Dando continuidade as viagens, pelo Rio Negro a última parada que a Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roraima, fez, foi em Barcelos, AM, região de grande turismo e alto índice de exploração sexual, nesta cidade o grupo permaneceu po quatro dias onde fez contato com as lideranças da comunidade e gestores de duas escolas, onde foram realizadas atividades de sensibilização e prevenção ao tráfico de pessoas.
Foram dias de muitas atividades, relatos de casos de exploração sexual e tráfico de meninas, que são enganadas por cafetinas e turistas que chegam naquela região.
Muito tem a ser feito, a impunidade ainda é forte, o silêncio e o medo é marca de todas as cidade por onde passamos.
Ficamos de retornar a cidade para continuidade do trabalho e ampliação para as outras escolas.
Juventude muito interessada em participar as atividades que aconteceram de diversas formas, muitos relatos e experiências vividas.
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Viagem a Barcelos, AM
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NÚCLEO RORAIMA
Viagem a Santa Izabel do Rio Negro, AM
A Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roraima, estiveram na Cidade de Santa Izabel do Rio Negro, AM para sensibilização e formação sobre o tráfico de pessoas naquela região, o grupo foi acolhido pelas lideranças que se encarregaram de articular as escolas, professores, alunos, gestores municipais para participarem do processo de sensibilização sobre a temática.
Foram dias especiais, junto as escolas o que possibilitou a sensibilização do educadores e alunos do município.
Formação com Professores e Professoras.
Sensibilização com alunos do ensino médio.
Sensibilização com as juventudes.
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Viagem a São Gabriel da Cachoeira, AM
Nos dias 07 a 14 de junho a Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roraima estiveram em São Gabriel da Cachoeira, AM para realizar um trabalho de sensibilização, formação, prevenção ao tráfico de pessoas e somar forças com as lideranças daquela cidade por ocasião da operação Cunhatã que prendeu 10 pessoas envolvidas em pedofilia e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Foram 7 dias de articulação, formação de lideranças e formação com alunos, professores nas escolas públicas do município.
Articulação com gestores das escolas públicas.
Sensibilização e prevenção nas escolas
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Visita a Cidade de Borba no Amazonas.
A Rede Um Grito Pela Vida, Regional Manaus/Roraima marcou presença na festa de Santo Antonio na cidade de Borba,AM nos dias 10 a 14 de junho com o objetivo de articular lideranças para a realização do trabalho de prevenção naquela cidade.
A Rede voltará a cidade de Borba no mês de outubro para iniciar o processo de sensibilização e formação de lideranças.
Ir. Santina Perin
A Rede voltará a cidade de Borba no mês de outubro para iniciar o processo de sensibilização e formação de lideranças.
Ir. Santina Perin
terça-feira, 28 de maio de 2013
Capacitação da REDE UM GRITO PELA VIDA Regional SP
A Rede um Grito
pela Vida, de São Paulo realizou no dia 20 de Maio o ENCONTRO
DE FORMAÇÃO SOBRE TRÁFICO DE PESSOAS. Foi estudado neste encontro o IIº Plano
Nacional de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas e a importância da articulação
entre a sociedade civil e o poder público. Este teve a assessoria da psicóloga
Dra Anália Belisa Ribeiro.
O
encontro teve inicio com um momento de espiritualidade onde foi refletido o
texto dos Atos dos Apóstolos 16, 16-29. A partir deste texto foram lançadas
algumas provocações sobre a realidade do tráfico humano nos dias de hoje. Após
o lanche da parte da manhã Dra Anália Ribeiro fez a colocação sobre o tema em
questão.
Ela
enfatizou que o Tráfico humano é uma questão pública, de todos, pois o respeito
à dignidade humana deve ser uma política de Estado. Alguns dos principais
desafios por ela foram: organizar e implantar um sistema de informação. Promover
a transparência de informações e criar um sistema de proteção integrado às
testemunhas.
Depois
ela fez uma explanação sobre Políticas Públicas definindo-as como um conjunto
de ações coletivas, onde cabe ao Estado promover ações preventivas contra a exploração
sexual, trabalho escravo e tráfico de órgãos.
É
importante, por parte da sociedade, o monitoramento destas Políticas Públicas.
Fortalecendo as redes já existentes no combate a essas mazelas presentes no contexto
mundial, construir sempre mais ações conjuntas e integradas.
Na
parte da tarde Ir. Roseli, apresenta alguns dados da realidade do Tráfico de
Pessoas, que é um universo clandestino, pois é um crime invisibilizado, dentro
de um conjunto de situações onde as vitimas não se reconhecem como tal.
Encontra-se ainda nas leis um vazio na proteção e direitos da própria vitima.
Esta
realidade do Tráfico de Seres Humanos é sustentada pelo capitalismo que transforma
de uma maneira mais aguda pessoas em mercadorias. Neste contexto, o corpo mais
desejado para o Tráfico são adolescentes e crianças, encaminhando-se assim rumo
a uma pedofilização do Tráfico de Seres Humanos.
