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sexta-feira, 15 de maio de 2015

Na luta contra a exploração sexual - Rede Um Grito Pela Vida/Roraima - AM

FAÇA BONITO!

Proteja nossas crianças e adolescentes

O Núcleo da Rede Um grito pela Vida de Manaus e a Equipe do IACAS – Instituto de Assistência a Criança e Adolescente santo Antônio, em parceria com varias organizações da sociedade civil que compõe a articulação – “Tecendo Redes”, Realizou hoje (15.05) a tarde a primeira atividade de sensibilização e formação sobre Violência e Exploração sexual de crianças e adolescentes, como parte da agenda de atividades em comemoração ao 18 de maio 2015 - dia nacional de combate à violência e exploração sexual de crianças e adolescentes.

A atividade aconteceu no Colégio Garcitylzon de L.E. Silva, Bairro Cidadão 10, de Manaus, com 250 alunos do 7º ao 9º ano do ensino fundamental. Foi uma tarde animada e rica. Através de músicas, vídeos informativos e conversas interativas, se evidenciou a gravidade do problema, a necessidade de um intenso trabalho de preventivo de informação. Lembrar á combater!
Esquecer é permitir!

Fez-se memória do sentido desta data, recordando o caso da menina Aracele Crespo” que foi vítima da exploração sexual e assassinada em Vitória no ES. Crime que comoveu o Brasil e provocou a mobilização da Sociedade Civil que após muitas lutas e reivindicações fez o Estado Brasileiro a instituir o dia 18 de maio, com esta finalidade.

Formas de violência e Exploração sexual

Foram abordadas as formas de abuso e exploração sexual: pedofilia, pornografia pela Internet, tráfico de pessoas. Acentuou-se a importância da Denuncia via o Conselho Tutelar e o disque 100. Os adolescentes participaram com perguntas demonstrando interesse e necessidade de informação sobre o problema.

A tarde, sem dúvida foi uma contribuição significativa no conjunto das muitas atividades que estão sendo realizada nos diversos municípios do Estado e do País nestes dias. Seguimos convictas de que só aluta conjunta envolvendo todos os grupos, instituições da sociedade civil e o poder publico será capaz enfrentar este crime e mudar esta prática considerada muitas vezes com natural no interior das famílias e comunidades. Urge modificar a escala de valores e o resgate do sentido de humanidade na vida das pessoas, principalmente das novas gerações, para que rompam com a continuidade desta prática perversa. Urge da mesma forma uma maior efetividade dos mecanismos de denuncia e responsabilização dos agressores e de proteção as crianças e adolescentes.
















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