N. Sra. da Cabeça, conhecido como AUC (Adolescentes Unidos em Cristo), onde 40 adolescentes ouviram e debateram o tema do abuso sexual, orientados pelos coordenadores e os seminaristas Agostinianos que os acompanham. A Ir. Salete Inês Arcari participou da mobilização durante a panfletagem do Conselho Tutelar do B. Boqueira e a Sra. Rosilei B. Pivovar no Conselho Tutelar do B. Fazendinha.


Foram distribuídos 2.500 folders a respeito da Campanha, mas o número de pessoas sensibilizadas diretamente foi mais de três mil, pois os folders não foram suficientes para todos, principalmente para os fiéis que estiveram nas missas do Fr. Luiz no final de semana, que sucedeu a Campanha Faça Bonito. 


Fr. Luiz - Núcleo  Regional da Rede de Curitiba/Paraná



Rede Um Grito pela Vida na Campanha Faça Bonito em Manicoré - Amazonas

O núcleo da Rede Um Grito pela Vida em Manicoré/AM, representado pela Irmã Célia de Campos (Salesiana), juntamente com o Centro  Social  Madre Ângela VESPA, se uniu à campanha contra o Abuso e Exploração sexual de Crianças e Adolescentes e foi para as ruas gritar por justiça.

"O dia 18 de maio foi instituído em 1998, quando cerca de 80 entidades públicas e privadas, reuniram-se na Bahia para o 1º Encontro do Ecpat no Brasil. O evento foi organizado pelo Centro de Defesa de Crianças e Adolescentes (CEDECA/BA), representante oficial do Ecpat, organização internacional que luta pelo fim da exploração sexual e comercial de crianças, pornografia e tráfico para fins sexuais, surgida na Tailândia. O encontro reuniu entidades de todo o país. Foi nessa oportunidade que surgiu a ideia de criação de um Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual Infanto-Juvenil." (Campanha Faça Bonito)






Caminhada em Pinheiro/MA marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes



No dia 15 maio, o núcleo regional da Rede Um Grito pela Vida de Pinheiro/MA participou da caminhada contra o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, promovida pelo Conselho Tutelar, Secretaria de Assistência social, com a participação da comunidade.

O público-alvo era os alunos das várias Escolas de Pinheiro. Na concentração houve a denúncia da morte de um adolescente de 17 anos, que foi morto por engano. O grupo de jovens e a comunidade pediu justiça diante do promotor e da juíza que se faziam presentes com suas palavras de apoio e mostraram interesse pelo caso.

 
Palestras informativas realizadas em duas escolas de Pinheiro:

Rede no combate à exploração sexual de crianças e adolescentes - Capacitação em Maceió

No dia 18 de maio, o núcleo regional da Rede Um Grito pela Vida de Maceió ofereceu capacitação para multiplicadores/as. Essa formação ocorreu no dia 06 de maio, das 8h às 15h, na cidade de Maceió, na casa Sagrado Coração de Jesus, osf. Foi um dia proveitoso e animado. A data que marca o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes foi celebrada antecipadamente, pois assim conseguiríamos um maior número de participantes.

Parceiros: Pastoral da Criança e CEBI.



Núcleo Regional Recife - Maceió, Alagoas



quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Por um carnaval sem exploração!

Fique de olho e denuncie casos suspeitos de exploração sexual, trabalho infantil, negligência, tráfico, aliciamento, dentre outros.

#carnavalsemabuso #disque100 #carnavalsemviolência#respeitar #proteger #garantir





Rede participa de audiência com o Procurador Geral do Ministério Público do Estado do Amazonas


A Rede Um Grito pela Vida, em parceria com a Frente Parlamentar contra a Violência Sexual de Crianças e Adolescentes - FRENPAC e o Comitê Estadual de Enfrentamento a Violência e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, do qual a Rede Um Grito Pela Vida faz parte, junto com outras organizações de proteção e defesa dos direitos da infância, realizou no dia 12/02/2017 uma audiência com o Procurador Geral do Ministério Público do Estado do Amazonas, Dr. Pedro Bezerra Filho.


Nesta oportunidade, a Rede apresentou como proposta a criação de uma comissão de monitoramento dos casos de abuso e exploração sexual no Estado e a criação de um programa de proteção como forma de garantir e defender as vítimas e testemunhas e, deste modo, dar-lhes condições de denunciar. 

O procurador acolheu com interesse e se comprometeu a dar encaminhamento às propostas de forma processual.



Enviado por Sandra Regina Loyo Penha
Articuladora da Rede



terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Formação e troca de saberes com o Projeto Criança Migrante – NOVO NINHO

 

A ASBRAD (Associação Brasileira de Defesa da Mulher, infância e da Juventude), entre seus projetos têm o denominado ‘Criança Migrante – Novo Ninho”. O objetivo do projeto é garantir os direitos das crianças e adolescentes migrantes no Brasil, especialmente o que têm histórico de violência e exploração sexual.

Foco: capacitar os profissionais que trabalham com as crianças e adolescentes migrantes. A capacitação normalmente é realizada em cursos de curta duração, aborda técnicas de atendimento e definição de fluxos locais para a recepção e encaminhamento dessas violações de direitos.

O “Criança Migrante – Novo Ninho” atua em municípios com alto fluxo de atividade migratória e imigratória em Assis Brasil (AC), Foz do Iguaçu (PR) e São Paulo (SP).

A capacitação, diálogo com troca de saberes, conhecimento, experiências para fortalecer e construir uma caminhada conjunta de Diretrizes de Atendimento Humanizado às Crianças  e Adolescentes  no contexto  da Migração  nas Fronteiras  aconteceu em Assis Brasil,  nos dias 31 de janeiro e 01 de fevereiro de 2017.

O Núcleo (em gestação), da Rede Um Grito pela Vida de Assis Brasil esteve presente nos dias de formação e troca de saberes.




 Núcleo de Rio Branco /AC