Foi apresentada
também uma visão geral do Tráfico de Pessoas, onde 2,45 milhões de pessoas são
traficadas (UNODC), sendo que 1,2 são crianças entre 5 e 15 anos (UNICEF).
A
maioria, ou seja, 80% são mulheres e crianças. Ela ainda sublinhou que em
relação ao Tráfico de Pessoas, nas pesquisas o Brasil aparece como um país de origem,
de trânsito e de destino.
Depois,
apresentou a origem da rede Um Grito
pela Vida e o trabalho que é realizado em todo o Brasil e no mundo, por meio da
rede internacional Talitha Kum.
Maria
de Lourdes e Marinete
(Missionárias
de Maria Xaverianas)
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Rede UGPV - CRB Regional BA/SE
A Rede Um Grito Pela Vida - CRB Regional BA/SE realizou seu plano de ação para o ano de 2013.
PLANO DE AÇÃO
1. JUSTIFICATIVA
A Vida Religiosa Consagrada, procurando discernir em cada momento histórico os apelos de Deus, vindos dos clamores de tantos irmãos e irmãs, que em cada época e contexto foram se apresentando com um eloquente clamor por Vida e Libertação.
A Rede Um grito pela Vida é Intercongregacional, constituída por religiosas e religiosos de várias Congregações. Sendo um espaço de articulação e ação solidária da Vida Religiosa Consagrada, faz parte constitutiva da CRB – Conferência dos Religiosos do Brasil. Integra também a Rede Talita kum - Rede internacional da Vida Religiosa Consagrada no enfrentamento ao tráfico de pessoas, coordenada pela UISG – União Internacional das Superioras Maiores.
O tráfico de pessoas, sobretudo de mulheres e crianças, que são as vítimas em potencial deste ilícito negócio, é hoje um dos mais urgentes apelos históricos para a sociedade, e com especial convocação para as Igrejas e a Vida Religiosa, cuja missão de cuidar, proteger, defender e promover a vida ameaçada é imperativo teológico. Faz parte das afirmações fundamentais da vida cristã recusar qualquer tipo de violência como expressão da violação de direitos humanos, a ela se opor, denunciá-la e contribuir para sua superação.
Aberta e ecumênica, a Rede Um Grito pela Vida atua de forma descentralizada e articulada com as organizações eclesiais e civis nos diversos estados e municípios, onde se encontra organizada em núcleos e regionais. Atenta e sensível à “realidade-clamor” do tráfico de pessoas, a Rede Um Grito pela Vida sente-se convocada a estar, de maneira estratégica, ao lado das pessoas indefesas, com uma práxis articulada de solidariedade e cidadania a serviço da vida. Religiosas de várias Congregações têm, nas últimas décadas, assumido mundialmente a luta pela erradicação do tráfico de pessoas, como uma atuação missionária, vivida com solicitude e audácia profética.
2. OBJETIVO GERAL
Partilhar e otimizar os recursos da Rede Um Grito pela Vida, presente nos estados da Bahia e de Sergipe, a fim de favorecer intervenções na prevenção, na sensibilização e na denúncia ao tráfico de pessoas.
Regional BA/SE
3. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Criar novos grupos de conscientização e enfrentamento ao tráfico de pessoas. Sensibilizar e socializar informações sobre o tráfico de pessoas. Capacitar multiplicadores, multiplicadoras para ações educativas de prevenção e assistência. Busca somar forças em parceria com as iniciativas e campanhas preventivas ao tráfico de pessoas durante a Copa do Mundo, jogos Olímpicos e outros mega eventos nacionais.
4. METODOLOGIA UTILIZADA
Trabalho com as pastorais e catequistas. Apresentação da temática sobre o tráfico de pessoas em encontros com o clero, grupos da CRB e outros. Sensibilização através de panfletagem em pontos estratégicos da cidade, e durante caminhadas. Pesquisa em anúncios na internet, cartões postais e outros sobre como o Brasil é representado ao mundo. Fortalecimento da rede de ações preventivas. Pesquisa da realidade de mulheres, crianças, jovens, através de visitas a famílias e instituições. Visita ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) para fazer a pesquisa. Conscientização através de tenda de informações armada em praças, no dia 23 setembro – dia internacional contra o tráfico de pessoas. Criação de grupos de estudo sobre a temática do tráfico de pessoas e violação dos direitos humanos. Palestras em escolas e em outras instituições. Utilização dos meios de comunicação social para sensibilização sobre o risco do tráfico de pessoas.
5. RESULTADOS ESPERADOS
Aprofundamento da temática sobre o tráfico de pessoas. Formalização da rede de ações preventivas. Conhecimento de como trabalhar com grupos juvenis. Aguçamento do olhar crítico e da atenção, no que diz respeito a propagandas e informações apelativas ao tráfico de pessoas. Conscientização das pessoas, a fim de que atentem para o risco do tráfico de seres humanos. Conhecimento maior dos instrumentos de violação de direitos das mulheres. Oferta de informações sobre os riscos do tráfico de pessoas.
6. RECURSOS UTILIZADOS
Grupos de reflexões: pastorais, catequistas, comunidades. Pesquisa: Bancas de revista, lojas de objetos turísticos, internet, jornais. Encontros: Clero, grupos e núcleos da CRB, outros grupos de atuação. Panfletagem: caminhadas, pontos estratégicos da cidade. Pesquisa de campo: famílias, instituições.
7. CRONOGRAMA DE AÇÃO
O QUE
TEMPO
Grupo de estudo na comunidade
Coletar: cartões postais, internet, anúncios
Sensibilização
Pesquisa sobre migração nas comunidades
Repasse de Informação para jovens e adultos
Meses de maio a outubro
Meses de maio e junho
Meses de maio a outubro
Meses de maio a agosto
Meses de maio a outubro
8. CONCLUSÃO
Agradecemos a presença e participação de todas e todos que somam conosco nesta luta e reafirmamos para toda a Vida Religiosa Consagrada o desejo de vê-la sempre mais comprometida com esta e outras causas que ferem a Vida em todas as suas dimensões. A REDE UM GRITO PELA VIDA é um espaço aberto e espera encontrar nas organizações afins e, neste momento, de modo específico, no CHAME – Centro Humanitário de apoio à mulher, a colaboração e empenho no enfrentamento desta realidade de agressão aos direitos humanos e ao sonho de vida em abundância que Deus tem para todos os seus filhos e filhas
quarta-feira, 8 de maio de 2013
5ª Semana Social Brasileira: do Estado que temos ao Estado que queremos.
No dia 1 de maio, 2013, a Rede Um Grito Pela Vida - Regional Manaus participou da abertura oficial da Semana Social Brasileira. Este ano traz o tema: 5ª Semana Social Brasileira: do Estado que temos ao Estado que queremos.
Dentre as diversas atividades que serão realizadas, destacamos os seminários que serão realizados por grupos e pastorais nas diversas regiões, culminará com a realização da grande semana em agosto e o encerramento com o grito dos excluidos/excluidas no dia 31 de agosto de 2013 em Manaus - AM.
Caminhada da Paz, área missionária Tarumã - Manaus
No dia 1 de maio a Rede Um Grito Pela Vida Regional Manaus, participou da Caminhada Pela Paz na área missionária Tarumã.
A caminhada acontece todos os anos e tem como objetivo promover a paz nas comunidades da área missionaria.
Audiência com Dom Sérgio Eduardo Castriani - Arcebispo de Manaus.
A audiência teve como objetivo apresentar a Rede Um Grito
Pela Vida e as atividades que a mesma desenvolve na região amazônica.
Aconteceu na Curia metropolitana de Manaus, Dom Sérgio
acolheu com alegria os membros da Rede
Um Grito Pela Vida. Durante o encontro o grupo apresentou a Rede e as
atividades que vem desenvolvendo nestes 3 anos de presença na região amazônica.
Foi feito uma apresentação dos membro da rede que é composta
por congregações, leigas, leigos e instituições.
Dom Sérgio ressaltou o desafio que o grupo tem em trabalhar esta
temática nesta região, por ser uma região de grandes conflitos causados pelo
narcotráfico, tráfico de pessoas principalmente nas regiões de fronteira desta
imensa Amazônia. Destacou ainda a importância de continuar com a sensibilização
do tema nas diversas realidades, tendo em vista a CF 2014 e a necessidade de
ampliar o grupo, favorecendo uma formação para que mais pessoas possam estar
contribuindo no processo de formação de outras lideranças.
Animou o grupo para continuar sendo presença profética
diante desta triste realidade, na defesa das pessoas que são vitimas deste
crime e contribuindo para que as pessoas não caiam nesta rede criminosa.
Para finalizar o encontro, o grupo entregou um kit de
material sobre o tráfico de pessoas, agradecendo pela disponibilidade em nos
acolher e fortalecer o grupo.
Roselei Bertoldo ICM.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
I FÓRUM DA VRC DE MINAS GERAIS
TRÁFICO DE PESSOAS
Aconteceu no dia 20 de abril no
Colégio Regis Pacis das Irmãs Concepcionistas Missionarias do Ensino em Belo
Horizonte o I Fórum sobre o Tráfico de pessoas realizado pela Conferência dos
Religiosos do Brasil – Regional BH. O encontro foi assessorado por Ir. Roseli
Consoli, OSR, integrante da coordenação nacional da Rede Um Grito pela Vida. Contamos
com a presença de 33 religiosas, dentre elas várias formandas, duas leigas e 1
leiga consagrada. Ir. Eudinéa, IMM (coordenadora do Regional) deu as boas
vindas e destacou os objetivos do encontro:
- Conhecer o
trabalho de sensibilização e enfretamento ao Tráfico de pessoas realizado pela
Rede;
- Fortalecer o compromisso da VRC do regional
com a causa;
- Aprofundar
a temática;
- Estreitar
parcerias;
Iniciamos com a oração que o Regional de Teresina, PI
organizou, como forma de partilharmos da mesma caminhada. Logo após, Ir. Roseli
pediu aos participantes que se reunissem em pequenos grupos e conversassem o
porquê estavam ali e o que sentiam ao ouvir a temática. Eis os ecos:
INDIGNAÇÃO, TRISTEZA, IMPOTÊNCIA, DESEJO DE SOMAR FORÇA, APRENDER, DESEJO DE
CONHECER PARA CONSCIENTIZAR, COMO PODEMOS ATUAR COMO VRC, ALEGRIA DE PERCEBER A
VRC EMPENHADA COM A CAUSA, ISTO ESTÁ PERTO DE NÓS, PERCEBER OUTRAS IGREJAS E
MOVIMENTOS LUTANDO CONTRA ESTE MAL.
Este é um crime silencioso. Precisamos realmente nos
unir, Igreja e sociedade civil. O governo lança o II Plano nacional de
enfretamento ao tráfico de Pessoas – Política, Plano e Projeto. É desafiante
porque a vítima não se senti vítima – então, logo não podemos acreditar nos
dados dos órgãos públicos. Nós como VRC já estamos refletindo bem antes da
novela.
Assistimos o filme: “Encantos e desencantos”. Depois
Ir. Roseli questionou: E eu onde entro nessa história? E minha congregação?
Esta é uma realidade que desafia. Nós VRC temos que saber qual nosso papel.
Temos que ter clareza – trabalhar em rede com papéis definidos – Estamos diante
de um crime muito bem articulado. Que dá lucro.
TRÁFICO DE
PESSOAS
- Mercantilização dos corpos – venda e lucro;
- Sequestro da dignidade/violação de direitos/
cerceamento da liberdade;
O Tráfico humano: universo clandestino. E ainda, traz
um conjunto de situações, as vítimas não se reconhecem.
M
D M ____________________________ M D M
Mercadoria/Dinheiro/Mercadoria Mulher/Dinheiro/Mercadoria
Depois
do café vimos os dados do tráfico no mapa. Ficamos alarmadas com a situação
mundial.
A IGREJA DO BRASIL E A PREOCUPAÇÃO COM O
TRÁFICO HUMANO
Começamos
olhando esta preocupação através dos documentos:
o
Documento de
Aparecida nº 402;
o
Carta do Papa
João Paulo II;
o
Carta do Papa
Bento XVI;
o
Diretrizes da
Ação Evangelizadora do Brasil – 2011-2015,
nº 107 e 111
o
E a Campanha da
Fraternidade de 2014 – Fraternidade e Tráfico Humano;
O
rosto do Cristo sofredor nos deve clamar a uma ação libertadora. Somos convocadas
ao compromisso com esta causa. Toda a VRC é convidada, é chamada a ter uma
atitude de misericórdia. Mística pautada na encarnação de Jesus, que veio para
que todos tenham vida.
A
Rede Um Grito pela Vida surgiu pelo apelo da USG - União dos Superiores Gerais feito as
Conferências nacionais. E nós como VRC aprofundando as reflexões sobre a volta
as fontes vimos a necessidade de nos lançar em defesa da vida: o clamor das
pessoas traficadas se impõem hoje como um incessante grito do Deus na vida.
O trafico de pessoas é hoje um dos mais
urgentes apelos históricos com especial convocação para a VRC cuja, missão de
cuidar, proteger, defender e promover a vida ameaçada é imperativo teológico.
As
politicas públicas é que devem tratar da acolhida de quem retorna do tráfico –
nosso papel é outro: conscientizar.
Dados de Minas: Entre 1996-2009: 76 inquéritos foram abertos no
estado.
Após
o almoço continuamos com a reflexão, testemunho e trabalho em grupo.
COPA 2014
O
Brasil vai gastar R$ 32.000,000 (trinta e dois milhões). Copa para quem? E o
valor dos estádios?
O
padrão do nosso governo é de estimular indiretamente as dinâmicas de exploração
de mulheres, de jovens e crianças.
Junto
aos mega projeto se cria “um mercado do amortecimento afetivo”. Onde os entorpecentes são bebidas, drogas e
mercado sexual.
Neste
contexto, nós Vida Religiosa somos chamadas a questionar a realização dos mega
eventos no Brasil, entender os orçamentos.
Outro
ponto que discutimos foram os megaeventos e a regularização do sexo
(prostituição) – Projeto de lei do deputado federal Jean Wyllys batizada de
“Gabriela Leite”.
Diante
de tudo isso é preciso audácia profética.
Houve
neste momento algumas perguntas por parte dos participantes: Precisamente desde quando começou o tráfico
de pessoas? E quanto à prostituição masculina?
Dentro
da ONU existe um órgão denominado UNANIMA (iniciado pelas Irmãs do Bom Pastor e
que hoje conta com muitas outras Congregações religiosas). Eles acompanham a
demanda oriunda do tráfico de pessoas e muitas outras questões.
Neste
momento demos a palavra para ir. Sirley, OSR da Pastoral da mulher
marginalizada que apresentou a Pastoral e a desafiante missão. Ouvimos o
testemunho de uma mulher que foi traficada e que conseguiu sair desta rede do
mal e que hoje ajuda na Pastoral.
Retornamos
após, com a pergunta questionadora: E eu como fico? Que ações?
Ir.
Roseli nos apresentou a rede Um Grito pela Vida que conta hoje com 17 núcleos.
A rede nacional pertence a rede internacional Thalita Kum presente em 75 países. Não dá para negar a
VRC é uma força profética.
Após
refletirmos, partimos em grupos para propor atividades que em conjunto com CRB
regional e as parcerias serão realizadas ainda este ano.
Propostas:
·
Incentivar e
colaborar com as irmãs que já estão participando da rede;
·
Conscientizar os
grupos com os quais já trabalhamos (colégios);
·
Elaboração de
material que possa ser usado pelos educadores;
·
Divulgar e
estudar a cartilha de reflexão bíblica sobre o tráfico de seres humanos na
comunidade, nos núcleos da CRB e outros grupos de pastorais;
·
Realizar um
trabalho de parceria com outros movimentos sociais, entidades civis e o poder
público;
·
Participar do
núcleo de enfretamento ao tráfico criado pelo governo;
·
Fortalecer e ampliar
a equipe de reflexão com representantes de cada núcleo para ajudar na reflexão
do Regional;
·
Se apropriar da
gravidade do problema e abrir o olho das pessoas para a situação;
·
Conscientizar
primeiro nossas Congregações e Institutos e depois levar onde já atuamos:
Pastorais, jovens, grupo de mulheres, pastoral social;
·
Estar mais
atentas e não julgar as pessoas que são enganadas por esta rede do mal;
·
Organizar
encontros para multiplicadores;
·
Realizar oficinas
e bate-papo com o público (crianças, adolescentes, jovens, mulheres) – levar
esse material para a caminhada do dia 7 de setembro;
·
Buscar mais
material de divulgação;
·
Compromisso com a
CF 2014;
·
Realizar ato
público – dia 23 de setembro na Praça Sete;
Como
CRB regional agradecemos Ir. Roseli que generosamente nos ajudou nas reflexões
e esclarecimentos sobre o assunto. E, seguimos firmes na caminhada propondo
algumas atividades:
Ø Montar um stand no encontro internacional de
universitários católicos na PUC;
Ø Participação da assembleia e da caminhada do dia 7 de
setembro;
Ø Abertura da CF 2014 no dia 28 de setembro;
Enfim,
nossa missão:
v Denunciar, indignar-se;
v Propor e apoiar políticas públicas que garantam
direitos;
v Buscar parcerias;
v Capacitar multiplicadores;
v Mobilizar a VRC com a causa;
v Informar-se e socializar informações;
Ir. Eudinéa, imm
Marcadores:
NÚCLEO BELO HORIZONTE/MG,
SEMINÁRIOS
sábado, 27 de abril de 2013
Nasce mais um núcleo da Rede Um Grito Pela Vida - Porto Velho
O primeiro passo foi dado!
Os religiosos/as da CRB do núcleo de Porto Velho, RO,
reuniram-se no dia, 27.4.2013, para refletir o tema do tráfico de pessoas e
conhecer melhor a Rede Um Grito pela Vida. O encontro, realizado na “Casa Madre
Mazzarello” - centro social das Irmãs Salesianas na periferia Leste da Cidade –
foi assessorado por ir. Gabriella Bottani, imc.
Depois de um momento de oração muito bem preparado pelas irmãs
anfitriãs, ir. Gabriella introduziu brevemente o assunto Tráfico de Pessoas
trazendo a definição do protocolo de Palermo e alguns dados estatístico do
contexto mundial e brasileiro. A segunda parte do encontro foi dedicada para
apresentar a Rede Um Grito pela Vida: como nasceu, quais objetivos tem, quais
atividades realiza e como se articula nacional e internacionalmente.
Ir. Gabriella terminou o encontro com uma pergunta: “diante
desta realidade, o que vai fazer a CRB do núcleo de Porto Velho?”
A resposta foi unanime: dar continuidade a esta reflexão! A
coordenadora do núcleo propus de continuar com este assunto também no próximo
encontro de maio. Uma outra proposta foi de começar com o núcleo da Rede Um
Grito pela Vida. Umas das participantes comentou: “O primeiro passo foi dado!”,
agora tempos que continuar! A resposta a esta provocação foi positiva, sete
religiosas e três religiosos acolheram o desafio e foi fixada a primeira data
do encontro da Rede em Porto Velho, no dia 8 de junho de 2013 na sede da
CRB-RO. Parabéns!
sábado, 13 de abril de 2013
V Conferencia Regional para America Latina e Caribe da UMOFC (União Mundial das Organizações Femininas Católicas)
V Conferencia Regional para
America Latina e Caribe da UMOFC (União Mundial das Organizações Femininas Católicas), foi realizada na
Cidade do México de 8 à 12 de abril de 2013. A UMOFC é uma organização com
representação na UNESCO e na FAO, e há mais de 100 anos reúne dezenas de
organizações de mulheres de 60 países.
O Tráfico de Pessoas é o
segundo negócio ilícito mais rentável, que vem gerado da
exploração sexual, trabalho forçado, remoção de órgãos e
outras formas de exploração de pessoas, sobretudo de mulheres jovens, crianças
e adolescentes.
Além de representantes do UMOFC
participaram membros da Cáritas de diferentes países da America Central e
Caribe, representantes de projetos de atenção as vítimas de tráfico de seres humanos
da Conferencia dos Bispos dos Estados Unidos e Ir. Gabriella Bottani, da Rede
Um Grito pela Vida, representando a Rede Internacional da Vida Consagrada no
enfrentamento ao tráfico de pessoas. Ir. Gabriella partilhou a experiência de
Talitha Kum, rede que articulada 21 redes de religiosas atuantes em 75 países
dos 5 continentes. A vida religiosa deu seu testemunho profético, sublinhando
a importância de um trabalho em rede que favoreça o dialogo, o
intercambio e o desenvolvimento de estratégias comuns no enfrentamento ao
tráfico de pessoas.
Durante todo o
encontro ecoaram as palavras que papa Francisco que, no dia de Páscoa
definiu "o tráfico de pessoas, a escravatura mais extensa neste século vinte e
um."
Ir. Gabriela Bottani
“SIN CLIENTE NO HAY
TRATA”
Finaliza hoy la V
Conferencia Regional para Latinoamérica y el Caribe de la UMOFC, donde el tema
central ha sido la Trata de personas, bajo el lema “Transformemos
en acción el silencio y la omisión frente a la trata y el abuso de los más
vulnerables”, finaliza hoy viernes con una Declaración final, las
conclusiones en diversas áreas y una carta que será enviada por todos los
participantes al CELAM (Consejo Episcopal Latinoamericano). Con
representantes de 15 países (Costa Rica, Argentina, Brasil, Venezuela,
Colombia, Cuba, Honduras, Guatemala, Nicaragua, Estados Unidos, España, Italia,
México, Costa de Marfil y Alemania) y más de 150 inscriptos, se
diferenciaron casos de explotación sexual, de trata, de tráfico, y las
relaciones íntimas de todas estas formas de delito y ataque a la dignidad
humana.
Modelos de atención
a las víctimas
En
materia de modelos de atención para la prevención de la Trata o
canalización y apoyo a víctimas, el día jueves se expusieron experiencias
efectivas de las Hermanas oblatas de la Casa Madre Antonia, del Programa contra
la Trata de la Conferencia de Obispos Católicos de EUA, experiencias varias en
Nicaragua, otras de la Casa Día Veracruz y experiencias de llegada y
recuperación a través del arte y la amistad con la Fundación Revive.
Igualmente, se
abordó la creación de comunidades (parroquias, barrios, colonias) seguras,
junto a la psicóloga Mónica Rojas, Coordinadora de Salud Mental de QUIERA, de
la Fundación de la Asociación de Bancos de México, y con integrantes de la
comunidad parroquial de “El Olivo”.
Los conferencistas compartieron
también el enfoque de “Terapia Breve para la
Atención del Trastorno de Stress Postraumático”, con experiencias del doctor
Miguel Marín, del grupo QUIERA.
Trabajar en redes
Un elemento sumamente importante
en el que se ha insistido durante toda la Conferencia es el trabajo en redes.
“Recuerdo cuando amigos de Rumania me llamaron una vez para decirme que sabían
que una joven se volvía allá, a ese país, y que la esperaban tratantes para
captarla. ¿Sabes quién puede esperarla en el aeropuerto ye vitar eso?, me
preguntaron. De inmediato llamé a algunos, fueron y, al menos ese día y con una
joven, evitaron que haya una víctima más”, dijo Martina Liebsch, participante
experta llegada desde Alemania, Directora de Política en Cáritas Internacional.
Proporcionó datos también y alertó acerca de la dependencia de trabajadores
domésticos con su empleador, acerca de lo cual Cáritas ha realizado una campaña
llamada “Bajo el mismo techo” y la campaña “Bajo la misma ley”.
“Muchas veces, las agencias de
reclutamiento laboral no son serias, las engañan, prometen un trabajo y es
otro, cobran mucho dinero… Hemos trabajado por lograr leyes parejas y justas al
respecto, y la OIT finalmente logró un Convenio ya ratificado por 12 países”.
En el mismo panel expusieron
experiencias sobre trabajo en redes nacionales la representante de Cáritas de
Colombia, Rosa Inés Floriano Carrera; trabajo en redes regionales la Hermana
Ligia Ruiz Gamba, Misionera Scalabriniana, Ejecutiva de Movilidad Humana del
Departamento de Justicia y Solidaridad del CELAM; trabajo en redes
internacionales: la Hermana Gabriella Botanni, Misionera Comboniana,
Coordinadora para América Latina del Consejo de Talitha Kum (residente en Brasil).
Talitha Kum, que significa “Levántate”, aúna numerosas redes nacionales y
regionales en todos los continentes. Se alertó por la creciente feminización de
la migración, ya que la mitad de los migrantes son mujeres hoy día y son muy
vulnerables a la trata.
Los medios y la
trata
“Los periodistas
tenemos que ser la voz de quienes no tienen voz. Tenemos la posibilidad de
visibilizar este flagelo invisibilizado (no invisible, sino ocultado). Nuestra
profesión está ligada profundamente a contenidos éticos, ya que entramos a los
hogares y a las mentes de millones – dijo la periodista argentina Verónica
Toller al hablar de Los medios masivos de comunicación frente a la Trata-. Por
eso mismo, entre las deudas pendientes del periodismo, está el respetar la dignidad
humana desde las palabras, aprender a no revictimizar con los términos,
recordar que no hay niños que se prostituyen, por ejemplo, sino niños
prostituidos o niños explotados o niños tratados. Construimos las ideas con
base en las palabras; dibujamos los seres humanos el mundo con la
palabra como herramienta, que es jinete del pensamiento… Entonces, seamos muy
conscientes de qué mundo transmitimos con las palabras”.
En cuanto a medios,
también hubo una exposición sobre Las Redes Sociales y la Trata, a cargo de
Nelly Montealegre Díaz, de la Fiscalía nacional mexicana contra la trata
(FEVIMTRA).
La Conferencia
contó también con un panel interreligioso, del que participaron el sacerdote
católico Edgar Alan Valtierra López (Director de la Comisión de Ecumenismo de
la Arquidiócesis de México), el reverendo Efrén Velázquez (encargado de
Ecumenismo de la Iglesia Anglicana), la licenciada María de Lourdes Gutiérrez
(de la Iglesia Luterana), Isabel Resano (de la Comunidad Budista de Casa Tibet)
y Blanca Weinstein (de la Comunidad Judía). Cada uno reflexionó acerca de la
mirada particular y la mirada común de las distintas concepciones religiosas
acerca de la dignidad humana y el compromiso contra la explotación de
personas.
Los jóvenes y la trata
El punto de vista de la juventud
también estuvo presente, con intervenciones de Cinthia González
(colaboradora de Infancia Común), Damián Sánchez, vocalista de una banda de
música, Diana Martínez (colaboradora en diferentes estaciones de radio), Marla
Arias y Elliot Strill (del Instituto Pontificio Juan Pablo II), Laura González
(maestra y estudiante) y Christopher Jiménez (del grupo juvenil de los
Focolares).
“Hay gente que en verdad quiere
dedicar su vida a los demás –dijeron los jóvenes-.
Insistieron en el valor de la
familia (“le apuesto todas mis cartas”, dijo Laura González), la necesidad de
volver a compartir valores y diálogo padres e hijos a fin de prevenir el vacío
interior y la desorientación que termina teniendo como válvula de escape el
sexo y la utilización de los demás.
“Qué se puede esperar de una
generación donde el principal problema no es el niño en la calle o la droga o
la prostitución, sino la indiferencia por todas estas cuestiones. Es que somos
conscientes de todos estos problemas y dolores, pero no hacemos nada por
mejorar. Pensamos que no nos corresponde a los jóvenes”, dijeron, en un llamado
de atención a responsabilizarse como parte de la sociedad.
“La
trata es un mal que se cura al aire libre”, apuntó uno de ellos, en el sentido
de visibilizar lo que sucede. “Sin cliente no hay producto, diría la
mercadotecnia. Nos convencen de que los varones necesitamos sexo la mayor
cantidad de veces, todos los días y de formas cada vez más diversas. No. Y no
digamos hacer el amor, porque el amor es otra cosa. Se nos crea una demanda con
el bombardeo constante de ideas y de propaganda, y entonces, viene una oferta…
Y el crimen organizado… Si empezamos la campaña contraria, si decimos que ese
producto no hace falta sino que necesitamos otra cosa, acabaremos con el
mercado, según las leyes de la mercadotecnia –ejemplificaron-. Es decir, sin
cliente no hay trata. Y es lo que estamos buscando, ¿no?
CONTACTOS: para
ampliar información
María Giovanna
Ruggieri – Presidenta de UMOFC Internacional – (Italiana)
wucwopregen@gmail.com –
0039 - 3470935267
Mónica Santamarina
– Vicepresidenta General y Vicepresidenta para América latina y el Caribe -
(Mexicana)
msantamarina82@hotmail.com – 0052 – 15 -
541901624
Lía Zervino –
Consejera UMOFC – Miembro de la Asociación Argentina de Cultura (Argentina)
liazervi@gmail.com –
0054 – 9 – 11 - 69313151
NOTA
– La UMOFC es una organización católica con representación en la UNESCO y
la FAO, entre otras, y más de 100 años de historia nucleando a decenas de organizaciones
de mujeres en unos 60 países. Los participantes de esta Conferencia
Latinoamericana y del Caribe, varones y mujeres, analizaron sobre cómo
operan las redes de tratantes; quiénes son víctimas, victimarios y
consumidores; explotación para pornografía infantil, turismo sexual, explotación
laboral, tráfico de órganos; visualizar con datos brindados por especialistas
cuál es el panorama de la trata en Latinoamérica; analizar a los medios de
comunicación frente a la trata; informarse acerca de la captación en redes
sociales; plantear estrategias de denuncia y canalización de víctimas.
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SEMINÁRIOS,
TRABALHO INFANTIL
terça-feira, 9 de abril de 2013
PARTICIPAÇÃO NA AUDIÊNCIA PUBLICA DA CPI
O dia 21de março Ir. Manuela Rodríguez (OSR) e Ir. Antonieta
Abreu, da Rede “Um Grito pela Vida”,
núcleo de São Paulo, participaram da audiência pública pela CPI destinada a investigar o tráfico de
pessoas no Brasil, suas causas, consequências e responsáveis (período de 2003 a
2011), compreendido na vigência do Protocolo de Palermo. A mesma aconteceu na
Assembleia legislativa do Estado de São Paulo.
O requerimento foi
apresentado pelo presidente da CPI, deputado Arnaldo Jordy (PPS-PA).
De acordo com o Deputado, o objetivo dos depoimentos das pessoas
convidadas, é colher e reunir informações para o aperfeiçoamento da legislação
brasileira e também buscar saídas para o fim do tráfico de pessoas.
Foram levados para o inquérito 4 casos:
Primeiro caso
Denúncia à senhora Telma dona de uma pensão. Ela é acusada de
aliciamento de travestis em Belém do Pará, traficando-as/os para São Paulo. Além
disso, ela acompanha as travestis que vão fazer cirurgias plásticas, só por
indicação, na clínica do Doutor Jair Roberto Matos Orifice (médico
especialista em cirurgia plástica)
O nome do médico citado, aparece nas investigações feitas pela Polícia
Federal; por isso ele foi convidado a
participar da audiência com o intuito de contribuir com elementos que visem um
maior esclarecimento da situação.
Ele diz não fazer parte de nenhuma quadrilha de tráfico; esse
não é seu perfil e se colocou à disposição para que visitem sua clínica em são Paulo, onde costuma praticar as
cirurgias a travestis, todas provindas de Belém do Pará. Ele está com os
contratos arquivados, mas nunca deu recibos como comprovantes de pagamento
porque elas nunca solicitaram.
Segundo caso:
Na data de 19/05/05 O conselho Tutelar constatou e fez denúncia
da existência de tráfico de menores para exploração sexual, todos trazidos de Belém do Pará para a escolinha da
Portuguesa. Ronildo era quem os trazia com uma proposta enganosa e acabavam
caindo em mãos desses criminosos. Vale salientar que a Associação Portuguesa terceirizou
seus serviços, sendo que Ronaldo e Fernando Matos, assumiram a administração de dita escolinha.
O Presidente da Associação Atlética Portuguesa
Santista Senhor José Ciaglia foi convidado a explicar o fato relatado. Ele diz estar nesta função há muito pouco tempo.Leu um
amplo informe sobre a Associação e reconhece a negligência dos anteriores Presidentes
na fiscalização. Está disposto a seguir contribuindo para apuração e
investigação dos fatos.
O presidente Dep. Jordy denuncia a situação dos menores que eram
alimentados somente com ração. Que viviam, em 12, numa quitinete e eram provindos
de famílias de alto grau de vulnerabilidade.
Depois de ouvir o convidado e pelas investigações feitas, o
presidente da Comissão confirma que se trata de tráfico de menores.
Terceiro caso
Desmantelamento da quadrilha que atuava com mulheres brasileiras
em Salamanca (Espanha) na boate Vênus. Aliciavam-nas em São Paulo e em Salvador (BA). Em Salvador,
as jovens eram convidadas a uma churrascaria e, logo, eram treinadas em Paripe
e depois iam para Espanha.
Uma mulher chamada Renata foi convidada dar depoimento; ela estava na “
“operação planeta”. Tentou-se saber qual foi sua participação nessa quadrilha e
seu envolvimento na mesma por ser namorada de Ângelo O “Gitano” .A mulher
estava com seu advogado e seu depoimento foi muito limitado, deixando claro que
ela não ia falar.
Ficou claro que familiares
articulavam ações com ela e que ela tinha relações com o “Gitano”, que, além do vínculo afetivo, ele a usava para o
negócio; inclusive ela foi ameaçada de morte.
A investigação vai continuar porque o caso se insere no item do
tráfico de mulheres para exploração sexual internacional.
Quarto caso
Depoimento de uma jovem convidada a se manifestar sobre o caso da denúncia feita por uma mulher do
estado do Maranhão e que este fato foi publicado pela mídia. Dizia que um grupo
de mulheres se encontravam em situação
de cárcere privado na boate Nigth Belas Clube de São Miguel Paulista e vinham
todas da mesma cidade desse Estado.(Maranhão)
Esta jovem diz não ser verdade e, que, inclusive, algumas colegas dela se prontificaram para depor a favor do dono da
boate.
Imãs Manuela Rodriguez e Antonieta Abreu
Imãs Manuela Rodriguez e Antonieta Abreu
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